Gostou do artigo? Compartilhe!

Distúrbios do equilíbrio

A+ A- Alterar tamanho da letra
Avalie este artigo

O que é o equilíbrio corporal?

Equilíbrio corporal é a capacidade de manter a orientação do corpo e suas partes em relação ao espaço externo. O equilíbrio corporal é regulado principalmente por três sistemas orgânicos conjuntos, coordenados entre si: (1) o ouvido (labirinto1), (2) a visão2 e (3) o cerebelo3 e depende de um delicado controle efetuado sobre os músculos4 e as articulações5 pelo sistema nervoso central6, de modo a manter o corpo em determinadas posições estáticas ou a se deslocar harmoniosamente.

Esse controle é necessário de maneira constante, exceto quando a pessoa está deitada, porque como o ser humano utiliza apenas dois membros para andar tem mais dificuldade de manter o equilíbrio do corpo.

O que são os distúrbios do equilíbrio?

Os distúrbios do equilíbrio são transtornos na manutenção do equilíbrio normal que resultam de doenças que afetam as vias vestibulares7 centrais ou periféricas, o cerebelo3 ou as vias sensoriais envolvidas na propriocepção8. Esses distúrbios costumam apresentar-se como vertigem9 ou ataxia10.

A vertigem9 é a ilusão de movimento do corpo ou do ambiente. Geralmente está associada a outros sintomas11, como impulsão (sensação de que o corpo está sendo arremessado ou puxado no espaço), oscilopsia (uma ilusão visual de movimento para frente e para trás), náuseas12, vômitos13 ou ataxia10 de marcha.

Ataxia10 é incoordenação ou desajeitamento de movimento que não é resultado da fraqueza muscular. Pode ser causada por distúrbios vestibulares7, cerebelares ou sensoriais (proprioceptivos14). A ataxia10 pode afetar o movimento dos olhos15, a fala, os membros, tronco, postura ou marcha. 

Saiba mais sobre "Náuseas12 e vômitos13", "Ataxia10", "Tontura16" e "Insuficiência17 vertebrobasilar".

Quais são as causas dos distúrbios do equilíbrio?

As perturbações do equilíbrio podem ser causadas por infecções18 virais ou bacterianas no ouvido, um ferimento na cabeça19 ou distúrbios circulatórios que afetam o ouvido interno20 ou o cérebro21. Muitas pessoas experimentam problemas com o seu senso de equilíbrio à medida que envelhecem.

Problemas de equilíbrio e tonturas22 também podem ser um efeito colateral23 de certos medicamentos. Além disso, problemas nos sistemas visual, esquelético, nervoso ou circulatório podem originar alterações de postura e equilíbrio.

Doença do sistema circulatório24, tal como pressão arterial25 baixa, pode levar a uma sensação de tontura16 quando se levanta de repente. Alterações no sistema esquelético26 ou visual também podem causar problemas de equilíbrio. Contudo, muitos distúrbios do equilíbrio podem acontecer sem nenhuma causa óbvia.

Qual é o mecanismo fisiológico27 dos distúrbios do equilíbrio?

A ataxia10 cerebelar é comumente associada à hipotonia28, o que resulta em manutenção de uma postura defeituosa, resultando em distúrbios do equilíbrio. Os membros podem ser deslocados com facilidade e até mesmo o balanço dos braços durante a caminhada é similarmente aumentado de amplitude. Os reflexos tendinosos assumem uma qualidade pendular, de modo que várias oscilações do membro podem ocorrer após eles serem provocados. Quando os músculos4 são contraídos, o relaxamento compensatório não ocorre imediatamente.

Além da hipotonia28, a ataxia10 cerebelar se associa à incoordenação dos movimentos voluntários. Essas irregularidades são mais pronunciadas durante a iniciação e término do movimento, quando o membro se aproxima do seu alvo. Movimentos compostos como andar, falar, etc, tendem a se decompor em uma sucessão de movimentos isolados em vez de um único ato motor, prejudicando a execução de sua meta.

Devido ao papel proeminente do cerebelo3 no controle dos movimentos oculares, as anomalias oculares são uma consequência frequente da doença cerebelar. Estes incluem nistagmo29 e as oscilações oculares relacionadas, paresia30 de olhar e movimentos defeituosos.

