Atalho: 5TEB583
Gostou do artigo? Compartilhe!

Hipertensão Arterial

A+ A- Alterar tamanho da letra
Avalie este artigo

 

Sinônimos:

Pressão alta

 

O que é hipertensão arterial1?

A hipertensão arterial1 (pressão alta) é das doenças de maior prevalência2 na população. No Brasil, a Sociedade Brasileira de Hipertensão3 (SBH) estima que haja 30 milhões de hipertensos, cerca de 30% da população adulta. Entre as pessoas com mais de 60 anos, mais de 60% têm hipertensão3. No mundo, são 600 milhões de hipertensos, segundo a Organização Mundial de Saúde4 (OMS). Embora o problema ocorra predominantemente na fase adulta, o número de crianças e adolescentes hipertensos vem aumentando a cada dia. A SBH estima que 5% da população com até 18 anos tenham hipertensão3 – são 3,5 milhões de crianças e adolescentes brasileiros.

A pressão alta caracteriza-se pela presença de níveis de pressão arterial5 elevados associados a alterações no metabolismo6 do organismo, nos hormônios e nas musculaturas cardíaca e vascular7.

Considerada um dos principais fatores de risco de doença, é responsável por cerca de 40% dos casos de aposentadoria precoce e de absenteísmo no trabalho em nosso meio. É uma condição de causas multifatoriais que deve receber a atenção e o cuidado de todos.

 

Quais são as causas?

Em 95% dos casos, a causa da hipertensão arterial1 (HA) é desconhecida, sendo chamada de HA primária ou essencial. Nesses pacientes, ocorre aumento da rigidez das paredes arteriais e a herança genética pode contribuir para o aparecimento da doença em 70% dos casos.

Nos demais, ocorre a HA secundária, ou seja, quando uma determinada causa predomina sobre as demais, embora outras possam estar presentes. É o caso da:

  • HA por doença do parênquima8 renal9
  • HA renovascular: provocada por algum problema nas artérias10 renais. O rim11 afetado produz substâncias que elevam a pressão arterial5
  • HA por aldosteronismo primário
  • HA relacionada à gestação
  • HA relacionada ao uso de medicamentos; como corticosteróides, anti-concepcionais ou anti-inflamatórios
  • HA relacionada ao feocromocitoma12: tumor13 que produz substâncias vasoconstritoras que aumentam a pressão arterial5, produzem taquicardia14, cefaléia15 e sudorese16
  • HA relacionada a outras causas

 

Quem está em risco para desenvolver esta condição?

Pessoas com história familiar de hipertensão3 podem apresentar maior risco para a doença. Pesquise se em sua família existem pessoas hipertensas. Caso faça parte deste grupo, procure orientação sobre como começar a prevenir a hipertensão3.

Níveis elevados de pressão arterial5 são facilitados por: elevada ingestão de sal, baixa ingestão de potássio, alta ingestão calórica e excessivo consumo de álcool. Os dois últimos fatores de risco são os que mais contribuem para o desenvolvimento de peso excessivo ou obesidade17, que estão diretamente relacionados à elevação da pressão arterial5. O papel do teor de cálcio, magnésio e proteína da dieta na prevenção da pressão arterial5 ainda não está definido.

O estresse psicológico e o sedentarismo18 ainda aguardam provas mais definitivas de participação como fatores de risco, embora existam evidências de que sua modificação pode ser benéfica no tratamento da hipertensão arterial1.

O aumento do risco cardiovascular ocorre também pela agregação de outros fatores, tais como tabagismo e dislipidemias - alterações nos níveis de colesterol19 e triglicérides20, intolerância à glicose21 e diabetes mellitus22.

 

O que sente o portador desta condição?

Na maioria dos casos, não são observados sintomas23. Quando estes ocorrem, são comuns a outras patologias, tais como dor de cabeça24, tonturas25, cansaço, enjôos, falta de ar e sangramentos nasais. Por isso, a hipertensão arterial1 é conhecida como uma doença silenciosa. Isto pode dificultar o diagnóstico26 ou fazer com que os pacientes esqueçam de usar os medicamentos necessários para controlar a pressão arterial5.

 

Como o médico faz o diagnóstico26?

O diagnóstico26 é feito pela aferição (medida) cuidadosa da pressão arterial5 em mais de uma oportunidade. As medidas devem ser obtidas em ambos os membros superiores e, em caso de diferença, utiliza-se sempre o braço com o maior valor de pressão para as medidas posteriores.

