Gostou do artigo? Compartilhe!

Choque séptico: o que devemos saber?

A+ A- Alterar tamanho da letra
Avalie este artigo

O que é choque1 séptico?

Choque1 séptico é uma condição médica que pode resultar de uma infecção2 grave ou de uma septicemia3. O micróbio causador pode ser sistêmico4 ou localizado em um local particular. O choque1 séptico é uma subclasse de choque1 distributivo, uma condição na qual a distribuição anormal de fluidos nos vasos sanguíneos5 menores resulta em fornecimento inadequado de sangue6 para os tecidos do corpo, resultando em isquemia7 e disfunção desses tecidos. O choque1 séptico refere-se especificamente ao choque1 devido à septicemia3 consequente a uma infecção2.

Quais são as causas do choque1 séptico?

O choque1 séptico é uma resposta sistêmica a uma infecção2 grave. A septicemia3 pode estar presente, mas o choque1 séptico pode ocorrer também sem septicemia3. As infecções8 precipitantes que podem conduzir a choque1 séptico incluem apendicite9, pneumonia10, bacteremia11, diverticulite12, pielonefrite13, meningite14, pancreatite15, fasceíte necrotizante e necrose16 mesentérica17, mas não estão limitadas a elas. O choque1 séptico é, pois, geralmente, mas nem sempre, secundário a uma septicemia3.

Qual é a fisiopatologia18 do choque1 séptico?

A fisiopatologia18 do choque1 séptico não é totalmente conhecida, mas sabe-se que um papel chave no seu desenvolvimento é desempenhado por uma resposta imune a uma infecção2. A maioria dos casos de choque1 séptico é causada por bactérias gram-positivas, embora infecções8 fúngicas19 também possam ocorrer.

O choque1 séptico é uma hipotensão20 grave, induzida pela septicemia3, que persiste apesar dos tratamentos instituídos. A pressão arterial21 rebaixada reduz a perfusão dos tecidos, resultando na hipóxia22 tecidual, uma de suas características. As citocinas23, liberadas em larga escala como resultado da resposta inflamatória, causam uma vasodilatação maciça, aumento da permeabilidade24 capilar25, diminuindo a resistência vascular26 sistêmica e causando hipotensão arterial27.

Finalmente, numa tentativa de compensar a diminuição da pressão arterial21, ocorre dilatação ventricular e disfunção do miocárdio28. O choque1 séptico pode ser considerado como uma fase da Síndrome29 de Resposta Inflamatória Sistêmica, em que a septicemia3 e a disfunção de múltiplos órgãos representam diferentes fases do processo.

Quais são os principais sinais30 e sintomas31 do choque1 séptico?

O choque1 séptico ocorre com maior frequência em crianças, pessoas com sistemas imunológicos comprometidos e idosos, cujos sistemas imunitários não podem lidar com a infecção2 de forma eficaz. O choque1 séptico pode afetar qualquer parte do organismo, incluindo coração32, cérebro33, rins34, fígado35 e intestinos36 e seus sintomas31 principais podem ser extremidades frias e pálidas, temperatura muito alta ou muito baixa, tremores, tonturas37, pressão arterial21 muito baixa, produção de urina38 reduzida ou ausente, palpitações39, frequência cardíaca acelerada, inquietação, agitação, letargia40 ou confusão, falta de ar, exantema41 cutâneo42 ou descoloração da pele43.

Como o médico diagnostica o choque1 séptico?

O diagnóstico44 de choque1 séptico é eminentemente45 clínico. Os requisitos sintomáticos para o diagnóstico44 de septicemia3 são a presença de infecção2 ou manifestações sistêmicas da infecção2, que podem incluir taquipneia46 (frequência respiratória alta), contagem de glóbulos brancos significativamente baixa ou muito elevada, taquicardia47 (batimentos cardíacos muito acelerados), febre48 maior de 38°C ou hipotermia49 menor que 36°C, cultura positiva de sangue6, sinais30 de pneumonia10 na radiografia ou outra evidência radiológica ou laboratorial de infecção2 e lactato50 sérico elevado.

