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Por que fazer um check-up médico?

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O que é um check-up médico?

Um check-up médico corresponde à realização periódica de vários exames clínicos, laboratoriais e de imagem, com o objetivo de avaliar o estado geral de saúde1 de uma pessoa e diagnosticar precocemente alguma doença que ainda não tenha manifestado sintomas2. A frequência do check-up deve ser estabelecida pelo médico que acompanha o paciente e variará de acordo com o seu estado de saúde1, seu histórico clínico pessoal e doenças na família. O mais comum é que seja indicado para adultos saudáveis pelo menos a cada 2 anos; para pessoas com fatores de risco para alguma doença, como obesos, fumantes, sedentários ou com colesterol3 elevado, uma vez por ano; para pessoas com doenças crônicas, como hipertensão arterial4, diabetes mellitus5 ou câncer6, a cada 6 meses.

A maioria dos problemas de saúde1 pode ser evitada por meio da prevenção. E, mesmo quando há incidência7 de alguma dessas patologias, o diagnóstico8 precoce aumenta a probabilidade de cura e ameniza a necessidade de tratamentos mais complexos. É aconselhável que o check-up seja feito regularmente, a partir dos 35 anos. Pacientes sedentários, com sobrepeso9, fumantes, com má alimentação, que tenham histórico de doenças crônicas na família ou que apresentem sintomas2 ostensivos frequentes devem ser considerados como incluídos no grupo de risco10 e independentemente da idade devem consultar o médico para um check-up e saber dele com que frequência devem repeti-lo.

A prevenção de doenças não depende apenas das intervenções médicas ditadas pelo check-up, mas também de vacinação, orientações sobre hábitos prejudiciais à saúde1, como fumar, por exemplo, de aspectos nutricionais e de exercícios físicos regulares. Dessa maneira, além do médico, um check-up completo deve envolver também outros profissionais, como nutricionistas e profissionais de educação física, por exemplo.

Quais são os exames que devem ser feitos em um check-up médico?

Além de um exame físico completo, um check-up médico compreende também exames de laboratório e de imagens. O exame físico deve incluir, dentre outros procedimentos, a observação do estado geral, da disposição do paciente, exame da pele11, medição do peso, tomada da temperatura corporal, avaliação dos pulsos periféricos, exame abdominal, aferição da pressão arterial12, exame da tireoide13 (o que não é feito somente por endocrinologistas e sim por médicos generalistas também), exame dos membros e da marcha, etc.

Os exames complementares podem variar de um médico para outro ou de uma clínica para outra, no entanto, alguns exames de ordem geral quase sempre são incluídos, como:

Dependendo do sexo, idade ou estado clínico do paciente e dos resultados dos exames precedentes, podem ser solicitados outros exames específicos, conforme o caso.

Além do sentido geral, deve-se observar certas situações específicas. No caso das mulheres, é importante que o check-up médico seja feito pelo menos anualmente, constituído de exames específicos, como Papanicolau21, colposcopia22, vulvoscopia, ultrassonografia24 de mamas26 e ultrassonografia24 transvaginal. Para homens é recomendado que a partir dos 40 anos realizem exames específicos como ultrassonografia24 de próstata23 e dosagem do hormônio27 PSA. Para os fumantes, por exemplo, é recomendada a dosagem de alguns marcadores tumorais, como alfafetoproteína, CEA e CA 19.9, espirometria28 com avaliação de função respiratória, eletrocardiograma17 com prova de esforço e análise de expectoração29 com pesquisa de células30 cancerígenas.

Como o resultado de muito desses exames deve ser avaliado em vista da sua evolução, é importante que o paciente faculte ao médico o acesso aos resultados do checkup e dos exames feitos anteriormente.

Leia sobre "Preventivo31, Exame de Papanicolau21 ou Citologia Oncótica", "Colposcopia22", "Câncer6 de próstata23" e "PSA".

Principais doenças que evoluem silenciosamente e que podem ser detectadas por um check-up médico

Algumas doenças, por vezes graves, evoluem silenciosamente, principalmente nas suas etapas iniciais, e só se manifestam sintomaticamente em estágios adiantados, quando então os tratamentos são mais difíceis e a cura por vezes impossível. Entre essas doenças, encontram-se:

  1. A hipertensão arterial4, que pode causar graves problemas ao sistema nervoso32, aos rins33 e, principalmente, ao coração34, podendo levar à morte.
  2. O diabetes mellitus5 tipo 2, que corresponde a um aumento da glicemia15, geralmente em pessoas mais idosas, e é uma das doenças silenciosas mais comuns, que demora muito tempo para se manifestar e apresentar sintomas2.
  3. A hipercolesterolemia35 (colesterol3 alto), que muitas vezes só é descoberta depois que a pessoa teve um infarto36 ou um acidente vascular cerebral37 (AVC).
  4. O hipotireoidismo38 e o hipertireoidismo39, que às vezes são facilmente confundidos com outras doenças, o que dificulta o diagnóstico8.
  5. A osteoporose40, que ocorre pela perda de massa óssea, sobretudo em ossos como o fêmur41, a coluna e os joelhos, e só costuma ser descoberta em estágios muito avançados, quando já ocorre uma fratura42.
  6. O glaucoma43, doença na qual há um aumento da pressão intraocular44 que, se deixada sem tratamento, pode levar à perda de visão45.
  7. O Papilomavírus Humano (HPV), que é contraído, principalmente, por meio do contato sexual, além de objetos e locais contaminados. Uma pessoa pode ser portadora por muitos anos, infectando outras pessoas sem saber. Se não for tratada, a infecção46 pode evoluir para um câncer6 na região afetada.
  8. A Síndrome47 da Imunodeficiência48 Adquirida (AIDS), causada pelo vírus49 HIV50, que destrói os linfócitos T e as pessoas infectadas ficam muito susceptíveis a outras doenças, como hepatite51 e pneumonia52, por exemplo. A AIDS pode ficar silenciosa por 5 a 10 anos sem manifestar os sintomas2 e, nessa fase, a pessoa pode contaminar outras pessoas sem saber.
Veja também sobre "Hipertensão arterial4", "Diabetes mellitus5" e "Prevenção do diabetes53 e suas complicações".

 

Referências:

As informações veiculadas neste texto foram extraídas dos sites do Hospital Sírio-Libanês, do Hospital Felício Rocho - Belo Horizonte e do Hospital Monte Sinai - Juiz de Fora.

ABCMED, 2020. Por que fazer um check-up médico?. Disponível em: <https://www.abc.med.br/p/vida-saudavel/1375573/por+que+fazer+um+check+up+medico.htm>. Acesso em: 19 set. 2020.
Nota ao leitor:
As notas acima são dirigidas principalmente aos leigos em medicina e têm por objetivo destacar os aspectos mais relevantes desse assunto e não visam substituir as orientações do médico, que devem ser tidas como superiores a elas. Sendo assim, elas não devem ser utilizadas para autodiagnóstico ou automedicação nem para subsidiar trabalhos que requeiram rigor científico.

