domingo, 5 de fevereiro de 2012

abc.med.br - quarta-feira, 27 de agosto de 2008 - Atualizado em terça-feira, 28 de setembro de 2010
Atalho: 5RC9NZN
Avalie este artigo

Infarto do Miocárdio

A+ A- Alterar tamanho da letra


Sinônimos:

Ataque do coração1, doença isquêmica do coração1.

 


O que é infarto do miocárdio2?

O infarto3 é definido como uma lesão isquêmica do músculo cardíaco (miocárdio), que deve-se à falta de oxigênio e nutrientes. Os vasos sangüíneos4 que irrigam o miocárdio (artérias coronárias5) podem apresentar depósito de gordura6 e cálcio, levando a uma obstrução e comprometendo a irrigação do coração1. As placas de gordura6 localizadas no interior das artérias podem sofrer uma fissura7 causada por motivos desconhecidos, formando um coágulo que obstrui a artéria8 e deixa parte do coração1 sem suprimento de sangue9. É assim que ocorre o infarto do miocárdio2. Esta situação vai levar à morte celular (necrose10), a qual desencadeia uma reação inflamatória local.

O infarto3 também pode ocorrer em vasos coronarianos normais quando as artérias coronárias5 apresentam um espasmo11, ou seja, uma forte contração que determina um déficit parcial ou total no suprimento de sangue9 ao músculo cardíaco irrigado por este vaso contraído.

 


Quais são os sintomas12?

O sintoma13 clássico é uma dor em aperto no lado esquerdo ou no centro do peito podendo irradiar para o pescoço ou para o braço esquerdo, porém em cerca de 15% dos casos, o sintoma13 pode ser atípico com dor no lado direito do peito, suor, enjôo, vômitos14, dor no estômago15, falta de ar, tonteira ou palpitações16.

Esta dor tem duração maior que 10 minutos, pode ter diferentes intensidades ou ainda sumir e voltar espontaneamente.

Infelizmente, nem todos os pacientes têm este sintoma13. Os diabéticos, por exemplo, podem ter um infarto3 sem apresentar dor.

 


Quais são as causas?

O infarto3 está mais freqüentemente associado a uma causa mecânica, ou seja, à interrupção do fluxo sangüíneo para uma determinada área, devido a obstrução completa ou parcial da artéria8 coronária responsável por sua irrigação. O tamanho da área necrosada depende de vários fatores, tais como o calibre da artéria8 lesada, tempo de evolução da obstrução e desenvolvimento da circulação17 colateral. Esta, quando bastante extensa, é capaz de impedir a instalação de infarto3, mesmo em casos de obstrução total da coronária.

Pode também ocorrer por aumento do trabalho cardíaco relacionado ao aumento da pressão arterial.

 


Quais são os fatores de risco associados ao infarto do miocárdio2?

  • Colesterol18 alto
  • Sedentarismo
  • Tabagismo
  • Hipertensão arterial19
  • Menopausa20
  • Estresse
  • Excesso de peso
  • Diabetes mellitus21
  • História familiar ou predisposisão genética
  • Idade
  • Alterações hemodinâmicas: hipertensão arterial19, hipotensão22, choque23, mal-estar, etc.

 


O que fazer quando estou sentindo os sintomas12 que podem ser de um infarto do miocárdio2?

Diante de uma dor suspeita, devemos nos dirigir o mais rápido possível a um pronto-atendimento - de preferência em um pronto-socorro equipado com uma unidade coronariana - para confirmar ou excluir o diagnóstico24. Caso seja confirmado o infarto3, quanto mais rápido o tratamento, melhor será a recuperação do seu coração1.

 


Como é feito o diagnóstico24?

O diagnóstico24 é baseado na tríade: quadro clínico, alterações no ECG (eletrocardiograma25) e na dosagem de enzimas cardíacas que se alteram no infarto do miocárdio2.

Escolha sempre um médico da sua confiança para tratar os seus sintomas12 e para lhe auxiliar na prevenção de doenças cardiovasculares26.

 


Quais as opções de tratamento disponíveis?

Qualquer que seja o tratamento escolhido pelo médico que vai prestar assistência ao paciente infartado, o ideal é que ele comece dentro das primeiras 6 horas após o início da dor. Quanto mais precoce, maior é a chance de ser restabelecido o fluxo sangüíneo e de oxigênio nas artérias coronárias5, evitando as complicações decorrentes da necrose10 do músculo cardíaco.

Pontos importantes do tratamento são: alívio da dor, repouso para reduzir o trabalho cardíaco e administração de agentes trombolíticos para melhorar o fluxo sangüíneo.

