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Alergia ao amendoim

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O que é a alergia1 ao amendoim?

A alergia1 ao amendoim é um tipo de alergia1 alimentar. Nos Estados Unidos, onde o amendoim é um alimento bastante usado, esta alergia1 é uma das causas mais comuns de ataques alérgicos graves que podem mesmo ser fatais (anafilaxia2). Mesmo pequenas quantidades de amendoim podem causar uma reação séria em pessoas predispostas.

Quais são as causas da alergia1 ao amendoim?

A alergia1 ao amendoim ocorre quando o sistema imunológico3 identifica erroneamente as proteínas4 de amendoim como algo prejudicial. A causa específica, entretanto, não é clara. A condição está associada a várias proteínas4 comuns nas alergias alimentares. Pelo menos 11 alérgenos5 de amendoim foram descritos.

O contato direto ou indireto com o amendoim faz com que o sistema imunológico3 libere na corrente sanguínea substâncias químicas causadoras de sintomas6. A causa mais comum de alergia1 ao amendoim é comer diretamente o amendoim ou alimentos que o contenham, mas às vezes também, o contato direto da pele7 com o amendoim pode desencadear uma reação alérgica8. Mais raramente, a inalação de poeira ou aerossóis ou a utilização de óleo de cozinha contendo amendoim podem gerar alergia1.

Não está claro por que algumas pessoas desenvolvem alergias, enquanto outras não. No entanto, as alergias ao amendoim, como todas alergias alimentares, são mais comuns em crianças, especialmente em bebês9. O risco à alergia1 ao amendoim aumenta nas pessoas que têm outros tipos de alergia1 ou que já tenham tido alergia1 passada ao amendoim. Também parece aumentado se há manifestações alérgicas em membros da família.

Leia sobre "Alergias", "Alergias alimentares", "Alergia1 às proteínas4 do leite de vaca", "Alergia1 a camarão" e "Testes alérgicos".

Qual é o substrato fisiológico10 da alergia1 ao amendoim?

Se a pessoa tem alergia1 ao amendoim, seu sistema imunológico3 desfecha um ataque a qualquer momento que detecta proteínas4 de amendoim no sangue11. Isso causará a liberação de substâncias químicas que desencadearão os sintomas6. Algumas pessoas têm alergias graves, mesmo quando expostas ao menor traço de amendoim, e desenvolvem uma reação total do corpo com risco de vida, chamada anafilaxia2. A pessoa tratada por uma reação grave pode pensar que o problema esteja resolvido, no entanto, ela pode desenvolver uma segunda reação horas ou dias depois, sem ser novamente exposta a amendoins. Uma reação desse tipo, que ocorre muito tempo após a exposição, é denominada anafilaxia2 bifásica, de fase tardia.

A maioria dos sintomas6 da alergia1 ao amendoim está relacionada à ação da imunoglobulina12 E (IgE) e de outras anafilotoxinas que liberam histamina13 e outras substâncias mediadoras dos mastócitos14. Além de outros efeitos, a histamina13 induz vasodilatação das arteríolas15 e constrição16 de bronquíolos17 nos pulmões18.

Quais são as principais características clínicas da alergia1 ao amendoim?

A liberação de substâncias químicas (proteínas4, sobretudo) desencadeiam sintomas6 como urticária19, náusea20 ou inchaço21 facial. A reação anafilática22 geralmente começa em segundos depois que a pessoa alérgica grave come ou tem contato com amendoim. Mais raramente, os sintomas6 podem aparecer minutos ou horas após a exposição.

Outros sinais23 e sintomas6 de alergia1 ao amendoim podem incluir: nariz24 escorrendo, reações cutâneas25, vermelhidão ou inchaço21, prurido26 ou formigamento na boca27 e na garganta28, problemas digestivos, aperto da garganta28, falta de ar ou chiado no peito29 e anafilaxia2 com risco de vida.

Os sinais23 e sintomas6 de anafilaxia2 podem ser constrição16 de vias aéreas, inchaço21 da garganta28 que dificulta a respiração, queda acentuada da pressão arterial30 (choque31), pulso rápido e tonturas32 e/ou perda de consciência. Outros sintomas6 comuns de anafilaxia2 incluem rosto, olhos33 e lábios inchados, chiado no peito29, pele7 pálida, confusão mental, sensação de comichão na pele7, vômitos34, diarreia35 e cãibras.

Como o médico diagnostica a alergia1 ao amendoim?

