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Fibrose pulmonar ou Doença Intersticial Pulmonar: causas, sintomas, diagnóstico e tratamento

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O que é fibrose1 pulmonar?

Fibrose1 pulmonar (Doença Intersticial2 Pulmonar - DIP) é uma condição em que gradualmente o tecido3 pulmonar, marcadamente os alvéolos pulmonares4 (“sacos” onde se realizam as trocas de gases nos pulmões5), tornam-se substituídos por uma fibrose1 cicatricial. Dessa forma, os alvéolos6 deixam de funcionar recebendo o oxigênio e expelindo gás carbônico, levando a uma perda irreversível na capacidade dos pulmões5. Contudo, nem toda DIP leva necessariamente à fibrose1 pulmonar.

Quais são as causas da fibrose1 pulmonar?

Na maioria das vezes a fibrose1 pulmonar é causada por uma Doença Intersticial2 Pulmonar (DIP), entre as quais se incluem dezenas de doenças que causam inflamação7 na parte terminal dos pulmões5 (alvéolos6) e levam à cicatrização e fibrose1 progressivas.

As principais causas de DIP são:

  • Pneumoconioses8: devido à inalação de poeiras inorgânicas como a sílica ou o asbesto.
  • Pneumonias de hipersensibilidade às poeiras orgânicas como as que afetam os criadores de aves, ao mofo, à sauna, ao ar-condicionado.
  • Várias infecções9.
  • Uso de drogas.
  • Gases, fumaças e vapores.
  • Doenças autoimunes10 como as doenças reumáticas e doenças pulmonares como a sarcoidose11 e a bronquiolite.
  • Há também, além dessas, uma fibrose1 pulmonar idiopática12 de causa desconhecida, que pode acometer os dois pulmões5. Em alguns raros casos, a fibrose1 pulmonar idiopática12 pode ocorrer em vários membros de uma mesma família e passar de uma geração para a geração seguinte.

Quem está sujeito a ter fibrose1 pulmonar?

A fibrose1 pulmonar idiopática12 tem um forte componente hereditário, mas é muito rara em pessoas com menos de 50 anos. Abaixo dessa idade as outras doenças que resultam em fibrose1 pulmonar são muito mais frequentes como, por exemplo, as doenças reumáticas (esclerodermia, artrite reumatoide13), a fibrose1 por uso de certos medicamentos e exposição a excremento de pássaros e a mofo.

Quais são os principais sinais14 e sintomas15 da fibrose1 pulmonar?

Os sinais14 e sintomas15 da fibrose1 pulmonar dependem da extensão das lesões16, do ritmo de progressão da doença e da incidência17 ou não de complicações (infecções9 e insuficiência cardíaca18, por exemplo). Os sintomas15 são de início insidioso, com progressiva dificuldade respiratória durante o esforço e diminuição da força.

Os outros sintomas15 mais comuns incluem tosse, perda de apetite e peso, fraqueza e dores vagas no tórax19. Mais tarde, à medida que a concentração de oxigênio no sangue20 diminui, a pele21 pode tornar-se azulada e as pontas dos dedos podem tomar a forma de baqueta de tambor. O aumento da resistência à circulação22 pulmonar pode levar a uma insuficiência cardíaca18, determinando o que se denomina “cor pulmonale”. O baixo suprimento de oxigênio faz acentuar os sintomas15 com o esforço, causando falta de ar mais intensa. O estado ofegante, diante de pequenos esforços, se torna logo o sintoma23 mais chamativo. A falta de ar, que inicialmente é pouco intensa, pode ir se agravando com o passar dos meses, podendo ao final ocorrer para atividades mínimas, como vestir-se. Em alguns casos, a tosse intensa e permanente é outro sintoma23 chamativo. Como dito, um abaulamento24 e aumento de volume das pontas dos dedos (que adquirem a forma de baqueta de tambor) podem surgir em casos de maior duração. À ausculta25 pulmonar pode-se perceber estertores parecidos com aqueles gerados nas pneumonias ou insuficiências cardíacas e que podem ser confundidos com eles.

Como o médico diagnostica a fibrose1 pulmonar?