A administração de oxigênio em fluxo contínuo nas primeiras seis horas, reduz a dor associada à baixa concentração de oxigênio circulante. O uso de drogas que reduzem o uso de oxigênio pelo coração1 faz com que o músculo cardíaco sofra menos isquemia27 (ausência de sangue9).

A permanência na Unidade Coronariana deve se restringir ao período crítico, no mínimo 72 horas, pois a incidência28 de complicações neste período justifica a monitorização contínua.

Superada esta fase, o paciente é encaminhado a um quarto privativo, restringindo-se o número de visitas. Progressivamente, ele pode sentar-se durante breves períodos, começa a deambular por volta do quarto ou quinto dia. Esta mobilização precoce melhora sensivelmente o bem-estar, além de reduzir a incidência28 de tromboembolia. Mas o paciente deve ser acompanhado de perto para detectar possíveis alterações conseqüentes a esta atividade física.

A dieta será liberada à medida que as condições clínicas permitirem, devendo ser hipocalórica e hipossódica (com pouco sal).

As evacuações não devem significar esforço para o paciente, usando, se necessário, laxantes29 suaves.

Os tranqüilizantes podem ser utilizados para amenizar a angústia de alguns pacientes, mas com muito critério, já que esses medicamentos podem aumentar a freqüência cardíaca e a pressão sistólica30.

 


Quais são as complicações da doença?

As principais complicações do infarto3 são: arritmia31 cardíaca, choque23 cardiogênico, insuficiência respiratória32, insuficiência renal33 ou parada cardiorespiratória.

As complicações mais letais são as arritmias, que podem ocorrer, mais comumente, nas primeiras 24 horas após o infarto3. Por isso, é importante que, idealmente por pelo menos 72 horas, os pacientes fiquem sob cuidados médicos em unidades de tratamento intensivo coronariano, lá eles recebem todos os cuidados necessários para detectar precocemente e tratar essas arritmias, através de uma monitorização contínua das complicações do infarto3.

 


Quais as opções para prevenir esta doença?


Um estilo de vida saudável ajuda a diminuir a mortalidade34 nos casos de infarto3.

Alguns pontos importantes na prevenção:

  • Ter uma dieta equilibrada, reduzindo a ingestão de gorduras saturadas35 e aumentando as fibras, frutas, vegetais e cereais.
  • Prática regular de atividades físicas.
  • Manter o peso ideal, com índice de massa corporal36 abaixo de 25 kg/m², evitando a obesidade37 e seus danos à saúde.
  • Dosar os níveis de colesterol18 e triglicérides38 pelo menos a cada 5 anos a partir dos 35 anos.
  • Acompanhar a glicemia39 nas pessoas com mais de 45 anos, para detecção precoce de diabetes mellitus21.
  • Medir a pressão arterial a cada 2 anos ou em todas as consultas médicas para evitar os danos causados pela hipertensão arterial19 não controlada.
  • Abandonar o cigarro para prevenir o infarto do miocárdio2 e outras doenças como o câncer40 de pulmão41 e a doença pulmonar obstrutiva crônica.
  • Procurar reduzir o estresse com massagens, ioga, exercícios físicos em geral e meditação.

 


Perguntas que você pode fazer ao seu médico:

- Qual o risco que eu tenho de sofrer um infarto3? Isto pode ser calculado?
- Minha família tem história de doenças do coração1. Como isto influencia minha saúde?
- O que mais eu posso fazer para reduzir meu risco de sofrer um ataque cardíaco?
- Quando devo fazer exames de prevenção para evitar as doenças do coração1?
- Se eu parar de fumar, quanto tempo demora para reduzir meu risco cardiovascular?
- Depois de ter tido um infarto3, qual o tipo de dieta que devo seguir?

 


Fontes:


III Diretriz sobre Tratamento do Infarto3 Agudo42 do Miocárdio
Universal Definition of Myocardial Infarction - ESC/ACCF/AHA/WHF Expert Consensus Document
Heart Information Series – British Heart Foundation
American Heart Association

ABC.MED.BR, 2008. Infarto do Miocárdio. Disponível em: <http://www.abc.med.br/p/22385/infarto+do+miocardio.htm>. Acesso em: 5 fev. 2012.

Comentários

26/01/2012 - Comentário feito por aparecida
Re: Infarto do Miocárdio
Estava com muitas duvidas pois estou terminando o tecnico e precisava fazer um trabalho, foi um mamao com acuçar, o que precisava parabens tudo muito claro.Aqui onde eu moro as coisas sao muito dificil.
13/10/2011 - Comentário feito por Isabela
Re: Infarto do Miocárdio
Gostei muito da matéria,tenho que fazer um trabalho de escola super complexo sobre as doenças cardiovasculares e com certeza esse artigo vai me ajudar muito.
Muito obrigada e parabens para quem escreveu esse artigo.