Frequentemente o choque1 séptico inclui também sinais30 de insuficiência renal51, disfunção hepática52 e alterações do estado mental. O choque1 séptico também é diagnosticado se há pressão arterial21 muito baixa que não responde aos tratamentos convencionais. O diagnóstico44 de hipotensão20 induzida por septicemia3 é feita quando a pressão sanguínea sistólica é inferior a 90 milímetros de mercúrio (mmHg), uma pressão arterial21 média inferior a 70 mmHg, ou se a pressão sanguínea sistólica diminui 40 mmHg ou mais, sem que existam outras causas para isso.

Como o médico trata o choque1 séptico?

O tratamento consiste tanto em administrar medicações sintomáticas como em procedimentos destinados a repor volumes de líquidos circulatórios, administração precoce de antibióticos de amplo espectro, identificação e controle rápidos da fonte da infecção2 e apoio às disfunções orgânicas, entre outros.

Como a pressão arterial21 está baixa no choque1 séptico, prejudicando a perfusão dos tecidos, a administração de fluidos deve ser feita desde o início, para aumentar o volume circulante. Os vasopressores, como a norepinefrina ou a vasopressina, também devem ser prontamente usados. O uso de betabloqueadores é um assunto controverso. Os esteroides em dose baixa parecem ter levado a melhores resultados. Uma técnica recente e ainda necessitando mais pesquisas, recomenda sequestrar os lipopolissacarídeos, os quais efetivamente seriam os causadores do choque1 séptico.

Como evolui o choque1 séptico?

Em geral, os pacientes que sofrem de choque1 séptico são atendidos em unidades de terapia intensiva53 e a taxa de mortalidade54 é de aproximadamente 25 a 50%. Essa taxa é de aproximadamente 40% em adultos e 25% em crianças, e é significativamente maior quando não tratada por mais de sete dias.

Como evitar o choque1 séptico?

O choque1 séptico pode ser evitado tratando-se precoce e adequadamente as infecções8.

Quais são as principais complicações possíveis do choque1 séptico?

O choque1 séptico muitas vezes já é a complicação de uma infecção2 não controlada. No entanto, quando há o agravamento do caso, ele pode causar a síndrome29 da falência múltipla dos órgãos e levar à morte.

ABCMED, 2015. Choque séptico: o que devemos saber?. Disponível em: <https://www.abc.med.br/p/sinais.-sintomas-e-doencas/812184/choque-septico-o-que-devemos-saber.htm>. Acesso em: 10 dez. 2018.
Nota ao leitor:
As notas acima são dirigidas principalmente aos leigos em medicina e têm por objetivo destacar os aspectos mais relevantes desse assunto e não visam substituir as orientações do médico, que devem ser tidas como superiores a elas. Sendo assim, elas não devem ser utilizadas para autodiagnóstico ou automedicação nem para subsidiar trabalhos que requeiram rigor científico.