Quais são as principais características clínicas dos distúrbios do equilíbrio?

A vertigem9 deve ser distinguida de uma sensação de cabeça19 mareada ou pré-sincopal. A vertigem9 é tipicamente descrita como uma sensação de girar ou mover. Ela é, muitas vezes, provocada por mudanças na posição da cabeça19. A ocorrência de sintomas11 de vertigem9 após estar deitado por tempo prolongado é uma característica comum da hipotensão31 ortostática, que pode ser imediatamente aliviada por sentar-se ou deitar-se. Os sintomas11 associados à vertigem9 podem ajudar a localizar a lesão32 que a está causando.

A perda auditiva ou zumbido sugere um distúrbio do aparelho vestibular33 periférico. Disartria34, disfagia35, diplopia36, fraqueza ou perda sensorial focalizadas apontam para uma possível lesão32 central. A ataxia10 associada à vertigem9 sugere um distúrbio vestibular33, enquanto a ataxia10 com dormência37 ou formigamento nas pernas é comum em pacientes com ataxia10 sensorial. Como os déficits proprioceptivos14 podem ser compensados por outros sinais38 sensoriais, os pacientes com ataxia10 sensorial podem relatar que seu equilíbrio está melhorando e já podem andar usando bengala ou o braço de um companheiro para apoio. Esses pacientes são muito mais instáveis no escuro, sem apoio da visão2, e podem ter dificuldade especial na descida de escadas.

O modo de início e o curso do transtornos do equilíbrio podem ajudar a identificar a causa deles. O início súbito é mais comum em casos de infartos e hemorragias39 no tronco cerebral40 ou cerebelo3. Desequilíbrios episódicos de início agudo41 sugerem ataques isquêmicos transitórios na artéria basilar42, vertigem9 posicional benigna ou doença de Ménière. Em geral, eles são acompanhados de déficits do nervo craniano, sinais38 neurológicos nos membros ou ambos. A doença de Ménière é geralmente associada com perda progressiva da audição e zumbido, bem como vertigem9.

O desequilíbrio crônico43 e progressivo é mais sugestivo de um distúrbio tóxico ou nutricional. A evolução progressiva ao longo de meses ou anos é característica de uma degeneração44 espinocerebelar herdada. Alguns outros sintomas11 que podem ocorrer são tontura16 ou vertigem9, sentir como se estivesse caindo, desmaios, sensação de flutuação, visão2 turva, confusão ou desorientação, náuseas12 e vômitos13, diarreia45, alterações do ritmo cardíaco e da pressão arterial25, ansiedade ou pânico. Algumas pessoas também se sentem fatigadas, deprimidas ou incapazes de se concentrarem. 

Veja sobre "Doença de Ménière", "Zumbido no ouvido46", "Arritmia47 cardíaca" e "Hipotensão31 ortostática".

 

ABCMED, 2017. Distúrbios do equilíbrio. Disponível em: <https://www.abc.med.br/p/sinais.-sintomas-e-doencas/1290343/disturbios+do+equilibrio.htm>. Acesso em: 16 set. 2019.
Nota ao leitor:
As notas acima são dirigidas principalmente aos leigos em medicina e têm por objetivo destacar os aspectos mais relevantes desse assunto e não visam substituir as orientações do médico, que devem ser tidas como superiores a elas. Sendo assim, elas não devem ser utilizadas para autodiagnóstico ou automedicação nem para subsidiar trabalhos que requeiram rigor científico.