01/09/2011 - Comentário feito por maria do carmo soares
Re: Infarto do Miocárdio

QUE MATERIA LINDA,INTERESSANTE,FIQUEI FELIZ EM APRENDER TANTAS INFORMAÇOES,MAS FIQUEI TRISTE EM SABER QUE POSSO SER A PROXIMA ENFARTADA,POIS SOU TUDO QUE ESTÁ ESCRITO. ESTOU FORA DO MEU PESO MEU TRIGLICERES NAO ABAIXA ESTA EM 244, VOU PROCURAR UM CARDIOLOGISTA URGENTE OBRIGADO POR ME ALERTAR. CARMEM. MINHA NOTA É 10

Glossário

1 Coração:

Órgão muscular, oco, que mantém a circulação sangüínea.

2 Infarto do miocárdio: Interrupção do suprimento sangüíneo para o coração por estreitamento dos vasos ou bloqueio do fluxo. Também conhecido por ataque cardíaco.
3 Infarto: Morte de um tecido por irrigação sangüínea insuficiente. O exemplo mais conhecido é o infarto do miocárdio, no qual se produz a obstrução das artérias coronárias com conseqüente lesão irreversível do músculo cardíaco.
4 Vasos sangüíneos: Órgãos em forma de tubos que se ramificam por todo o organismo. Existem três tipos principais de vasos sangüíneos que são as artérias, veias e capilares.
5 Artérias coronárias: São as artérias que irrigam o coração, constituem-se nos primeiros ramos emergentes da aorta, logo acima do plano valvar aórtico. Em linhas gerais, a coronária direita encarrega-se da irrigação do átrio e ventrículo direitos, da porção posterior do septo interventricular, dos nós sinusal e atrioventricular e de parte da parede posterior do ventrículo esquerdo. A coronária esquerda é responsável pela irrigação da parede ântero-lateral do ventrículo esquerdo, átrio esquerdo e da porção anterior e mais significativa do septo interventricular.
6 Gordura: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Os alimentos que fornecem gordura são: manteiga, margarina, óleos, nozes, carnes vermelhas, peixes, frango e alguns derivados do leite. O excesso de calorias é estocado no organismo na forma de gordura, fornecendo uma reserva de energia ao organismo.
7 Fissura: Solução de continuidade de origem traumática, caracterizada por um trajeto linear.
8 Artéria: Vaso sangüíneo de grande calibre que leva sangue oxigenado do coração a todas as partes do corpo.
9 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
10 Necrose: Conjunto de processos irreversíveis através dos quais se produz a degeneração celular seguida de morte da célula.
11 Espasmo: Contração súbita e involuntária de um músculo ou grupo muscular. Este pode situar-se em qualquer região do organismo e produzir diferentes alterações.
12 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
13 Sintoma: Qualquer alteração da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. O sintoma é a queixa relatada pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
14 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial.
Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
15 Estômago:

Órgão da digestão, localizado no quadrante superior esquerdo do abdome, entre o final do ESÔFAGO e o início do DUODENO.