O processo diagnóstico36 começa com as informações que o paciente fornece ao médico. Um exame físico segue-se a essa discussão. Normalmente, as próximas etapas incluem um teste cutâneo37, no qual uma pequena quantidade do produto é colocada na pele7, que é picada com uma agulha. Se a pessoa for alérgica, desenvolve uma reação ou inchaço21 elevado. Um exame de sangue11 pode medir a resposta do sistema imunológico3, verificando a quantidade de anticorpos38 na corrente sanguínea, conhecidos como anticorpos38 da imunoglobulina12 E (IgE).

Como o médico trata a alergia1 ao amendoim?

Ainda não há tratamento definitivo para alergia1 ao amendoim, mas os pesquisadores estão estudando uma imunoterapia oral (dessensibilização39). Esse tratamento potencial, realizado entre as idades de 4 e 11 meses, envolve dar à criança alimentos que contenham amendoim em doses progressivamente aumentadas. No entanto, a segurança a longo prazo da imunoterapia oral para alergia1 ao amendoim ainda é incerta.

Mesmo que tenha havido apenas uma reação alérgica8 leve ao amendoim, é importante conversar com seu médico, porque ela pode se repetir, mesmo que a pessoa não consuma amendoim novamente. E essa futura reação pode ser ainda mais séria.

A anafilaxia2 exige sempre uma abordagem de emergência40. O tratamento principal e emergencial da anafilaxia2 pelo amendoim é a injeção41 de epinefrina. Os pacientes que saibam estar em risco de alergia1 devem ter essa medicação sempre consigo, junto com um autoinjetor. Numa crise de anafilaxia2 pode ser necessária uma segunda dose e, eventualmente, uma terceira.

Como evolui em geral a alergia1 ao amendoim?

As alergias ao amendoim tendem a se resolver na infância com menos frequência do que as alergias à soja, ao leite, ao ovo42 e ao trigo, por exemplo. Consequentemente, uma reavaliação da susceptibilidade43 a essa alergia1 é recomendada anualmente para crianças pequenas e a cada poucos anos para crianças mais velhas e adultos.

Como prevenir a alergia1 ao amendoim?

A única maneira de prevenir seguramente a alergia1 é evitar o amendoim e alimentos que o contenham. Algumas dicas para evitar o amendoim: leia com cuidado os rótulos dos alimentos que comprar, para certificar-se que não contêm amendoim; ao pedir comida em restaurantes, sempre informe ao servidor que você tem alergia1 a amendoim; se for viajar de avião, entre em contato com a companhia aérea e alerte-a sobre sua alergia1 com antecedência.

Quais são as complicações possíveis da alergia1 ao amendoim?

Verifique com seu médico, pois há riscos significativos de anafilaxia2 se a introdução precoce de amendoim for realizada incorretamente. As complicações da alergia1 ao amendoim podem incluir anafilaxia2 com risco de vida.

Veja também sobre "Como acontece a anafilaxia2", "Edema44 de glote45", "Edema44 de Quincke", "Dermatite46 atópica" e "Alergia1 respiratória". 

 

Referências:

As informações veiculadas neste texto foram extraídas dos sites da Mayo Clinic e do American College of Allergy, Asthma & Immunology.

ABCMED, 2020. Alergia ao amendoim. Disponível em: <https://www.abc.med.br/p/sinais.-sintomas-e-doencas/1360193/alergia+ao+amendoim.htm>. Acesso em: 30 mar. 2020.
Nota ao leitor:
As notas acima são dirigidas principalmente aos leigos em medicina e têm por objetivo destacar os aspectos mais relevantes desse assunto e não visam substituir as orientações do médico, que devem ser tidas como superiores a elas. Sendo assim, elas não devem ser utilizadas para autodiagnóstico ou automedicação nem para subsidiar trabalhos que requeiram rigor científico.