Complementos

1 Choque: 1. Estado de insuficiência circulatória a nível celular, produzido por hemorragias graves, sepse, reações alérgicas graves, etc. Pode ocasionar lesão celular irreversível se a hipóxia persistir por tempo suficiente. 2. Encontro violento, com impacto ou abalo brusco, entre dois corpos. Colisão ou concussão. 3. Perturbação brusca no equilíbrio mental ou emocional. Abalo psíquico devido a uma causa externa.
2 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
3 Septicemia: Septicemia ou sepse é uma infecção generalizada grave que ocorre devido à presença de micro-organismos patogênicos e suas toxinas na corrente sanguínea. Geralmente ela ocorre a partir de outra infecção já existente.
4 Sistêmico: 1. Relativo a sistema ou a sistemática. 2. Relativo à visão conspectiva, estrutural de um sistema; que se refere ou segue um sistema em seu conjunto. 3. Disposto de modo ordenado, metódico, coerente. 4. Em medicina, é o que envolve o organismo como um todo ou em grande parte.
5 Vasos Sanguíneos: Qualquer vaso tubular que transporta o sangue (artérias, arteríolas, capilares, vênulas e veias).
6 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
7 Isquemia: Insuficiência absoluta ou relativa de aporte sanguíneo a um ou vários tecidos. Suas manifestações dependem do tecido comprometido, sendo a mais frequente a isquemia cardíaca, capaz de produzir infartos, isquemia cerebral, produtora de acidentes vasculares cerebrais, etc.
8 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
9 Apendicite: Inflamação do apêndice cecal. Manifesta-se por abdome agudo, e requer tratamento cirúrgico. Sua complicação mais freqüente é a peritonite aguda.
10 Pneumonia: Inflamação do parênquima pulmonar. Sua causa mais freqüente é a infecção bacteriana, apesar de que pode ser produzida por outros microorganismos. Manifesta-se por febre, tosse, expectoração e dor torácica. Em pacientes idosos ou imunodeprimidos pode ser uma doença fatal.
11 Bacteremia: Presença de bactérias no sangue, porém sem que as mesmas se multipliquem neste. Quando elas se multiplicam no sangue chamamos “septicemia”.
12 Diverticulite: Inflamação aguda da parede de um divertículo colônico. Produz dor no quadrante afetado (em geral o inferior esquerdo), febre, etc.Necessita de tratamento com antibióticos por via endovenosa e raramente o tratamento é cirúrgico.
13 Pielonefrite: Infecção dos rins produzida em geral por bactérias. A forma de aquisição mais comum é por ascensão de bactérias através dos ureteres, como complicação de uma infecção prévia de bexiga. Seus sintomas são febre, dor lombar, calafrios, eliminação de urina turva ou com traços de sangue, etc. Deve ser tratada cuidadosamente com antibióticos pelo risco de lesão permanente dos rins, com perda de função renal.
14 Meningite: Inflamação das meninges, aguda ou crônica, quase sempre de origem infecciosa, com ou sem reação purulenta do líquido cefalorraquidiano. As meninges são três membranas superpostas (dura-máter, aracnoide e pia-máter) que envolvem o encéfalo e a medula espinhal.
15 Pancreatite: Inflamação do pâncreas. A pancreatite aguda pode ser produzida por cálculos biliares, alcoolismo, drogas, etc. Pode ser uma doença grave e fatal. Os primeiros sintomas consistem em dor abdominal, vômitos e distensão abdominal.
16 Necrose: Conjunto de processos irreversíveis através dos quais se produz a degeneração celular seguida de morte da célula.
17 Mesentérica: Relativo ao mesentério, ou seja, na anatomia geral o mesentério é uma dobra do peritônio que une o intestino delgado à parede posterior do abdome.
18 Fisiopatologia: Estudo do conjunto de alterações fisiológicas que acontecem no organismo e estão associadas a uma doença.
19 Fúngicas: Relativas à ou produzidas por fungo.
20 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
21 Pressão arterial: A relação que define a pressão arterial é o produto do fluxo sanguíneo pela resistência. Considerando-se a circulação como um todo, o fluxo total é denominado débito cardíaco, enquanto a resistência é denominada de resistência vascular periférica total.
22 Hipóxia: Estado de baixo teor de oxigênio nos tecidos orgânicos que pode ocorrer por diversos fatores, tais como mudança repentina para um ambiente com ar rarefeito (locais de grande altitude) ou por uma alteração em qualquer mecanismo de transporte de oxigênio, desde as vias respiratórias superiores até os tecidos orgânicos.
