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Vias de administração de medicamentos

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O que são vias de administração de medicamentos?

Via de administração é a maneira como o medicamento é introduzido no organismo. É, por assim dizer, sua porta de entrada. Os medicamentos podem entrar no nosso corpo, entre outras vias, por [1] via oral (boca1), [2] via sublingual (embaixo da língua2), [3] via retal (ânus3), [4] via intradérmica, [5] via subcutânea4, [6] via intramuscular, [7] via endovenosa, [8] via cutânea5 e [9] via inalatória.

Leia sobre "Perigos da automedicação6", "Gerencie seu tratamento" e "Você está tomando seus remédios como devia?".

01-Via oral (VO)

A administração de medicamentos por via oral consiste em que eles sejam levados à boca1 e, então, deglutidos juntamente com água. É importante tomar algum líquido após a medicação para “lavar” o trato digestivo, porque algumas medicações podem ficar retidas por algum tempo antes de chegar ao estômago7, causando danos à mucosa8.

Nos casos em que os pacientes estão usando sonda nasogástrica9 ou nasoenteral, as medicações a serem tomadas por via oral devem ser administradas através dessas sondas que, posteriormente, devem ser lavadas para evitar obstrução.

Os medicamentos são elaborados sob a forma de comprimidos, drágeas10, cápsulas, líquidos ou comprimidos efervescentes a serem diluídos em líquidos. Para pacientes11 que tenham dificuldades de engolir os comprimidos inteiros, alguns deles podem ser macerados e misturados a um líquido ou alimento, mas outros não devem sê-lo. O médico deve ser consultado quanto à possibilidade de fazer isso ou não.

Os princípios ativos das medicações passam à corrente sanguínea após serem absorvidos no estômago7 e intestino. Um cuidado que deve ser observado após a administração do medicamento por via oral é verificar se o paciente realmente deglutiu a medicação, já que os pacientes que se recusam a tomá-la ou que estejam semi-inconscientes costumam retê-la na boca1 ou mesmo atirá-la para fora.

02-Via sublingual (SL)

Os medicamentos a serem administrados por via sublingual também devem ser levados à boca1, mas em vez de deglutidos eles devem ser colocados sob a língua2, um local de grande vascularização superficial e de muito potencial de absorção. Com isso, o começo da ação deles é bastante rápido. Os medicamentos são preparados sob a forma de líquidos ou comprimidos que se dissolvem facilmente.

Por alguns minutos, o paciente não deve conversar nem ingerir qualquer alimento. Essa via é utilizada para aplicar medicações em algumas situações de urgência12, como, por exemplo, medicações para dores precordiais, para hipertensão arterial13 e analgésicos14. Ela não deve ser utilizada em pessoas apresentando náuseas15, vômitos16, dificuldade de deglutição17 ou que estejam em jejum para cirurgia.

Saiba mais sobre "Atendimento de urgência12", "Dor no peito18" e "Hipertensão arterial13".

03-Via retal

Os medicamentos são introduzidos no reto19, através do ânus3, que por ser também um local de muita vascularização, tem alto grau de absorção. Por isso, as medicações administradas por via retal agem em curto espaço de tempo.

Muitos medicamentos que são preferencialmente administrados por via oral podem também ser administrados por via retal, em forma de supositório. Eles devem ser receitados quando a pessoa não pode tomar o medicamento por via oral por estar com náuseas15 e vômitos16 ou impossibilitada de engolir. Pela via retal são aplicados também os enemas20.

Saiba como é o exame de "Enema21 baritado".

04-Via intradérmica (ID)

Após aspirar a medicação do frasco, ela deve ser diluída e rediluída, conforme padronização, e administrada por injeção22 na derme23. Essa via é muito restrita, usada para pequenos volumes de medicações (de 0,1 a 0,5 ml), nos quais são testadas reações de hipersensibilidade, como à tuberculose24 e algumas alergias. É também utilizada para aplicação da vacina25 contra tuberculose24 (BCG26). O local de aplicação mais utilizado é a face27 interna do antebraço28.

Leia sobre "Tuberculose24 pulmonar", "Testes alérgicos" e "BCG26".

05-Via subcutânea4 (SC)

Na via subcutânea4 (ou hipodérmica), os medicamentos são administrados por meio de injeções no tecido subcutâneo29. Esta via é de absorção lenta, através dos capilares30, mas de forma contínua e segura. É utilizada para administração de algumas vacinas (anti-rábica e anti-sarampo31), anticoagulantes32 (heparina) e hipoglicemiantes33 (insulina34), e o volume líquido não deve exceder 1,0 ml. Deve ser aplicada nas regiões superiores externas dos braços, no abdome35, na região anterior das coxas e na região superior do dorso36.