Além da história clínica (sintomas15 e levantamento de eventuais exposições a possíveis agentes causais), o exame de imagem é essencial. As imagens obtidas com a tomografia computadorizada26, e especialmente com a tomografia de alta resolução, são de grande auxílio quando analisadas por um radiologista ou um pneumologista experiente na doença. Lavados brônquicos ou eventuais biópsias27 de pulmão28 ajudam a selar o diagnóstico29. A gravidade e extensão da fibrose1 pulmonar podem ser avaliadas pelo teste do espirômetro, aparelho que mede a quantidade de ar que o indivíduo consegue eliminar após encher os pulmões5. Esse teste permite também seguir a evolução da doença e a resposta ao tratamento. Um segundo teste, feito através da medida da difusão do monóxido de carbono30, indica a capacidade dos pulmões5 de transferir gás para o sangue20. Um terceiro busca verificar o oxigênio do sangue20 em repouso e durante o exercício, o que pode ser feito por um medidor do sangue20 da ponta do dedo, por um aparelho denominado oxímetro. Quando todos esses achados ainda não forem conclusivos, pode-se proceder a uma biópsia31 pulmonar, transbrônquica ou cirúrgica.

Como o médico trata a fibrose1 pulmonar?

O tratamento da fibrose1 pulmonar depende da sua causa. Quando ela é secundária a alguma doença pulmonar específica ou a fatores agressivos, o tratamento desse estado mórbido ou o afastamento desses fatores é essencial. Quanto mais precoce o tratamento, melhores os resultados e menores as sequelas32.

A fibrose1 pulmonar idiopática12 é incurável e nunca regride, mesmo com tratamento. No máximo, procurar-se retardar a sua evolução. O tratamento dela depende de fatores como a idade do paciente, a fase da doença e condições associadas como diabetes33 ou osteoporose34, por exemplo. Basicamente o tratamento da forma idiopática12 é feito com corticoides e imunossupressores.

Algumas medidas de ordem geral devem ser observadas: o tabagismo (se existe) deve ser prontamente interrompido; exercícios que estimulem a respiração devem ser incentivados; uma nutrição35 adequada pode evitar a perda de peso; quando o oxigênio do sangue20 se torna baixo, o uso do oxigênio resulta em melhora da falta de ar e maior capacidade de exercício. Em casos extremos, o transplante de um ou dos dois pulmões5 é uma opção.

Como prevenir a fibrose1 pulmonar?

As fibroses36 pulmonares consequentes a doenças pulmonares ou à atuação de fatores agressores ao pulmão28 podem ser evitadas pelo pronto e correto tratamento dessas doenças ou evitação desses fatores. Não há como prevenir-se a fibrose1 pulmonar idiopática12.

Como evolui a fibrose1 pulmonar?

A fibrose1 pulmonar consequente a doenças pulmonares, se reconhecida e tratada a tempo, tem prognóstico37 muito melhor do que a fibrose1 pulmonar idiopática12 e, se tratada desde o início, pode desaparecer sem deixar sequelas32.

A fibrose1 pulmonar consequente a fatores agressivos tende a se estabilizar ou mesmo regredir se esses fatores forem afastados.

A fibrose1 pulmonar idiopática12 é progressiva na maioria dos casos. Em geral a doença evolui de forma letal em 5 a 8 anos.

Cerca de 50-60% dos pacientes (abaixo de 60 anos) com fibrose1 pulmonar idiopática12 que tenham sido transplantados sobrevivem por cinco anos e em torno de 20% por 10 ou mais anos após o transplante.

ABCMED, 2013. Fibrose pulmonar ou Doença Intersticial Pulmonar: causas, sintomas, diagnóstico e tratamento. Disponível em: <https://www.abc.med.br/p/sinais.-sintomas-e-doencas/335159/fibrose-pulmonar-ou-doenca-intersticial-pulmonar-causas-sintomas-diagnostico-e-tratamento.htm>. Acesso em: 21 abr. 2021.
Nota ao leitor:
As notas acima são dirigidas principalmente aos leigos em medicina e têm por objetivo destacar os aspectos mais relevantes desse assunto e não visam substituir as orientações do médico, que devem ser tidas como superiores a elas. Sendo assim, elas não devem ser utilizadas para autodiagnóstico ou automedicação nem para subsidiar trabalhos que requeiram rigor científico.