A posição recomendada para a medida da pressão arterial5 é a sentada. A medida nas posições ortostática e supina deve ser feita pelo menos na primeira avaliação em todos os indivíduos e em todas as avaliações em idosos, diabéticos, portadores de disautonomias, alcoolistas e/ou em uso de medicação anti-hipertensiva.

As medidas devem ser realizadas por profissionais experientes e usando um equipamento devidamente calibrado.

Os médicos usam a tabela abaixo para classificar a hipertensão3:

 

Classificação da pressão arterial5 de acordo com a medida casual no consultório (> 18 anos):

Classificação da PA

PA sistólica (mmHg)

PA diastólica (mmHg)

Ótima

<120

<80

Normal

< 130

< 85

Limítrofe

130-139

85-89

Hipertensão3 estágio 1

140–159

90–99

Hipertensão3 estágio 2

160-179

100-109

Hipertensão3 estágio 3

> 180

> 110

Hipertensão3 sistólica isolada

> 140

< 90


Quando as pressões sistólica e diastólica de um paciente situam-se em categorias diferentes, a maior deve ser utilizada para classificar a pressão arterial5.

 

Quais as opções de tratamento disponíveis?

Existem dois tipos de tratamento para os hipertensos: não-medicamentoso e medicamentoso.

Um estilo de vida saudável é fundamental para controlar fatores ambientais que influenciam negativamente a pressão arterial5. Uma alimentação rica em frutas, verduras e vegetais, evitar a  ingestão excessiva de sal , combater o sedentarismo18 e a obesidade17, evitar o álcool e o cigarro colaboram para a redução da pressão arterial5 e para a diminuição do risco cardiovascular.

Quando essas medidas não são suficientes para controlar a pressão arterial5, o médico pode optar por introduzir medicações hipotensoras com o objetivo de reduzir a morbidade27 e a mortalidade28 cardiovasculares. O tratamento medicamentoso deve estar sempre associado ao tratamento não-medicamentoso citado acima.

Existem vários medicamentos usados para controlar a hipertensão3, como diuréticos29, inibidores da ECA, bloqueadores do receptor AT1 e bloqueadores dos canais de cálcio. Às vezes, é necessário que o médico oriente uma associação de anti-hipertensivos.

O objetivo é reduzir a pressão arterial5 para valores inferiores a 140 mmHg de pressão sistólica30 e 90 mmHg de pressão diastólica31, respeitando-se as características individuais, a presença de outras doenças e a qualidade de vida dos pacientes.

 

Quais são as complicações da doença?

O aumento contínuo da pressão arterial5 faz com que ocorram danos às artérias10. Elas tornam-se mais espessadas e estreitadas, podem começar a ter placas32 de gordura33 aderidas a sua superfície, dificultando o fluxo sangüíneo. As artérias10 vão perdendo sua elasticidade34, podendo entupir ou romper.

Essas complicações da hipertensão3 atingem mais freqüentemente o coração35, cérebro36, rins37, olhos38 e artérias10 periféricas. Podendo levar ao infarto39 agudo40 do miocárdio41 (IAM), insuficiência cardíaca42, arritmias43 cardíacas, acidente vascular cerebral44, insuficiência renal45, problemas oculares como diminuição da visão46 e alterações na retina47 ou problemas circulatórios.

 

Perguntas que você pode fazer ao seu médico?

- Quais as conseqüências da hipertensão3 se não houver tratamento?
- Quais as chances dos filhos de indivíduos hipertensos apresentarem a doença?
- A hipertensão3 atinge com maior freqüência algum grupo específico de pessoas?
- Até quando vou fazer uso de medicamentos para controlar minha pressão arterial5?
- Existem grupos de ajuda para pessoas com hipertensão3? Onde encontrá-los?
- Quais são os efeitos colaterais48 das medicações usadas no controle da pressão alta?

 

 

Fontes:

 Manuais de Cardiologia
III Consenso Brasileiro de Hipertensão Arterial1
V Diretrizes Brasileiras de Hipertensão Arterial1

ABCMED, 2008. Hipertensão Arterial. Disponível em: <https://www.abc.med.br/p/hipertensao-arterial/22140/hipertensao+arterial.htm>. Acesso em: 16 jul. 2018.
Nota ao leitor:
As notas acima são dirigidas principalmente aos leigos em medicina e têm por objetivo destacar os aspectos mais relevantes desse assunto e não visam substituir as orientações do médico, que devem ser tidas como superiores a elas. Sendo assim, elas não devem ser utilizadas para autodiagnóstico ou automedicação nem para subsidiar trabalhos que requeiram rigor científico.