Complementos

1 Alergia: Reação inflamatória anormal, perante substâncias (alérgenos) que habitualmente não deveriam produzi-la. Entre estas substâncias encontram-se poeiras ambientais, medicamentos, alimentos etc.
2 Anafilaxia: É um tipo de reação alérgica sistêmica aguda. Esta reação ocorre quando a pessoa foi sensibilizada (ou seja, quando o sistema imune foi condicionado a reconhecer uma substância como uma ameaça ao organismo). Na segunda exposição ou nas exposições subseqüentes, ocorre uma reação alérgica. Essa reação é repentina, grave e abrange o corpo todo. O sistema imune libera anticorpos. Os tecidos liberam histamina e outras substâncias. Esse mecanismo causa contrações musculares, constrição das vias respiratórias, dificuldade respiratória, dor abdominal, cãimbras, vômitos e diarréia. A histamina leva à dilatação dos vasos sangüíneos (que abaixa a pressão sangüínea) e o vazamento de líquidos da corrente sangüínea para os tecidos (que reduzem o volume de sangue) o que provoca o choque. Ocorrem com freqüência a urticária e o angioedema - este angioedema pode resultar na obstrução das vias respiratórias. Uma anafilaxia prolongada pode causar arritmia cardíaca.
3 Sistema imunológico: Sistema de defesa do organismo contra infecções e outros ataques de micro-organismos que enfraquecem o nosso corpo.
4 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
5 Alérgenos: Substância capaz de provocar reação alérgica em certos indivíduos.
6 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
7 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
8 Reação alérgica: Sensibilidade a uma substância específica, chamada de alérgeno, com a qual se entra em contato por meio da pele, pulmões, deglutição ou injeções.
9 Bebês: Lactentes. Inclui o período neonatal e se estende até 1 ano de idade (12 meses).
10 Fisiológico: Relativo à fisiologia. A fisiologia é estudo das funções e do funcionamento normal dos seres vivos, especialmente dos processos físico-químicos que ocorrem nas células, tecidos, órgãos e sistemas dos seres vivos sadios.
11 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
12 Imunoglobulina: Proteína do soro sanguíneo, sintetizada pelos plasmócitos provenientes dos linfócitos B como reação à entrada de uma substância estranha (antígeno) no organismo; anticorpo.
13 Histamina: Em fisiologia, é uma amina formada a partir do aminoácido histidina e liberada pelas células do sistema imunológico durante reações alérgicas, causando dilatação e maior permeabilidade de pequenos vasos sanguíneos. Ela é a substância responsável pelos sintomas de edema e irritação presentes em alergias.
14 Mastócitos: Células granulares que são encontradas em quase todos os tecidos, muito abundantes na pele e no trato gastrointestinal. Como os BASÓFILOS, os mastócitos contêm grandes quantidades de HISTAMINA e HEPARINA. Ao contrário dos basófilos, os mastócitos permanecem normalmente nos tecidos e não circulam no sangue. Os mastócitos, provenientes das células-tronco da medula óssea, são regulados pelo FATOR DE CÉLULA-TRONCO.
15 Arteríolas: As menores ramificações das artérias. Estão localizadas entre as artérias musculares e os capilares.
16 Constrição: 1. Ação ou efeito de constringir, mesmo que constrangimento (ato ou efeito de reduzir). 2. Pressão circular que faz diminuir o diâmetro de um objeto; estreitamento. 3. Em medicina, é o estreitamento patológico de qualquer canal ou esfíncter; estenose.
17 Bronquíolos: A maior passagem que leva ar aos pulmões originando-se na bifurcação terminal da traquéia.
18 Pulmões: Órgãos do sistema respiratório situados na cavidade torácica e responsáveis pelas trocas gasosas entre o ambiente e o sangue. São em número de dois, possuem forma piramidal, têm consistência esponjosa e medem cerca de 25 cm de comprimento. Os pulmões humanos são divididos em segmentos denominados lobos. O pulmão esquerdo possui dois lobos e o direito possui três. Os pulmões são compostos de brônquios que se dividem em bronquíolos e alvéolos pulmonares. Nos alvéolos se dão as trocas gasosas ou hematose pulmonar entre o meio ambiente e o corpo, com a entrada de oxigênio na hemoglobina do sangue (formando a oxiemoglobina) e saída do gás carbônico ou dióxido de carbono (que vem da célula como carboemoglobina) dos capilares para o alvéolo.
19 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
20 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
21 Inchaço: Inchação, edema.
22 Reação anafilática: É um tipo de reação alérgica sistêmica aguda. Esta reação ocorre quando a pessoa foi sensibilizada (ou seja, quando o sistema imune foi condicionado a reconhecer uma substância como uma ameaça ao organismo). Na segunda exposição ou nas exposições subseqüentes, ocorre uma reação alérgica. Essa reação é repentina, grave e abrange o corpo todo. O sistema imune libera anticorpos. Os tecidos liberam histamina e outras substâncias. Esse mecanismo causa contrações musculares, constrição das vias respiratórias, dificuldade respiratória, dor abdominal, cãimbras, vômitos e diarréia. A histamina leva à dilatação dos vasos sangüíneos (que abaixa a pressão sangüínea) e o vazamento de líquidos da corrente sangüínea para os tecidos (que reduzem o volume de sangue) o que provoca o choque. Ocorrem com freqüência a urticária e o angioedema - este angioedema pode resultar na obstrução das vias respiratórias. Uma anafilaxia prolongada pode causar arritmia cardíaca.
