AbcMed  -  Exames e Procedimentos
A anatomopatologia1 ou anatomia patológica é um ramo da patologia2 geral e da medicina que lida com o diagnóstico3 das doenças baseado no exame microscópico4 de tecidos e células5 retiradas do corpo mediante biópsia6 ou outros meios de obtenção de material a ser examinado. O exame anatomopatológico compreende (1) um exame de histologia patológica e (2) um exame de citologia patológica.
1 Anatomopatologia: Ramo da medicina voltado ao estudo das alterações estruturais, que resultam de processos patológicos, de órgãos, tecidos e células.
2 Patologia: 1. Especialidade médica que estuda as doenças e as alterações que estas provocam no organismo. 2. Qualquer desvio anatômico e/ou fisiológico, em relação à normalidade, que constitua uma doença ou caracterize determinada doença. 3. Por extensão de sentido, é o desvio em relação ao que é próprio ou adequado ou em relação ao que é considerado como o estado normal de uma coisa inanimada ou imaterial.
3 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
4 Microscópico: 1. Relativo à microscopia ou a microscópio. 2. Que se realiza com o auxílio do microscópio. 3. Visível somente por meio do microscópio. 4. Muito pequeno, minúsculo.
5 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
6 Biópsia: 1. Retirada de material celular ou de um fragmento de tecido de um ser vivo para determinação de um diagnóstico. 2. Exame histológico e histoquímico. 3. Por metonímia, é o próprio material retirado para exame.
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Eletromiografia1 (EMG) é o registro da atividade elétrica no músculo e deve ser considerada como uma extensão do exame clínico. Ela é uma técnica de monitoramento da atividade elétrica das membranas excitáveis das células musculares2, representando os potenciais de ação deflagrados por meio da leitura da tensão elétrica ao longo do tempo.
1 Eletromiografia: Técnica voltada para o estudo da função muscular através da pesquisa do sinal elétrico que o músculo emana, abrangendo a detecção, a análise e seu uso.
2 Células Musculares: Células contráteis maduras, geralmente conhecidas como miócitos, que formam um dos três tipos de músculo. Os três tipos de músculo são esquelético (FIBRAS MUSCULARES), cardíaco (MIÓCITOS CARDÍACOS) e liso (MIÓCITOS DE MÚSCULO LISO). Provêm de células musculares embrionárias (precursoras) denominadas MIOBLASTOS.
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Gastrostomia1 (do grego: gaster = estômago2 + estoma3 = boca4 ou abertura) é um procedimento cirúrgico para criação de uma abertura artificial externa do estômago2 ao exterior para suporte nutricional ou descompressão5 gástrica.
1 Gastrostomia: Procedimento cirúrgico realizado para fixar uma sonda alimentar. Um orifício artificial é criado na altura do estômago para fazer uma ligação direta do meio externo com o meio interno do paciente.
2 Estômago: Órgão da digestão, localizado no quadrante superior esquerdo do abdome, entre o final do ESÔFAGO e o início do DUODENO.
3 Estoma: 1. Na anatomia geral, é um orifício ou poro diminuto. 2. Em cirurgia, é uma abertura feita na parede abdominal por meio de colostomia, ileostomia, etc., ou seja, abertura entre duas porções do intestino em uma anastomose.
4 Boca: Cavidade oral ovalada (localizada no ápice do trato digestivo) composta de duas partes
5 Descompressão: Ato ou efeito de descomprimir, de aliviar o que está sob efeito de pressão ou de compressão.
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Uma enterostomia é uma cirurgia na qual o cirurgião abre, na parede abdominal1 do paciente, uma passagem temporária ou permanente para seu intestino delgado2, para permitir a drenagem3 das fezes ou inserir um tubo (uma sonda) para alimentação. A abertura é chamada de estoma4, da palavra grega para boca5. As enterostomias são classificadas de acordo com a parte do intestino que é usada para criar o estoma4.
1 Parede Abdominal: Margem externa do ABDOME que se estende da cavidade torácica osteocartilaginosa até a PELVE. Embora sua maior parte seja muscular, a parede abdominal consiste em pelo menos sete camadas Músculos Abdominais;
2 Intestino delgado: O intestino delgado é constituído por três partes: duodeno, jejuno e íleo. A partir do intestino delgado, o bolo alimentar é transformado em um líquido pastoso chamado quimo. Com os movimentos desta porção do intestino e com a ação dos sucos pancreático e intestinal, o quimo é transformado em quilo, que é o produto final da digestão. Depois do alimento estar transformado em quilo, os produtos úteis para o nosso organismo são absorvidos pelas vilosidades intestinais, passando para os vasos sanguíneos.
3 Drenagem: Saída ou retirada de material líquido (sangue, pus, soro), de forma espontânea ou através de um tubo colocado no interior da cavidade afetada (dreno).