Complementos

1 Labirinto: 1. Vasta construção de passagens ou corredores que se entrecruzam de tal maneira que é difícil encontrar um meio ou um caminho de saída. 2. Anatomia: conjunto de canais e cavidades entre o tímpano e o canal auditivo, essencial para manter o equilíbrio físico do corpo. 3. Sentido figurado: coisa complicada, confusa, de difícil solução. Emaranhado, imbróglio.
2 Visão: 1. Ato ou efeito de ver. 2. Percepção do mundo exterior pelos órgãos da vista; sentido da vista. 3. Algo visto, percebido. 4. Imagem ou representação que aparece aos olhos ou ao espírito, causada por delírio, ilusão, sonho; fantasma, visagem. 5. No sentido figurado, concepção ou representação, em espírito, de situações, questões etc.; interpretação, ponto de vista. 6. Percepção de fatos futuros ou distantes, como profecia ou advertência divina.
3 Cerebelo: Parte do encéfalo que fica atrás do TRONCO ENCEFÁLICO, na base posterior do crânio (FOSSA CRANIANA POSTERIOR). Também conhecido como “encéfalo pequeno“, com convoluções semelhantes àquelas do CÓRTEX CEREBRAL, substância branca interna e núcleos cerebelares profundos. Sua função é coordenar movimentos voluntários, manter o equilíbrio e aprender habilidades motoras.
4 Músculos: Tecidos contráteis que produzem movimentos nos animais.
5 Articulações:
6 Sistema Nervoso Central: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
7 Vestibulares: O sistema vestibular é um dos sistemas que participam do equilíbrio do corpo. Ele contribui para três funções principais: controle do equilíbrio, orientação espacial e estabilização da imagem. Sintomas vestibulares são aqueles que mostram alterações neste sistema.
8 Propriocepção: Também denominada de cinestesia, é a capacidade em reconhecer a localização espacial do corpo, sua posição e orientação, a força exercida pelos músculos e a posição de cada parte do corpo em relação às demais, sem utilizar a visão. Esta percepção permite a manutenção do equilíbrio postural e a realização de diversas atividades. Ela resulta da interação das fibras musculares que trabalham para manter o corpo na sua base de sustentação, de informações táteis e do sistema vestibular, localizado no ouvido interno.
9 Vertigem: Alucinação de movimento. Pode ser devido à doença do sistema de equilíbrio, reação a drogas, etc.
10 Ataxia: Reflete uma condição de falta de coordenação dos movimentos musculares voluntários podendo afetar a força muscular e o equilíbrio de uma pessoa. É normalmente associada a uma degeneração ou bloqueio de áreas específicas do cérebro e cerebelo. É um sintoma, não uma doença específica ou um diagnóstico.
11 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
12 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
13 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
14 Proprioceptivos: Capaz de receber estímulos provenientes dos músculos, dos tendões e de outros tecidos internos. Diz respeito à orientação dos membros e do corpo no espaço.
15 Olhos:
16 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
17 Insuficiência: Incapacidade de um órgão ou sistema para realizar adequadamente suas funções.Manifesta-se de diferentes formas segundo o órgão comprometido. Exemplos: insuficiência renal, hepática, cardíaca, respiratória.
18 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
19 Cabeça:
20 Ouvido interno: Atualmente denominado orelha interna está localizado na porção petrosa do osso temporal, recebe terminações nervosas do nervo coclear e vestibular, sendo parte essencial dos órgãos da audição e equilíbrio. É constituído de três estruturas: labirinto membranoso (endolinfático), labirinto ósseo (perilinfático) e cápsula ótica.
21 Cérebro: Derivado do TELENCÉFALO, o cérebro é composto dos hemisférios direito e esquerdo. Cada hemisfério contém um córtex cerebral exterior e gânglios basais subcorticais. O cérebro inclui todas as partes dentro do crânio exceto MEDULA OBLONGA, PONTE e CEREBELO. As funções cerebrais incluem as atividades sensório-motora, emocional e intelectual.
22 Tonturas: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
23 Efeito colateral: 1. Ação não esperada de um medicamento. Ou seja, significa a ação sobre alguma parte do organismo diferente daquela que precisa ser tratada pelo medicamento. 2. Possível reação que pode ocorrer durante o uso do medicamento, podendo ser benéfica ou maléfica.
24 Sistema circulatório: O sistema circulatório ou cardiovascular é formado por um circuito fechado de tubos (artérias, veias e capilares) dentro dos quais circula o sangue e por um órgão central, o coração, que atua como bomba. Ele move o sangue através dos vasos sanguíneos e distribui substâncias por todo o organismo.