Complementos

1 Hipertensão arterial: Aumento dos valores de pressão arterial acima dos valores considerados normais, que no adulto são de 140 milímetros de mercúrio de pressão sistólica e 85 milímetros de pressão diastólica.
2 Prevalência: Número de pessoas em determinado grupo ou população que são portadores de uma doença. Número de casos novos e antigos desta doença.
3 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
4 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
5 Pressão arterial: A relação que define a pressão arterial é o produto do fluxo sanguíneo pela resistência. Considerando-se a circulação como um todo, o fluxo total é denominado débito cardíaco, enquanto a resistência é denominada de resistência vascular periférica total.
6 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
7 Vascular: Relativo aos vasos sanguíneos do organismo.
8 Parênquima: 1. Célula específica de uma glândula ou de um órgão, contida no tecido conjuntivo. 2. Na anatomia botânica, é o tecido vegetal fundamental, que constitui a maior parte da massa dos vegetais, formado por células poliédricas, quase isodiamétricas e com paredes não lignificadas, a partir das quais os outros tecidos se desenvolvem. 3. Na anatomia zoológica, é a substância celular mole que preenche o espaço entre os órgãos.
9 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
10 Artérias: Os vasos que transportam sangue para fora do coração.
11 Rim: Os rins são órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
12 Feocromocitoma: São tumores originários das células cromafins do eixo simpático-adrenomedular, caracterizados pela autonomia na produção de catecolaminas, mais freqüentemente adrenalina e/ou noradrenalina. A hipertensão arterial é a manifestação clínica mais comum, acometendo mais de 90% dos pacientes, geralmente resistente ao tratamento anti-hipertensivo convencional, mas podendo responder a bloqueadores alfa-adrenérgicos, bloqueadores dos canais de cálcio e nitroprussiato de sódio. A tríade clássica do feocromocitoma, associado à hipertensão arterial, é composta por cefaléia, sudorese intensa e palpitações.
13 Tumor: Termo que literalmente significa massa ou formação de tecido. É utilizado em geral para referir-se a uma formação neoplásica.
14 Taquicardia: Aumento da frequência cardíaca. Pode ser devido a causas fisiológicas (durante o exercício físico ou gravidez) ou por diversas doenças como sepse, hipertireoidismo e anemia. Pode ser assintomática ou provocar palpitações.
15 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
16 Sudorese: Suor excessivo
17 Obesidade: Condição em que há acúmulo de gorduras no organismo além do normal, mais severo que o sobrepeso. O índice de massa corporal é igual ou maior que 30.
18 Sedentarismo: Qualidade de quem ou do que é sedentário, ou de quem tem vida e/ou hábitos sedentários. Sedentário é aquele que se exercita pouco, que não se movimenta muito.
19 Colesterol: Tipo de gordura produzida pelo fígado e encontrada no sangue, músculos, fígado e outros tecidos. O colesterol é usado pelo corpo para a produção de hormônios esteróides (testosterona, estrógeno, cortisol e progesterona). O excesso de colesterol pode causar depósito de gordura nos vasos sangüíneos. Seus componentes são: HDL-Colesterol: tem efeito protetor para as artérias, é considerado o bom colesterol. LDL-Colesterol: relacionado às doenças cardiovasculares, é o mau colesterol. VLDL-Colesterol: representa os triglicérides (um quinto destes).
20 Triglicérides: A principal maneira de armazenar os lipídeos no tecido adiposo é sob a forma de triglicérides. São também os tipos de lipídeos mais abundantes na alimentação. Podem ser definidos como compostos formados pela união de três ácidos graxos com glicerol. Os triglicérides sólidos em temperatura ambiente são conhecidos como gorduras, enquanto os líquidos são os óleos. As gorduras geralmente possuem uma alta proporção de ácidos graxos saturados de cadeia longa, já os óleos normalmente contêm mais ácidos graxos insaturados de cadeia curta.
21 Glicose: Uma das formas mais simples de açúcar.
22 Diabetes mellitus: Distúrbio metabólico originado da incapacidade das células de incorporar glicose. De forma secundária, podem estar afetados o metabolismo de gorduras e proteínas.Este distúrbio é produzido por um déficit absoluto ou relativo de insulina. Suas principais características são aumento da glicose sangüínea (glicemia), poliúria, polidipsia (aumento da ingestão de líquidos) e polifagia (aumento da fome).
23 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
24 Cabeça:
25 Tonturas: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
26 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
27 Morbidade: Morbidade ou morbilidade é a taxa de portadores de determinada doença em relação à população total estudada, em determinado local e em determinado momento.
28 Mortalidade: A taxa de mortalidade ou coeficiente de mortalidade é um dado demográfico do número de óbitos, geralmente para cada mil habitantes em uma dada região, em um determinado período de tempo.
29 Diuréticos: Grupo de fármacos que atuam no rim, aumentando o volume e o grau de diluição da urina. Eles depletam os níveis de água e cloreto de sódio sangüíneos. São usados no tratamento da hipertensão arterial, insuficiência renal, insuficiência cardiaca ou cirrose do fígado. Há dois tipos de diuréticos, os que atuam diretamente nos túbulos renais, modificando a sua atividade secretora e absorvente; e aqueles que modificam o conteúdo do filtrado glomerular, dificultando indiretamente a reabsorção da água e sal.