A via subcutânea4 não deve ser utilizada se o paciente tem doença vascular37 oclusiva e má perfusão tecidual, porque se a circulação38 periférica estiver prejudicada, a absorção da medicação ficará retardada. Se essa via tiver de ser usada com frequência, os locais de administração devem ser alternados para evitar uma reação local desfavorável.

06-Via intramuscular (IM)

Na administração intramuscular, a medicação é injetada diretamente no músculo, de onde a absorção para a corrente sanguínea se dá a longo prazo. Os medicamentos podem estar sob a forma de suspensões ou soluções oleosas; aqueles em soluções aquosas podem ser rapidamente absorvidos após uma injeção intramuscular39.

O profissional deve realizar uma avaliação da massa muscular da área de aplicação para determinar a quantidade a ser administrada em cada músculo. Na maioria dos casos, a medicação vem em quantidades já pré-determinadas, em ampolas, mas em outros casos ela é acondicionada em frascos com mais de uma dose, que deve ser medida na seringa40. Em alguns casos as substâncias vêm acondicionadas em 2 frascos diferentes e devem ser misturadas antes de serem administradas.

Os músculos41 de escolha para administração são o vasto lateral da coxa, glúteo e deltoide42. Os dois primeiros podem receber até 5 ml de líquido, cada um, e o último, até 3 ml.

07-Via endovenosa (EV)

Por via endovenosa os medicamentos são injetados diretamente na corrente sanguínea através de uma veia, eliminando a etapa de absorção. Por isso, a ação da medicação é imediata e essa é a via de primeira opção para ministrar medicamentos durante uma situação de emergência43.

A administração endovenosa pode variar desde uma dose única, como de um analgésico44, por exemplo, ou doses repetidas regularmente até uma infusão contínua gradual, de longa duração, como numa rehidratação, por exemplo.

Como a absorção pela corrente sanguínea é completa e imediata, grandes doses de substâncias podem ser fornecidas, se necessário. As veias45 escolhidas para administração são aquelas de mais fácil acesso: veias45 do dorso36 da mão46, veias dos membros superiores47 e veias45 da região cefálica.

08- Via cutânea5

A pele48 tem uma certa capacidade absortiva e, por essa razão, alguns medicamentos podem ser administrados por meio de adesivos afixados a ela, sobretudo aqueles que devem ser administrados de forma contínua e por longos períodos. Os adesivos devem ser afixados em regiões de pele48 fina, previamente higienizadas e devem ser trocados periódicamente, conforme orientação médica.

09- Via inalatória

Neste método, o medicamento é levado ao trato respiratório através de nebulizadores e daí chegam aos alvéolos pulmonares49, de onde atingem a corrente sanguínea. Os medicamentos fornecidos através da via respiratória podem produzir efeitos locais ou sistêmicos50, à distância. Os capilares30 existentes nos alvéolos pulmonares49 são uma excelente via de absorção e a ação das medicações é bastante rápida.

Muitas medicações são administradas diretamente nos próprios locais onde devem fazer efeito, ditas, portanto, medicações tópicas. As mais comuns e importantes são, entre outras, medicações que devem ser aplicadas na pele48, nos olhos51, no nariz52, na vagina53, no interior das articulações54. Em geral elas são preparadas sob a forma de pomadas, cremes, colírios, aerossois ou soluções.

Em casos excepcionais, podem ainda haver outras formas de administração de medicações. É o caso, por exemplo, da medicação administrada localmente através de uma sonda, que procura resolver o sangramento de uma úlcera gástrica55 ou duodenal.

Saiba mais em "Posso beber tomando remédios?" e "Relação médico-paciente para pacientes11"

 

ABCMED, 2017. Vias de administração de medicamentos. Disponível em: <https://www.abc.med.br/p/exames-e-procedimentos/1294278/vias-de-administracao-de-medicamentos.htm>. Acesso em: 16 jun. 2019.
Nota ao leitor:
As notas acima são dirigidas principalmente aos leigos em medicina e têm por objetivo destacar os aspectos mais relevantes desse assunto e não visam substituir as orientações do médico, que devem ser tidas como superiores a elas. Sendo assim, elas não devem ser utilizadas para autodiagnóstico ou automedicação nem para subsidiar trabalhos que requeiram rigor científico.