Complementos

1 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
2 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
3 Colesterol: Tipo de gordura produzida pelo fígado e encontrada no sangue, músculos, fígado e outros tecidos. O colesterol é usado pelo corpo para a produção de hormônios esteróides (testosterona, estrógeno, cortisol e progesterona). O excesso de colesterol pode causar depósito de gordura nos vasos sangüíneos. Seus componentes são: HDL-Colesterol: tem efeito protetor para as artérias, é considerado o bom colesterol. LDL-Colesterol: relacionado às doenças cardiovasculares, é o mau colesterol. VLDL-Colesterol: representa os triglicérides (um quinto destes).
4 Hipertensão arterial: Aumento dos valores de pressão arterial acima dos valores considerados normais, que no adulto são de 140 milímetros de mercúrio de pressão sistólica e 85 milímetros de pressão diastólica.
5 Diabetes mellitus: Distúrbio metabólico originado da incapacidade das células de incorporar glicose. De forma secundária, podem estar afetados o metabolismo de gorduras e proteínas.Este distúrbio é produzido por um déficit absoluto ou relativo de insulina. Suas principais características são aumento da glicose sangüínea (glicemia), poliúria, polidipsia (aumento da ingestão de líquidos) e polifagia (aumento da fome).
6 Câncer: Crescimento anormal de um tecido celular capaz de invadir outros órgãos localmente ou à distância (metástases).
7 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
8 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
9 Sobrepeso: Peso acima do normal, índice de massa corporal entre 25 e 29,9.
10 Grupo de risco: Em medicina, um grupo de risco corresponde a uma população sujeita a determinados fatores ou características, que a tornam mais susceptível a ter ou adquirir determinada doença.
11 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
12 Pressão arterial: A relação que define a pressão arterial é o produto do fluxo sanguíneo pela resistência. Considerando-se a circulação como um todo, o fluxo total é denominado débito cardíaco, enquanto a resistência é denominada de resistência vascular periférica total.
13 Tireoide: Glândula endócrina altamente vascularizada, constituída por dois lobos (um em cada lado da TRAQUÉIA) unidos por um feixe de tecido delgado. Secreta os HORMÔNIOS TIREOIDIANOS (produzidos pelas células foliculares) e CALCITONINA (produzida pelas células para-foliculares), que regulam o metabolismo e o nível de CÁLCIO no sangue, respectivamente.
14 Perfil lipídico: Exame laboratorial que mede colesterol total, triglicérides, HDL. O LDL é calculado por estes resultados. O perfil lipídico é uma das medidas de risco para as doenças cardiovasculares.
15 Glicemia: Valor de concentração da glicose do sangue. Seus valores normais oscilam entre 70 e 110 miligramas por decilitro de sangue (mg/dl).
16 Hepatograma: Hepatograma ou provas de função hepática é o conjunto de exames de sangue que ajuda no diagnóstico de lesão hepática resultante de múltiplas causas. Ele rotineiramente é composto pelos seguintes exames: bilirrubinas (total, direta e indireta), fosfatase alcalina, aminotransferases (TGO ou AST e TGP ou ALT), albumina e tempo de protrombina.
17 Eletrocardiograma: Registro da atividade elétrica produzida pelo coração através da captação e amplificação dos pequenos potenciais gerados por este durante o ciclo cardíaco.
18 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
19 Tórax: Parte superior do tronco entre o PESCOÇO e o ABDOME; contém os principais órgãos dos sistemas circulatório e respiratório. (Tradução livre do original Sinônimos: Peito; Caixa Torácica
20 Mamografia: Estudo radiológico que utiliza uma técnica especial para avaliar o tecido mamário. Permite diagnosticar tumores benignos e malignos em fase inicial na mama. É um exame que deve ser realizado por mulheres, como prevenção ao câncer.
21 Papanicolau: Método de coloração para amostras de tecido, particularmente difundido por sua utilização na detecção precoce do câncer de colo uterino.
22 Colposcopia: Exame ginecológico auxiliar na visualização de lesões do colo uterino e da região genital feminina.
23 Próstata: Glândula que (nos machos) circunda o colo da BEXIGA e da URETRA. Secreta uma substância que liquefaz o sêmem coagulado. Está situada na cavidade pélvica (atrás da parte inferior da SÍNFISE PÚBICA, acima da camada profunda do ligamento triangular) e está assentada sobre o RETO.
24 Ultrassonografia: Ultrassonografia ou ecografia é um exame complementar que usa o eco produzido pelo som para observar em tempo real as reflexões produzidas pelas estruturas internas do organismo (órgãos internos). Os aparelhos de ultrassonografia utilizam uma frequência variada, indo de 2 até 14 MHz, emitindo através de uma fonte de cristal que fica em contato com a pele e recebendo os ecos gerados, os quais são interpretados através de computação gráfica.
25 Abdome: Região do corpo que se localiza entre o TÓRAX e a PELVE.
26 Mamas: Em humanos, uma das regiões pareadas na porção anterior do TÓRAX. As mamas consistem das GLÂNDULAS MAMÁRIAS, PELE, MÚSCULOS, TECIDO ADIPOSO e os TECIDOS CONJUNTIVOS.
27 Hormônio: Substância química produzida por uma parte do corpo e liberada no sangue para desencadear ou regular funções particulares do organismo. Por exemplo, a insulina é um hormônio produzido pelo pâncreas que diz a outras células quando usar a glicose para energia. Hormônios sintéticos, usados como medicamentos, podem ser semelhantes ou diferentes daqueles produzidos pelo organismo.
28 Espirometria: Exame que permite aferir o fluxo de ar nas vias aéreas ou brônquios, comparando os resultados com os obtidos por pessoas saudáveis com a mesma idade e altura. Serve para a investigação de sintomas respiratórios; diagnóstico e avaliação de asma, doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) ou bronquite causada pelo cigarro; incapacidade funcional; avaliação pós-operatória e avaliação e diagnóstico de doenças respiratórias relacionadas ao trabalho. O exame têm duração média de 30 minutos.