Complementos

1 Fibrose: 1. Aumento das fibras de um tecido. 2. Formação ou desenvolvimento de tecido conjuntivo em determinado órgão ou tecido como parte de um processo de cicatrização ou de degenerescência fibroide.
2 Intersticial: Relativo a ou situado em interstícios, que são pequenos espaços entre as partes de um todo ou entre duas coisas contíguas (por exemplo, entre moléculas, células, etc.). Na anatomia geral, diz-se de tecido de sustentação localizado nos interstícios de um órgão, especialmente de vasos sanguíneos e tecido conjuntivo.
3 Tecido: Conjunto de células de características semelhantes, organizadas em estruturas complexas para cumprir uma determinada função. Exemplo de tecido: o tecido ósseo encontra-se formado por osteócitos dispostos em uma matriz mineral para cumprir funções de sustentação.
4 Alvéolos Pulmonares: Pequenas bolsas poliédricas localizadas ao longo das paredes dos sacos alveolares, ductos alveolares e bronquíolos terminais. A troca gasosa entre o ar alveolar e o sangue capilar pulmonar ocorre através das suas paredes. DF
5 Pulmões: Órgãos do sistema respiratório situados na cavidade torácica e responsáveis pelas trocas gasosas entre o ambiente e o sangue. São em número de dois, possuem forma piramidal, têm consistência esponjosa e medem cerca de 25 cm de comprimento. Os pulmões humanos são divididos em segmentos denominados lobos. O pulmão esquerdo possui dois lobos e o direito possui três. Os pulmões são compostos de brônquios que se dividem em bronquíolos e alvéolos pulmonares. Nos alvéolos se dão as trocas gasosas ou hematose pulmonar entre o meio ambiente e o corpo, com a entrada de oxigênio na hemoglobina do sangue (formando a oxiemoglobina) e saída do gás carbônico ou dióxido de carbono (que vem da célula como carboemoglobina) dos capilares para o alvéolo.
6 Alvéolos: Pequenas bolsas poliédricas localizadas ao longo das paredes dos sacos alveolares, ductos alveolares e bronquíolos terminais. A troca gasosa entre o ar alveolar e o sangue capilar pulmonar ocorre através das suas paredes. DF
7 Inflamação: Conjunto de processos que se desenvolvem em um tecido em resposta a uma agressão externa. Incluem fenômenos vasculares como vasodilatação, edema, desencadeamento da resposta imunológica, ativação do sistema de coagulação, etc.Quando se produz em um tecido superficial (pele, tecido celular subcutâneo) pode apresentar tumefação, aumento da temperatura local, coloração avermelhada e dor (tétrade de Celso, o cientista que primeiro descreveu as características clínicas da inflamação).
8 Pneumoconioses: Reação fibrosa crônica dos pulmões à inalação de poeiras, marcada especialmente por perda da expansibilidade, fibrose e pigmentação. Elas recebem nomes diversos segundo o tipo de poeira inalada.
9 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
10 Autoimunes: 1. Relativo à autoimunidade (estado patológico de um organismo atingido por suas próprias defesas imunitárias). 2. Produzido por autoimunidade. 3. Autoalergia.
11 Sarcoidose: Sarcoidose ou Doença de Besnier-Boeck é caracterizada pelo aparecimento de pequenos nódulos inflamatórios (granulomas) em vários órgãos. A doença pode afetar qualquer orgão do corpo, mas os mais atingidos são os pulmões , os gânglios linfáticos (ínguas ), o fígado, o baço e a pele.
12 Idiopática: 1. Relativo a idiopatia; que se forma ou se manifesta espontaneamente ou a partir de causas obscuras ou desconhecidas; não associado a outra doença. 2. Peculiar a um indivíduo.
13 Artrite reumatóide: Doença auto-imune de etiologia desconhecida, caracterizada por poliartrite periférica, simétrica, que leva à deformidade e à destruição das articulações por erosão do osso e cartilagem. Afeta mulheres duas vezes mais do que os homens e sua incidência aumenta com a idade. Em geral, acomete grandes e pequenas articulações em associação com manifestações sistêmicas como rigidez matinal, fadiga e perda de peso. Quando envolve outros órgãos, a morbidade e a gravidade da doença são maiores, podendo diminuir a expectativa de vida em cinco a dez anos.