4 Estoma: 1. Na anatomia geral, é um orifício ou poro diminuto. 2. Em cirurgia, é uma abertura feita na parede abdominal por meio de colostomia, ileostomia, etc., ou seja, abertura entre duas porções do intestino em uma anastomose.
5 Boca: Cavidade oral ovalada (localizada no ápice do trato digestivo) composta de duas partes
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Anestesia1, analgesia e sedação2 são termos distintos e que precisam ser bem compreendidos. Saiba as principais diferenças entre eles, tais como, a anestesia1 refere-se à cessação induzida da percepção dolorosa. Na maioria das formas de anestesia1, os pacientes são pré-medicados (sedados) antes da cirurgia para ajudá-los a relaxar e se tornarem menos ansiosos. Já a analgesia é definida simplesmente como alívio da dor, sem afetar os níveis de consciência dos pacientes.
1 Anestesia: Diminuição parcial ou total da sensibilidade dolorosa. Pode ser induzida por diferentes medicamentos ou ser parte de uma doença neurológica.
2 Sedação: 1. Ato ou efeito de sedar. 2. Aplicação de sedativo visando aliviar sensação física, por exemplo, de dor. 3. Diminuição de irritabilidade, de nervosismo, como efeito de sedativo. 4. Moderação de hiperatividade orgânica.
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O ultrassom terapêutico corresponde ao uso da energia ultrassônica para produção de vibrações mecânicas emitidas por um transdutor. Essas vibrações são capazes de produzir efeitos terapêuticos diversos nos tecidos orgânicos, decorrentes do movimento de agitação (efeitos mecânicos) ou do calor gerado (efeitos térmicos).   [Mais...]
A circulação1 extracorpórea é um procedimento que consiste na substituição temporária do coração2 e pulmões3 por uma máquina chamada “pulmão-coração2 artificial”, a qual passa então a exercer provisoriamente as funções daqueles órgãos, que ficam inoperantes durante complexas cirurgias cardíacas, por exemplo.
1 Circulação: 1. Ato ou efeito de circular. 2. Facilidade de se mover usando as vias de comunicação; giro, curso, trânsito. 3. Movimento do sangue, fluxo de sangue através dos vasos sanguíneos do corpo e do coração.
2 Coração: Órgão muscular, oco, que mantém a circulação sangüínea.
3 Pulmões: Órgãos do sistema respiratório situados na cavidade torácica e responsáveis pelas trocas gasosas entre o ambiente e o sangue. São em número de dois, possuem forma piramidal, têm consistência esponjosa e medem cerca de 25 cm de comprimento. Os pulmões humanos são divididos em segmentos denominados lobos. O pulmão esquerdo possui dois lobos e o direito possui três. Os pulmões são compostos de brônquios que se dividem em bronquíolos e alvéolos pulmonares. Nos alvéolos se dão as trocas gasosas ou hematose pulmonar entre o meio ambiente e o corpo, com a entrada de oxigênio na hemoglobina do sangue (formando a oxiemoglobina) e saída do gás carbônico ou dióxido de carbono (que vem da célula como carboemoglobina) dos capilares para o alvéolo.
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Em pacientes com certas doenças pulmonares, a fisioterapia1 respiratória inclui exercícios respiratórios que auxiliam na mobilização e remoção de secreções e também na plenificação da capacidade respiratória.
1 Fisioterapia: Especialidade paramédica que emprega agentes físicos (água doce ou salgada, sol, calor, eletricidade, etc.), massagens e exercícios no tratamento de doenças.
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A creatinina1 é um produto da degradação da fosfocreatina no músculo e é geralmente produzida em uma taxa praticamente constante pelo corpo. A creatinina1 é filtrada nos rins2 e eliminada por eles na urina3. Os médicos medem o nível de creatinina1 no sangue4 para terem uma primeira ideia de como anda a função renal5.
1 Creatinina: Produto residual das proteínas da dieta e dos músculos do corpo. É excretada do organismo pelos rins. Uma vez que as doenças renais progridem, o nível de creatinina aumenta no sangue.
2 Rins: Órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
3 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
4 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
5 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
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A avaliação renal1 é um estudo do estado funcional dos rins2. Essa avaliação é a chave para um diagnóstico3 correto, monitorização e manejo das doenças renais, bem como para o cálculo4 adequado de doses das drogas que são excretadas pelos rins2.
1 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
2 Rins: Órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
3 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
4 Cálculo: Formação sólida, produto da precipitação de diferentes substâncias dissolvidas nos líquidos corporais, podendo variar em sua composição segundo diferentes condições biológicas. Podem ser produzidos no sistema biliar (cálculos biliares) e nos rins (cálculos renais) e serem formados de colesterol, ácido úrico, oxalato de cálcio, pigmentos biliares, etc.
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