29 Expectoração: Ato ou efeito de expectorar. Em patologia, é a expulsão, por meio da tosse, de secreções provenientes da traqueia, brônquios e pulmões; escarro.
30 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
31 Preventivo: 1. Aquilo que previne ou que é executado por medida de segurança; profilático. 2. Na medicina, é qualquer exame ou grupo de exames que têm por objetivo descobrir precocemente lesão suscetível de evolução ameaçadora da vida, como as lesões malignas. 3. Em ginecologia, é o exame ou conjunto de exames que visa surpreender a presença de lesão potencialmente maligna, ou maligna em estágio inicial, especialmente do colo do útero.
32 Sistema nervoso: O sistema nervoso é dividido em sistema nervoso central (SNC) e o sistema nervoso periférico (SNP). O SNC é formado pelo encéfalo e pela medula espinhal e a porção periférica está constituída pelos nervos cranianos e espinhais, pelos gânglios e pelas terminações nervosas.
33 Rins: Órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
34 Coração: Órgão muscular, oco, que mantém a circulação sangüínea.
35 Hipercolesterolemia: Aumento dos níveis de colesterol do sangue. Está associada a uma maior predisposição ao desenvolvimento de aterosclerose.
36 Infarto: Morte de um tecido por irrigação sangüínea insuficiente. O exemplo mais conhecido é o infarto do miocárdio, no qual se produz a obstrução das artérias coronárias com conseqüente lesão irreversível do músculo cardíaco.
37 Acidente vascular cerebral: Conhecido popularmente como derrame cerebral, o acidente vascular cerebral (AVC) ou encefálico é uma doença que consiste na interrupção súbita do suprimento de sangue com oxigênio e nutrientes para o cérebro, lesando células nervosas, o que pode resultar em graves conseqüências, como inabilidade para falar ou mover partes do corpo. Há dois tipos de derrame, o isquêmico e o hemorrágico.
38 Hipotireoidismo: Distúrbio caracterizado por uma diminuição da atividade ou concentração dos hormônios tireoidianos. Manifesta-se por engrossamento da voz, aumento de peso, diminuição da atividade, depressão.
39 Hipertireoidismo: Doença caracterizada por um aumento anormal da atividade dos hormônios tireoidianos. Pode ser produzido pela administração externa de hormônios tireoidianos (hipertireoidismo iatrogênico) ou pelo aumento de uma produção destes nas glândulas tireóideas. Seus sintomas, entre outros, são taquicardia, tremores finos, perda de peso, hiperatividade, exoftalmia.
40 Osteoporose: Doença óssea caracterizada pela diminuição da formação de matriz óssea que predispõe a pessoa a sofrer fraturas com traumatismos mínimos ou mesmo na ausência deles. É influenciada por hormônios, sendo comum nas mulheres pós-menopausa. A terapia de reposição hormonal, que administra estrógenos a mulheres que não mais o produzem, tem como um dos seus objetivos minimizar esta doença.
41 Fêmur: O mais longo e o maior osso do esqueleto; está situado entre o quadril e o joelho. Sinônimos: Trocanter
42 Fratura: Solução de continuidade de um osso. Em geral é produzida por um traumatismo, mesmo que possa ser produzida na ausência do mesmo (fratura patológica). Produz como sintomas dor, mobilidade anormal e ruídos (crepitação) na região afetada.
43 Glaucoma: É quando há aumento da pressão intra-ocular e danos ao nervo óptico decorrentes desse aumento de pressão. Esses danos se expressam no exame de fundo de olho e por alterações no campo de visão.
44 Pressão intraocular: É a medida da pressão dos olhos. É a pressão do líquido dentro do olho.
45 Visão: 1. Ato ou efeito de ver. 2. Percepção do mundo exterior pelos órgãos da vista; sentido da vista. 3. Algo visto, percebido. 4. Imagem ou representação que aparece aos olhos ou ao espírito, causada por delírio, ilusão, sonho; fantasma, visagem. 5. No sentido figurado, concepção ou representação, em espírito, de situações, questões etc.; interpretação, ponto de vista. 6. Percepção de fatos futuros ou distantes, como profecia ou advertência divina.
46 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
47 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
48 Imunodeficiência: Distúrbio do sistema imunológico que se caracteriza por um defeito congênito ou adquirido em um ou vários mecanismos que interferem na defesa normal de um indivíduo perante infecções ou doenças tumorais.
49 Vírus: Pequeno microorganismo capaz de infectar uma célula de um organismo superior e replicar-se utilizando os elementos celulares do hospedeiro. São capazes de causar múltiplas doenças, desde um resfriado comum até a AIDS.
50 HIV: Abreviatura em inglês do vírus da imunodeficiência humana. É o agente causador da AIDS.
51 Hepatite: Inflamação do fígado, caracterizada por coloração amarela da pele e mucosas (icterícia), dor na região superior direita do abdome, cansaço generalizado, aumento do tamanho do fígado, etc. Pode ser produzida por múltiplas causas como infecções virais, toxicidade por drogas, doenças imunológicas, etc.
52 Pneumonia: Inflamação do parênquima pulmonar. Sua causa mais freqüente é a infecção bacteriana, apesar de que pode ser produzida por outros microorganismos. Manifesta-se por febre, tosse, expectoração e dor torácica. Em pacientes idosos ou imunodeprimidos pode ser uma doença fatal.
53 Diabetes: Nome que designa um grupo de doenças caracterizadas por diurese excessiva. A mais frequente é o Diabetes mellitus, ainda que existam outras variantes (Diabetes insipidus) de doença nas quais o transtorno primário é a incapacidade dos rins de concentrar a urina.
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