30 Pressão sistólica: É a pressão mais elevada (pico) verificada nas artérias durante a fase de sístole do ciclo cardíaco. É também chamada de pressão máxima.
31 Pressão Diastólica: É a pressão mais baixa detectada no sistema arterial sistêmico, observada durante a fase de diástole do ciclo cardíaco. É também denominada de pressão mínima.
32 Placas: 1. Lesões achatadas, semelhantes à pápula, mas com diâmetro superior a um centímetro. 2. Folha de material resistente (metal, vidro, plástico etc.), mais ou menos espessa. 3. Objeto com formato de tabuleta, geralmente de bronze, mármore ou granito, com inscrição comemorativa ou indicativa. 4. Chapa que serve de suporte a um aparelho de iluminação que se fixa em uma superfície vertical ou sobre uma peça de mobiliário, etc. 5. Placa de metal que, colocada na dianteira e na traseira de um veículo automotor, registra o número de licenciamento do veículo. 6. Chapa que, emitida pela administração pública, representa sinal oficial de concessão de certas licenças e autorizações. 7. Lâmina metálica, polida, usualmente como forma em processos de gravura. 8. Área ou zona que difere do resto de uma superfície, ordinariamente pela cor. 9. Mancha mais ou menos espessa na pele, como resultado de doença, escoriação, etc. 10. Em anatomia geral, estrutura ou órgão chato e em forma de placa, como uma escama ou lamela. 11. Em informática, suporte plano, retangular, de fibra de vidro, em que se gravam chips e outros componentes eletrônicos do computador. 12. Em odontologia, camada aderente de bactérias que se forma nos dentes.
33 Gordura: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Os alimentos que fornecem gordura são: manteiga, margarina, óleos, nozes, carnes vermelhas, peixes, frango e alguns derivados do leite. O excesso de calorias é estocado no organismo na forma de gordura, fornecendo uma reserva de energia ao organismo.
34 Elasticidade: 1. Propriedade de um corpo sofrer deformação, quando submetido à tração, e retornar parcial ou totalmente à forma original. 2. Flexibilidade, agilidade física. 3. Ausência de senso moral.
35 Coração: Órgão muscular, oco, que mantém a circulação sangüínea.
36 Cérebro: Derivado do TELENCÉFALO, o cérebro é composto dos hemisférios direito e esquerdo. Cada hemisfério contém um córtex cerebral exterior e gânglios basais subcorticais. O cérebro inclui todas as partes dentro do crânio exceto MEDULA OBLONGA, PONTE e CEREBELO. As funções cerebrais incluem as atividades sensório-motora, emocional e intelectual.
37 Rins: Órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
38 Olhos:
39 Infarto: Morte de um tecido por irrigação sangüínea insuficiente. O exemplo mais conhecido é o infarto do miocárdio, no qual se produz a obstrução das artérias coronárias com conseqüente lesão irreversível do músculo cardíaco.
40 Agudo: Descreve algo que acontece repentinamente e por curto período de tempo. O oposto de crônico.
41 Miocárdio: Tecido muscular do CORAÇÃO. Composto de células musculares estriadas e involuntárias (MIÓCITOS CARDÍACOS) conectadas, que formam a bomba contrátil geradora do fluxo sangüíneo. Sinônimos: Músculo Cardíaco; Músculo do Coração
42 Insuficiência Cardíaca: É uma condição na qual a quantidade de sangue bombeada pelo coração a cada minuto (débito cardíaco) é insuficiente para suprir as demandas normais de oxigênio e de nutrientes do organismo. Refere-se à diminuição da capacidade do coração suportar a carga de trabalho.
43 Arritmias: Arritmia cardíaca é o nome dado a diversas perturbações que alteram a frequência ou o ritmo dos batimentos cardíacos.
44 Acidente vascular cerebral: Conhecido popularmente como derrame cerebral, o acidente vascular cerebral (AVC) ou encefálico é uma doença que consiste na interrupção súbita do suprimento de sangue com oxigênio e nutrientes para o cérebro, lesando células nervosas, o que pode resultar em graves conseqüências, como inabilidade para falar ou mover partes do corpo. Há dois tipos de derrame, o isquêmico e o hemorrágico.
45 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
46 Visão: 1. Ato ou efeito de ver. 2. Percepção do mundo exterior pelos órgãos da vista; sentido da vista. 3. Algo visto, percebido. 4. Imagem ou representação que aparece aos olhos ou ao espírito, causada por delírio, ilusão, sonho; fantasma, visagem. 5. No sentido figurado, concepção ou representação, em espírito, de situações, questões etc.; interpretação, ponto de vista. 6. Percepção de fatos futuros ou distantes, como profecia ou advertência divina.
47 Retina: Parte do olho responsável pela formação de imagens. É como uma tela onde se projetam as imagens: retém as imagens e as traduz para o cérebro através de impulsos elétricos enviados pelo nervo óptico. Possui duas partes: a retina periférica e a mácula.
48 Efeitos colaterais: 1. Ação não esperada de um medicamento. Ou seja, significa a ação sobre alguma parte do organismo diferente daquela que precisa ser tratada pelo medicamento. 2. Possível reação que pode ocorrer durante o uso do medicamento, podendo ser benéfica ou maléfica.
Gostou do artigo? Compartilhe!