Complementos

1 Boca: Cavidade oral ovalada (localizada no ápice do trato digestivo) composta de duas partes
2 Língua:
3 Ânus: Segmento terminal do INTESTINO GROSSO, começando na ampola do RETO e terminando no ânus.
4 Subcutânea: Feita ou situada sob a pele; hipodérmica.
5 Cutânea: Que diz respeito à pele, à cútis.
6 Automedicação: Automedicação é a prática de tomar remédios sem a prescrição, orientação e supervisão médicas.
7 Estômago: Órgão da digestão, localizado no quadrante superior esquerdo do abdome, entre o final do ESÔFAGO e o início do DUODENO.
8 Mucosa: Tipo de membrana, umidificada por secreções glandulares, que recobre cavidades orgânicas em contato direto ou indireto com o meio exterior.
9 Sonda nasogástrica: Equipamento de uso médico que pode servir tanto para alimentar pacientes que não conseguem realizar a deglutição, como para drenar líquidos do estômago (em casos de intoxicação ou cirurgias, por exemplo). A sonda é um equipamento que consiste basicamente em um tubo com duas aberturas para comunicação entre o interior e o exterior do corpo do paciente.
10 Drágeas: Comprimidos ou pílulas contendo preparado farmacêutico.
11 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
12 Urgência: 1. Necessidade que requer solução imediata; pressa. 2. Situação crítica ou muito grave que tem prioridade sobre outras; emergência.
13 Hipertensão arterial: Aumento dos valores de pressão arterial acima dos valores considerados normais, que no adulto são de 140 milímetros de mercúrio de pressão sistólica e 85 milímetros de pressão diastólica.
14 Analgésicos: Grupo de medicamentos usados para aliviar a dor. As drogas analgésicas incluem os antiinflamatórios não-esteróides (AINE), tais como os salicilatos, drogas narcóticas como a morfina e drogas sintéticas com propriedades narcóticas, como o tramadol.
15 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
16 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
17 Deglutição: Passagem dos alimentos desde a boca até o esôfago; ação ou efeito de deglutir; engolir. É um mecanismo em parte voluntário e em parte automático (reflexo) que envolve a musculatura faríngea e o esfíncter esofágico superior.
18 Peito: Parte superior do tronco entre o PESCOÇO e o ABDOME; contém os principais órgãos dos sistemas circulatório e respiratório. (Tradução livre do original
19 Reto: Segmento distal do INTESTINO GROSSO, entre o COLO SIGMÓIDE e o CANAL ANAL.
20 Enemas: Introdução de substâncias líquidas ou semilíquidas através do esfíncter anal, com o objetivo de induzir a defecação ou administrar medicamentos.
21 Enema: Introdução de substâncias líquidas ou semilíquidas através do esfíncter anal, com o objetivo de induzir a defecação ou administrar medicamentos.
22 Injeção: Infiltração de medicação ou nutrientes líquidos no corpo através de uma agulha e seringa.
23 Derme: Camada interna das duas principais camadas da pele. A derme é formada por tecido conjuntivo, vasos sanguíneos, glândulas sebáceas e sudoríparas, nervos, folículos pilosos e outras estruturas. É constituída por uma fina camada superior que é a derme papilar e uma camada mais grossa, mais baixa, que é a derme reticular.
24 Tuberculose: Doença infecciosa crônica produzida pelo bacilo de Koch (Mycobacterium tuberculosis). Produz doença pulmonar, podendo disseminar-se para qualquer outro órgão. Os sintomas de tuberculose pulmonar consistem em febre, tosse, expectoração, hemoptise, acompanhada de perda de peso e queda do estado geral. Em países em desenvolvimento (como o Brasil) aconselha-se a vacinação com uma cepa atenuada desta bactéria (vacina BCG).
25 Vacina: Tratamento à base de bactérias, vírus vivos atenuados ou seus produtos celulares, que têm o objetivo de produzir uma imunização ativa no organismo para uma determinada infecção.
26 BCG: Vacina utilizada para prevenir a tuberculose. Esta é composta por bacilos vivos e atenuados, que não produzem doença em pessoas com imunidade normal.
27 Face: Parte anterior da cabeça que inclui a pele, os músculos e as estruturas da fronte, olhos, nariz, boca, bochechas e mandíbula.
28 Antebraço:
29 Tecido Subcutâneo: Tecido conectivo frouxo (localizado sob a DERME), que liga a PELE fracamente aos tecidos subjacentes. Pode conter uma camada (pad) de ADIPÓCITOS, que varia em número e tamanho, conforme a área do corpo e o estado nutricional, respectivamente.
30 Capilares: Minúsculos vasos que conectam as arteríolas e vênulas.
