AbcMed  -  Psicologia e Psiquiatria
Uma crise de ansiedade ou ataque de ansiedade é uma exageração paroxística da ansiedade e seus sintomas1, que se manifestam de modo exacerbado por meio de alguns sinais2 e sintomas1 típicos. Em geral, a crise de ansiedade sobrevém repentinamente numa pessoa basicamente ansiosa e é desencadeada por algum gatilho como, por exemplo, ficar preso num elevador, pensar num compromisso difícil que a pessoa tenha de cumprir ou atravessar um túnel.
1 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
2 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
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Para bem compreender o que seja “imprinting”, temos que partir da noção inicial de instintos. Os instintos são impulsos fixos e imutáveis, comuns a todos os indivíduos de uma mesma espécie, que levam sempre a comportamentos padronizados destinados à conservação do ser individual e/ou da espécie. O “imprinting” pode ser uma marca física feita por uma determinada pressão ou uma impressão psicológica feita através de um comportamento ou atitude. A primeira impressão na vida de um animal ou de uma pessoa tem consequências duradouras na sua vida adulta posterior, mesmo sobre o comportamento instintivo.   [Mais...]
O dia 10 de setembro é, oficialmente, o Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio. Desde 2014, a Associação Brasileira de Psiquiatria, em parceria com o Conselho Federal de Medicina, organiza nacionalmente o Setembro Amarelo, dedicando todo o mês à prevenção do suicídio.   [Mais...]
A Síndrome1 Geral de Adaptação é constituída de uma série de reações fisiológicas2 e comportamentais que tentam fazer o organismo voltar ao estado de equilíbrio fisiológico3 de todas as suas funções corporais (homeostase), quando ele é exposto a fatores agressores que causam desequilíbrio. Essa resposta permite que o corpo aja rapidamente e tem como objetivo evitar o perigo físico.
1 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
2 Fisiológicas: Relativo à fisiologia. A fisiologia é estudo das funções e do funcionamento normal dos seres vivos, especialmente dos processos físico-químicos que ocorrem nas células, tecidos, órgãos e sistemas dos seres vivos sadios.
3 Fisiológico: Relativo à fisiologia. A fisiologia é estudo das funções e do funcionamento normal dos seres vivos, especialmente dos processos físico-químicos que ocorrem nas células, tecidos, órgãos e sistemas dos seres vivos sadios.
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A síndrome1 de Diógenes, também conhecida como síndrome1 da esqualidez senil, é uma condição caracterizada por descuido extremo com a higiene pessoal, negligência2 com o asseio da própria moradia, isolamento social, apatia3, suspeição e comportamento paranoico, sendo frequente a ocorrência de colecionismo de coisas inservíveis.
1 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
2 Negligência: Falta de cuidado; incúria. Falta de apuro, de atenção; desleixo, desmazelo. Falta de interesse, de motivação; indiferença, preguiça. Inobservância e descuido na execução de ato.
3 Apatia: 1. Em filosofia, para os céticos e os estoicos, é um estado de insensibilidade emocional ou esmaecimento de todos os sentimentos, alcançado mediante o alargamento da compreensão filosófica. 2. Estado de alma não suscetível de comoção ou interesse; insensibilidade, indiferença. 3. Em psicopatologia, é o estado caracterizado por indiferença, ausência de sentimentos, falta de atividade e de interesse. 4. Por extensão de sentido, é a falta de energia (física e moral), falta de ânimo; abatimento, indolência, moleza.
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O estresse tóxico ocorre quando um fator estressante tem maior intensidade e/ou maior duração. Ele inclui uma resposta fisiológica1 anormal prolongada ou permanente, com risco de disfunção de órgão-alvo. Essa resposta fisiológica1 pode causar um desarranjo da resposta neuroendócrina e/ou imunológica, resultando em falha do corpo em recuperar a normalidade de suas funções após a remoção do agente estressor.
1 Fisiológica: Relativo à fisiologia. A fisiologia é estudo das funções e do funcionamento normal dos seres vivos, especialmente dos processos físico-químicos que ocorrem nas células, tecidos, órgãos e sistemas dos seres vivos sadios.
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Fobias1 são medos irracionais reconhecidos como absurdos pela própria pessoa que os sente, a qual, apesar disso, não consegue dominá-los. Embora as fobias1 existam em diversos quadros psiquiátricos, elas são os sintomas2 predominantes nas chamadas neuroses fóbicas. Mesmo pessoas consideradas “normais” podem apresentar certos tipos de fobias1 simples que não chegam a comprometer sua qualidade de vida.
1 Fobias: Medo exagerado, falta de tolerância, aversão.
2 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
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A inveja é um sentimento natural e corriqueiro que todo mundo tem em algum momento da vida. Ela pode ser definida de dois modos diferentes: (1) como um sentimento de admiração ou (2) de frustração gerado pela vontade de possuir os atributos ou qualidades de uma outra pessoa. Estes sentimentos podem motivar o desejo de ter tanto coisas materiais como qualidades que o outro tem.   [Mais...]
Em algumas ocasiões, há uma zona de transição e de superposição em que a psiquiatria e a neurologia confluem e se confundem. Ninguém procurará o neurologista1 para tratar uma esquizofrenia2, nem atribuirá a um psiquiatra o tratamento de um tumor3 cerebral, mas ficará em dúvida se o problema for uma insônia ou uma cefaleia4. E diante de um desmaio: trata-se de um problema cerebral orgânico (neurologia) ou de uma conversão histérica (psiquiatria)? Nem sempre é fácil distinguir.
1 Neurologista: Médico especializado em problemas do sistema nervoso.
2 Esquizofrenia: Doença mental do grupo das Psicoses, caracterizada por alterações emocionais, de conduta e intelectuais, caracterizadas por uma relação pobre com o meio social, desorganização do pensamento, alucinações auditivas, etc.
3 Tumor: Termo que literalmente significa massa ou formação de tecido. É utilizado em geral para referir-se a uma formação neoplásica.
4 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
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O estado maníaco é um episódio caracterizado por um período prolongado de humor anormalmente elevado ou irritável, energia intensa, pensamentos acelerados e suas consequências naturais. Os sintomas1 da mania podem durar uma semana ou mais e os episódios maníacos podem ser intercalados irregularmente com períodos de depressão, durante os quais a pessoa pode sentir fadiga2, tristeza e desesperança.
1 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
2 Fadiga: 1. Sensação de enfraquecimento resultante de esforço físico. 2. Trabalho cansativo. 3. Redução gradual da resistência de um material ou da sensibilidade de um equipamento devido ao uso continuado.
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