Tem alguma dúvida sobre Cardiologia?

Pergunte diretamente a um especialista

Sua pergunta será enviada aos especialistas do CatalogoMed, veja as dúvidas já respondidas.

Comentários

06/01/2015 - Comentário feito por shirlei
CONHECO UMA PESSOA Q NAO É SEDENTARIA E ...
CONHECO UMA PESSOA Q NAO É SEDENTARIA E NAO É OBESA, E TEM 52 ANOS. A PRESSAO DELA FOI A 18X9 E ELA DISSE Q ESTAVA NO INICIO DE UM INFARTO. ISSO É POSSIVEL? ME AJUDEM, PRECISO DE UM ESCLARECIMENTO. OBRIGADA!!!

05/06/2014 - Comentário feito por Malu
É tudo o que preciso...Um incentivo para...
É tudo o que preciso...Um incentivo para me cuidar. Tenho 48 anos e uso remédio para pressão desde os 18 anos...
Muito obrigada!

17/08/2013 - Comentário feito por Ana
Re: Hipertensão Arterial
Jostei muito e muito bom para pesquisas das escolas

05/08/2013 - Comentário feito por Syrlan
Re: Hipertensão Arterial
Gostei da matéria, estou fazendo essa pesquisa, ao medir minha pressão arterial, estou no
Hipertensão estágio 1 / 140–159 / 90–99

31/05/2013 - Comentário feito por Celso
Re: Hipertensão Arterial
eu gostei de ler este materia porque eu desconhecia esta doênça. a minha e hipertense e esta materia ajudou-lhe a etender melhor as causas,modos de prevenção e d combater esta doênça.
parabens.

30/04/2013 - Comentário feito por EVERTOM
Re: Hipertensão Arterial
ACABEI DE VIR DO MÉDICO ... ELE DISSE Q MINHA ORTA ESTA DILATADA .. ALGUME SABE ME EXPLICAR O CORRETO SOBRE ESSE ASSUNTO

DISSE TBM Q CORRO UM GRANDE RISCO DE SER HIPERTENSO ... ESSA INFORMAÇÃO É VALIDA

14/03/2013 - Comentário feito por marley
Re: Hipertensão Arterial
Ola,meu marido é renal cronico e diabético,qual exercício ideal para ele?já pensamos em fazer hidro,ou frequentar academia,mas acho que força muito,nós fazemos caminhadas,mas na correria do dia a dia,acaba que não dá,então não é todo dia,adoro receber esse tipo de matéria,pra mim é de muito valor,muito obrigada,bom dia!

06/11/2012 - Comentário feito por Aurianne
Re: Hipertensão Arterial
esse site é ótimo espero que me ajude no assunto da prova de ED.física...Valeu!!!!!!!!

05/06/2011 - Comentário feito por Andréa
Re: Hipertensão Arterial
Tirei muitas duvidas...
O texto tá muito bem explicado sem muito termos
técnicos...
Enfim: Tirei duvidas qu eu mesma nem sabia q as tinha.
Obrigada!

19/01/2011 - Comentário feito por valdete
Re: Hipertensão Arterial
foi o melhor esclarecimento que já obtive .muito obg me ajudou muito pois sou hipertensa desde os meus
vinte anos hoje tenho quarenta e seis. controlo com o aradois e alimentação.

  • Entrar
  • Assinar