16 Palpitações: Designa a sensação de consciência do batimento do coração, que habitualmente não se sente. As palpitações são detectadas usualmente após um exercício violento, em situações de tensão ou depois de um grande susto, quando o coração bate com mais força e/ou mais rapidez que o normal.
17 Circulação: 1. Ato ou efeito de circular.
2. Facilidade de se mover usando as vias de comunicação; giro, curso, trânsito.
3. Movimento do sangue, fluxo de sangue através dos vasos sanguíneos do corpo e do coração.
18 Colesterol: Tipo de gordura produzida pelo fígado e encontrada no sangue, músculos, fígado e outros tecidos. O colesterol é usado pelo corpo para a produção de hormônios esteróides (testosterona, estrógeno, cortisol e progesterona). O excesso de colesterol pode causar depósito de gordura nos vasos sangüíneos.
Seus componentes são:
HDL-Colesterol: tem efeito protetor para as artérias, é considerado o bom colesterol.
LDL-Colesterol: relacionado às doenças cardiovasculares, é o mau colesterol.
VLDL-Colesterol: representa os triglicérides (um quinto destes).
19 Hipertensão arterial: Aumento dos valores de pressão arterial acima dos valores considerados normais, que no adulto são de 140 milímetros de mercúrio de pressão sistólica e 85 milímetros de pressão diastólica.
20 Menopausa: Estado fisiológico caracterizado pela interrupção dos ciclos menstruais normais, acompanhada de alterações hormonais em mulheres após os 45 anos.
21 Diabetes mellitus: Distúrbio metabólico originado da incapacidade das células de incorporar glicose. De forma secundária, podem estar afetados o metabolismo de gorduras e proteínas.Este distúrbio é produzido por um déficit absoluto ou relativo de insulina. Suas principais características são aumento da glicose sangüínea (glicemia), poliúria, polidipsia (aumento da ingestão de líquidos) e polifagia (aumento da fome).
22 Hipotensão: Pressão sangüínea baixa ou queda repentina na pressão sangüínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
23 Choque: Estado de insuficiência circulatória a nível celular, produzido por hemorragias graves, sepse, reações alérgicas graves, etc. Pode ocasionar lesão celular irreversível se a hipóxia persistir por tempo suficiente.
24 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
25 Eletrocardiograma: Registro da atividade elétrica produzida pelo coração através da captação e amplificação dos pequenos potenciais gerados por este durante o ciclo cardíaco.
26 Doenças cardiovasculares: Doença do coração e vasos sangüíneos (artérias, veias e capilares).
27 Isquemia: Insuficiência absoluta ou relativa de aporte sangüíneo a um ou vários tecidos. Suas manifestações dependem do tecido comprometido, sendo a mais freqüente a isquemia cardíaca, capaz de produzir infartos, isquemia cerebral, produtora de acidentes vasculares cerebrais, etc.
28 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
29 Laxantes: Purgativos leves, laxantes, medicamentos que apressam o esvaziamento do intestino.
30 Pressão sistólica: É a pressão mais elevada (pico) verificada nas artérias durante a fase de sístole do ciclo cardíaco. É também chamada de pressão máxima.
31 Arritmia: Anomalia na produção ou condução dos impulsos elétricos gerados através do tecido nervoso especializado do coração.
32 Insuficiência respiratória: Condição clínica na qual o sistema respiratório não consegue manter os valores da pressão arterial de oxigênio (PaO2) e/ou da pressão arterial de gás carbônico (PaCO2) dentro dos limites da normalidade, para determinada demanda metabólica. Como a definição está relacionada à incapacidade do sistema respiratório em manter níveis adequados de oxigenação e gás carbônico, foram estabelecidos, para sua caracterização, pontos de corte na gasometria arterial: PaO2 < 60 mmHg e PaCO2 > 50 mmHg.
33 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
34 Mortalidade: A taxa de mortalidade ou coeficiente de mortalidade é um dado demográfico do número de óbitos, geralmente para cada mil habitantes em uma dada região, em um determinado período de tempo.
35 Gorduras saturadas: Elas são encontradas principalmente em produtos de origem animal. Em temperatura ambiente, apresentam-se em estado sólido. Estão nas carnes vermelhas e brancas (principalmente gordura da carne e pele das aves e peixes), leite e seus derivados integrais (manteiga, creme de leite, iogurte, nata) e azeite de dendê.
36 Índice de massa corporal: Medida usada para avaliar se uma pessoa está abaixo do peso, com peso normal, com sobrepeso ou obesa. É a medida mais usada na prática para saber se você é considerado obeso ou não.
Também conhecido como IMC. É calculado dividindo-se o peso corporal em quilogramas pelo quadrado da altura em metros. Existe uma tabela da Organização Mundial de Saúde que classifica as medidas de acordo com o resultado encontrado.
37 Obesidade: Condição em que há acúmulo de gorduras no organismo além do normal, mais severo que o sobrepeso. O índice de massa corporal é igual ou maior que 30.
38 Triglicérides: A principal maneira de armazenar os lipídeos no tecido adiposo é sob a forma de triglicérides. São também os tipos de lipídeos mais abundantes na alimentação. Podem ser definidos como compostos formados pela união de três ácidos graxos com glicerol. Os triglicérides sólidos em temperatura ambiente são conhecidos como gorduras, enquanto os líquidos são os óleos. As gorduras geralmente possuem uma alta proporção de ácidos graxos saturados de cadeia longa, já os óleos normalmente contêm mais ácidos graxos insaturados de cadeia curta.
39 Glicemia: Valor de concentração da glicose do sangue. Seus valores normais oscilam entre 80 e 110 miligramas por 100 mililitros.
40 Câncer: Crescimento anormal de um tecido celular capaz de invadir outros órgãos localmente ou à distância (metástases).
41 Pulmão:

Cada um dos órgãos pareados que ocupam a cavidade torácica que tem como função a oxigenação do sangue.

42 Agudo: Descreve algo que acontece repentinamente e por curto período de tempo. O oposto de crônico.
  • Login
  • Assinar
  • Convidar