25 Pressão arterial: A relação que define a pressão arterial é o produto do fluxo sanguíneo pela resistência. Considerando-se a circulação como um todo, o fluxo total é denominado débito cardíaco, enquanto a resistência é denominada de resistência vascular periférica total.
26 Sistema esquelético: Sistema esquelético O sistema esquelético ou esqueleto humano é um conjunto de ossos, cartilagens e ligamentos que se interligam para formar o arcabouço do corpo e desempenhar funções como sustentação e proteção para os órgãos, armazenamento de sais inorgânicos, formação de alavancas que movimentadas pelos músculos permitem o deslocamento do corpo e é local de produção de várias células sanguíneas.
27 Fisiológico: Relativo à fisiologia. A fisiologia é estudo das funções e do funcionamento normal dos seres vivos, especialmente dos processos físico-químicos que ocorrem nas células, tecidos, órgãos e sistemas dos seres vivos sadios.
28 Hipotonia: 1. Em biologia, é a condição da solução que apresenta menor concentração de solutos do que outra. 2. Em fisiologia, é a redução ou perda do tono muscular ou a redução da tensão em qualquer parte do corpo (por exemplo, no globo ocular, nas artérias, etc.)
29 Nistagmo: Movimento involuntário, rápido e repetitivo do globo ocular. É normal dentro de certos limites diante da mudança de direção do olhar horizontal. Porém, pode expressar doenças neurológicas ou do sistema de equilíbrio.
30 Paresia: Diminuição da força em um ou mais grupos musculares. É um grau menor de paralisia.
31 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
32 Lesão: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
33 Vestibular: 1. O sistema vestibular é um dos sistemas que participam do equilíbrio do corpo. Ele contribui para três funções principais: controle do equilíbrio, orientação espacial e estabilização da imagem. Sintomas vestibulares são aqueles que mostram alterações neste sistema. 2. Exame que aprova e classifica os estudantes a serem admitidos nos cursos superiores.
34 Disartria: Distúrbio neurológico caracterizado pela incapacidade de articular as palavras de maneira correta (dificuldade na produção de fonemas). Entre as suas principais causas estão as lesões nos nervos centrais e as doenças neuromusculares.
35 Disfagia: Sensação consciente da passagem dos alimentos através do esôfago. Pode estar associado a doenças motoras, inflamatórias ou tumorais deste órgão.
36 Diplopia: Visão dupla.
37 Dormência: 1. Estado ou característica de quem ou do que dorme. 2. No sentido figurado, inércia com relação a se fazer alguma coisa, a se tomar uma atitude, etc., resultando numa abulia ou falta de ação; entorpecimento, estagnação, marasmo. 3. Situação de total repouso; quietação. 4. No sentido figurado, insensibilidade espiritual de um ser diante do mundo. Sensação desagradável caracterizada por perda da sensibilidade e sensação de formigamento, e que geralmente ocorre nas extremidades dos membros. 5. Em biologia, é um período longo de inatividade, com metabolismo reduzido ou suspenso, geralmente associado a condições ambientais desfavoráveis; estivação.
38 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
39 Hemorragias: Saída de sangue dos vasos sanguíneos ou do coração para o exterior, para o interstício ou para cavidades pré-formadas do organismo.
40 Tronco Cerebral: Parte do encéfalo que conecta os hemisférios cerebrais à medula espinhal. É formado por MESENCÉFALO, PONTE e MEDULA OBLONGA.
41 Agudo: Descreve algo que acontece repentinamente e por curto período de tempo. O oposto de crônico.
42 Artéria Basilar: Artéria formada pela união das artérias vertebrais direita e esquerda. Corre da parte inferior para a parte superior da ponte, onde se bifurca em duas artérias cerebrais posteriores.
43 Crônico: Descreve algo que existe por longo período de tempo. O oposto de agudo.
44 Degeneração: 1. Ato ou efeito de degenerar (-se). 2. Perda ou alteração (no ser vivo) das qualidades de sua espécie; abastardamento. 3. Mudança para um estado pior; decaimento, declínio. 4. No sentido figurado, é o estado de depravação. 5. Degenerescência.
45 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
46 Zumbido no ouvido: Pode ser descrito como um som parecido com campainhas no ouvido ou outros barulhos dentro da cabeça que são percebidos na ausência de qualquer fonte de barulho externa.
47 Arritmia: Arritmia cardíaca é o nome dado a diversas perturbações que alteram a frequência ou o ritmo dos batimentos cardíacos.
Gostou do artigo? Compartilhe!

Tem alguma dúvida sobre Neurologia?

Pergunte diretamente a um especialista

Sua pergunta será enviada aos especialistas do CatalogoMed, veja as dúvidas já respondidas.