31 Sarampo: Doença infecciosa imunoprevenível, altamente transmissível por via respiratória, causada pelo vírus do sarampo e de imunidade permanente. Geralmente ocorre na infância, mas pode afetar adultos susceptíveis (não imunes). As manifestações clínicas são febre alta, tosse seca persistente, coriza, conjuntivite, aumento dos linfonodos do pescoço e manchas avermelhadas na pele. Em cerca de 30% das pessoas com sarampo podem ocorrer complicações como diarréia, otite, pneumonia e encefalite.
32 Anticoagulantes: Substâncias ou medicamentos que evitam a coagulação, especialmente do sangue.
33 Hipoglicemiantes: Medicamentos que contribuem para manter a glicose sangüínea dentro dos limites normais, sendo capazes de diminuir níveis de glicose previamente elevados.
34 Insulina: Hormônio que ajuda o organismo a usar glicose como energia. As células-beta do pâncreas produzem insulina. Quando o organismo não pode produzir insulna em quantidade suficiente, ela é usada por injeções ou bomba de insulina.
35 Abdome: Região do corpo que se localiza entre o TÓRAX e a PELVE.
36 Dorso: Face superior ou posterior de qualquer parte do corpo. Na anatomia geral, é a região posterior do tronco correspondente às vértebras; costas.
37 Vascular: Relativo aos vasos sanguíneos do organismo.
38 Circulação: 1. Ato ou efeito de circular. 2. Facilidade de se mover usando as vias de comunicação; giro, curso, trânsito. 3. Movimento do sangue, fluxo de sangue através dos vasos sanguíneos do corpo e do coração.
39 Injeção intramuscular: Injetar medicamento em forma líquida no músculo através do uso de uma agulha e seringa.
40 Seringa: Dispositivo usado para injetar medicações ou outros líquidos nos tecidos do corpo. A seringa de insulina é formada por um tubo plástico com um êmbolo e uma agulha pequena na ponta.
41 Músculos: Tecidos contráteis que produzem movimentos nos animais.
42 Deltoide: 1. Que apresenta a forma triangular de um delta (“letra do alfabeto grego”). 2. Em botânica, diz-se do que é ovado e com os dois lados e a base retilíneos, ou quase, assemelhando-se a um triângulo (diz-se de folha). 3. Em geometria, quadrilátero não convexo, com dois pares de lados adjacentes iguais. 4. Em anatomia, o deltoide é um músculo em forma de triângulo, que cobre a cintura escápulo-umeral e a estrutura do ombro.
43 Emergência: 1. Ato ou efeito de emergir. 2. Situação grave, perigosa, momento crítico ou fortuito. 3. Setor de uma instituição hospitalar onde são atendidos pacientes que requerem tratamento imediato; pronto-socorro. 4. Eclosão. 5. Qualquer excrescência especializada ou parcial em um ramo ou outro órgão, formada por tecido epidérmico (ou da camada cortical) e um ou mais estratos de tecido subepidérmico, e que pode originar nectários, acúleos, etc. ou não se desenvolver em um órgão definido.
44 Analgésico: Medicamento usado para aliviar a dor. As drogas analgésicas incluem os antiinflamatórios não-esteróides (AINE), tais como os salicilatos, drogas narcóticas como a morfina e drogas sintéticas com propriedades narcóticas, como o tramadol.
45 Veias: Vasos sangüíneos que levam o sangue ao coração.
46 Mão: Articulação entre os ossos do metacarpo e as falanges.
47 Veias dos membros superiores: As veias profundas dos membros superiores seguem o mesmo trajeto das artérias dos membros superiores. As principais veias superficiais dos membros superiores são a veia cefálica, a veia basílica e a veia mediana do antebraço. As principais veias profundas dos membros superiores são a veia axilar e a veia subclávia.
48 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
49 Alvéolos Pulmonares: Pequenas bolsas poliédricas localizadas ao longo das paredes dos sacos alveolares, ductos alveolares e bronquíolos terminais. A troca gasosa entre o ar alveolar e o sangue capilar pulmonar ocorre através das suas paredes. DF
50 Sistêmicos: 1. Relativo a sistema ou a sistemática. 2. Relativo à visão conspectiva, estrutural de um sistema; que se refere ou segue um sistema em seu conjunto. 3. Disposto de modo ordenado, metódico, coerente. 4. Em medicina, é o que envolve o organismo como um todo ou em grande parte.
51 Olhos:
52 Nariz: Estrutura especializada que funciona como um órgão do sentido do olfato e que também pertence ao sistema respiratório; o termo inclui tanto o nariz externo como a cavidade nasal.
53 Vagina: Canal genital, na mulher, que se estende do ÚTERO à VULVA. (Tradução livre do original
54 Articulações:
55 Úlcera gástrica: Lesão na mucosa do estômago. Pode ser provocada por excesso de ácido clorídrico produzido pelo próprio estômago ou por medicamentos como antiinflamatórios ou aspirina. É uma doença infecciosa, causada pela bactéria Helicobacter pylori em quase 100 % dos casos.
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