23 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
24 Nariz: Estrutura especializada que funciona como um órgão do sentido do olfato e que também pertence ao sistema respiratório; o termo inclui tanto o nariz externo como a cavidade nasal.
25 Cutâneas: Que dizem respeito à pele, à cútis.
26 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
27 Boca: Cavidade oral ovalada (localizada no ápice do trato digestivo) composta de duas partes
28 Garganta: Tubo fibromuscular em forma de funil, que leva os alimentos ao ESÔFAGO e o ar à LARINGE e PULMÕES. Situa-se posteriormente à CAVIDADE NASAL, à CAVIDADE ORAL e à LARINGE, extendendo-se da BASE DO CRÂNIO à borda inferior da CARTILAGEM CRICÓIDE (anteriormente) e à borda inferior da vértebra C6 (posteriormente). É dividida em NASOFARINGE, OROFARINGE e HIPOFARINGE (laringofaringe).
29 Peito: Parte superior do tronco entre o PESCOÇO e o ABDOME; contém os principais órgãos dos sistemas circulatório e respiratório. (Tradução livre do original
30 Pressão arterial: A relação que define a pressão arterial é o produto do fluxo sanguíneo pela resistência. Considerando-se a circulação como um todo, o fluxo total é denominado débito cardíaco, enquanto a resistência é denominada de resistência vascular periférica total.
31 Choque: 1. Estado de insuficiência circulatória a nível celular, produzido por hemorragias graves, sepse, reações alérgicas graves, etc. Pode ocasionar lesão celular irreversível se a hipóxia persistir por tempo suficiente. 2. Encontro violento, com impacto ou abalo brusco, entre dois corpos. Colisão ou concussão. 3. Perturbação brusca no equilíbrio mental ou emocional. Abalo psíquico devido a uma causa externa.
32 Tonturas: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
33 Olhos:
34 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
35 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
36 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
37 Cutâneo: Que diz respeito à pele, à cútis.
38 Anticorpos: Proteínas produzidas pelo organismo para se proteger de substâncias estranhas como bactérias ou vírus. As pessoas que têm diabetes tipo 1 produzem anticorpos que destroem as células beta produtoras de insulina do próprio organismo.
39 Dessensibilização: É uma maneira de parar ou diminuir a resposta a reações alérgicas a algumas coisas. Por exemplo, se uma pessoa apresenta uma reação alérgica a alguma substância, o médico dá a esta pessoa uma pequena quantidade desta substância para aumentar a sua tolerância e vai aumentando esta quantidade progressivamente. Após um período de tempo, maiores doses são oferecidas antes que a dose total seja dada. É uma maneira de ajudar o organismo a prevenir as reações alérgicas.
40 Emergência: 1. Ato ou efeito de emergir. 2. Situação grave, perigosa, momento crítico ou fortuito. 3. Setor de uma instituição hospitalar onde são atendidos pacientes que requerem tratamento imediato; pronto-socorro. 4. Eclosão. 5. Qualquer excrescência especializada ou parcial em um ramo ou outro órgão, formada por tecido epidérmico (ou da camada cortical) e um ou mais estratos de tecido subepidérmico, e que pode originar nectários, acúleos, etc. ou não se desenvolver em um órgão definido.
41 Injeção: Infiltração de medicação ou nutrientes líquidos no corpo através de uma agulha e seringa.
42 Ovo: 1. Célula germinativa feminina (haploide e madura) expelida pelo OVÁRIO durante a OVULAÇÃO. 2. Em alguns animais, como aves, répteis e peixes, é a estrutura expelida do corpo da mãe, que consiste no óvulo fecundado, com as reservas alimentares e os envoltórios protetores.
43 Susceptibilidade: 1. Ato, característica ou condição do que é suscetível. 2. Capacidade de receber as impressões que põem em exercício as ações orgânicas; sensibilidade. 3. Disposição ou tendência para se ofender e se ressentir com (algo, geralmente sem importância); delicadeza, melindre. 4. Em física, é o coeficiente de proporcionalidade entre o campo magnético aplicado a um material e a sua magnetização.
44 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
45 Glote: Aparato vocal da laringe. Consiste das cordas vocais verdadeiras (pregas vocais) e da abertura entre elas (rima da glote).
46 Dermatite: Inflamação das camadas superficiais da pele, que pode apresentar-se de formas variadas (dermatite seborreica, dermatite de contato...) e é produzida pela agressão direta de microorganismos, substância tóxica ou por uma resposta imunológica inadequada (alergias, doenças auto-imunes).
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