23 Citocinas: Citoquina ou citocina é a designação genérica de certas substâncias segregadas por células do sistema imunitário que controlam as reações imunes do organismo.
24 Permeabilidade: Qualidade dos corpos que deixam passar através de seus poros outros corpos (fluidos, líquidos, gases, etc.).
25 Capilar: 1. Na medicina, diz-se de ou tubo endotelial muito fino que liga a circulação arterial à venosa. Qualquer vaso. 2. Na física, diz-se de ou tubo, em geral de vidro, cujo diâmetro interno é diminuto. 3. Relativo a cabelo, fino como fio de cabelo.
26 Vascular: Relativo aos vasos sanguíneos do organismo.
27 Hipotensão arterial: Diminuição da pressão arterial abaixo dos valores normais. Estes valores normais são 90 milímetros de mercúrio de pressão sistólica e 50 milímetros de pressão diastólica.
28 Miocárdio: Tecido muscular do CORAÇÃO. Composto de células musculares estriadas e involuntárias (MIÓCITOS CARDÍACOS) conectadas, que formam a bomba contrátil geradora do fluxo sangüíneo. Sinônimos: Músculo Cardíaco; Músculo do Coração
29 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
30 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
31 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
32 Coração: Órgão muscular, oco, que mantém a circulação sangüínea.
33 Cérebro: Derivado do TELENCÉFALO, o cérebro é composto dos hemisférios direito e esquerdo. Cada hemisfério contém um córtex cerebral exterior e gânglios basais subcorticais. O cérebro inclui todas as partes dentro do crânio exceto MEDULA OBLONGA, PONTE e CEREBELO. As funções cerebrais incluem as atividades sensório-motora, emocional e intelectual.
34 Rins: Órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
35 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
36 Intestinos: Seção do canal alimentar que vai do ESTÔMAGO até o CANAL ANAL. Inclui o INTESTINO GROSSO e o INTESTINO DELGADO.
37 Tonturas: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
38 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
39 Palpitações: Designa a sensação de consciência do batimento do coração, que habitualmente não se sente. As palpitações são detectadas usualmente após um exercício violento, em situações de tensão ou depois de um grande susto, quando o coração bate com mais força e/ou mais rapidez que o normal.
40 Letargia: Em psicopatologia, é o estado de profunda e prolongada inconsciência, semelhante ao sono profundo, do qual a pessoa pode ser despertada, mas ao qual retorna logo a seguir. Por extensão de sentido, é a incapacidade de reagir e de expressar emoções; apatia, inércia e/ou desinteresse.
41 Exantema: Alteração difusa da coloração cutânea, caracterizada por eritema, com elevação das camadas mais superficiais da pele (pápulas), vesículas, etc. Pode ser produzido por uma infecção geralmente viral (rubéola, varicela, sarampo), por alergias a medicamentos, etc.
42 Cutâneo: Que diz respeito à pele, à cútis.
43 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
44 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
45 Eminentemente: De modo eminente; em alto grau; acima de tudo.
46 Taquipneia: Aceleração do ritmo respiratório.
47 Taquicardia: Aumento da frequência cardíaca. Pode ser devido a causas fisiológicas (durante o exercício físico ou gravidez) ou por diversas doenças como sepse, hipertireoidismo e anemia. Pode ser assintomática ou provocar palpitações.
48 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
49 Hipotermia: Diminuição da temperatura corporal abaixo de 35ºC.Pode ser produzida por choque, infecção grave ou em estados de congelamento.
50 Lactato: Sal ou éster do ácido láctico ou ânion dele derivado.
51 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
52 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
53 Terapia intensiva: Tratamento para diabetes no qual os níveis de glicose são mantidos o mais próximo do normal possível através de injeções freqüentes ou uso de bomba de insulina, planejamento das refeições, ajuste em medicamentos hipoglicemiantes e exercícios baseados nos resultados de testes de glicose além de contatos freqüentes entre o diabético e o profissional de saúde.
54 Mortalidade: A taxa de mortalidade ou coeficiente de mortalidade é um dado demográfico do número de óbitos, geralmente para cada mil habitantes em uma dada região, em um determinado período de tempo.
Gostou do artigo? Compartilhe!

Tem alguma dúvida sobre Infectologia?

Pergunte diretamente a um especialista

Sua pergunta será enviada aos especialistas do CatalogoMed, veja as dúvidas já respondidas.