14 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
15 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
16 Lesões: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
17 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
18 Insuficiência Cardíaca: É uma condição na qual a quantidade de sangue bombeada pelo coração a cada minuto (débito cardíaco) é insuficiente para suprir as demandas normais de oxigênio e de nutrientes do organismo. Refere-se à diminuição da capacidade do coração suportar a carga de trabalho.
19 Tórax: Parte superior do tronco entre o PESCOÇO e o ABDOME; contém os principais órgãos dos sistemas circulatório e respiratório. (Tradução livre do original Sinônimos: Peito; Caixa Torácica
20 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
21 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
22 Circulação: 1. Ato ou efeito de circular. 2. Facilidade de se mover usando as vias de comunicação; giro, curso, trânsito. 3. Movimento do sangue, fluxo de sangue através dos vasos sanguíneos do corpo e do coração.
23 Sintoma: Qualquer alteração da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. O sintoma é a queixa relatada pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
24 Abaulamento: 1. Ato, processo ou efeito de abaular. 2. Convexidade que se dá a diversas superfícies (ruas, estradas, coberturas etc.) para facilitar o escoamento de águas pluviais. 3. Em forma de curva, arqueada ou convexa.
25 Ausculta: Ato de escutar os ruídos internos do organismo, para controlar o funcionamento de um órgão ou perceber uma anomalia; auscultação.
26 Tomografia computadorizada: Exame capaz de obter imagens em tons de cinza de “fatias” de partes do corpo ou de órgãos selecionados, as quais são geradas pelo processamento por um computador de uma sucessão de imagens de raios X de alta resolução em diversos segmentos sucessivos de partes do corpo ou de órgãos.
27 Biópsias: 1. Retirada de material celular ou de um fragmento de tecido de um ser vivo para determinação de um diagnóstico. 2. Exame histológico e histoquímico. 3. Por metonímia, é o próprio material retirado para exame.
28 Pulmão: Cada um dos órgãos pareados que ocupam a cavidade torácica que tem como função a oxigenação do sangue.
29 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
30 Monóxido de carbono: Gás levemente inflamável, incolor, inodoro e muito tóxico ao organismo.
31 Biópsia: 1. Retirada de material celular ou de um fragmento de tecido de um ser vivo para determinação de um diagnóstico. 2. Exame histológico e histoquímico. 3. Por metonímia, é o próprio material retirado para exame.
32 Sequelas: 1. Na medicina, é a anomalia consequente a uma moléstia, da qual deriva direta ou indiretamente. 2. Ato ou efeito de seguir. 3. Grupo de pessoas que seguem o interesse de alguém; bando. 4. Efeito de uma causa; consequência, resultado. 5. Ato ou efeito de dar seguimento a algo que foi iniciado; sequência, continuação. 6. Sequência ou cadeia de fatos, coisas, objetos; série, sucessão. 7. Possibilidade de acompanhar a coisa onerada nas mãos de qualquer detentor e exercer sobre ela as prerrogativas de seu direito.
33 Diabetes: Nome que designa um grupo de doenças caracterizadas por diurese excessiva. A mais frequente é o Diabetes mellitus, ainda que existam outras variantes (Diabetes insipidus) de doença nas quais o transtorno primário é a incapacidade dos rins de concentrar a urina.
34 Osteoporose: Doença óssea caracterizada pela diminuição da formação de matriz óssea que predispõe a pessoa a sofrer fraturas com traumatismos mínimos ou mesmo na ausência deles. É influenciada por hormônios, sendo comum nas mulheres pós-menopausa. A terapia de reposição hormonal, que administra estrógenos a mulheres que não mais o produzem, tem como um dos seus objetivos minimizar esta doença.
35 Nutrição: Incorporação de vitaminas, minerais, proteínas, lipídios, carboidratos, oligoelementos, etc. indispensáveis para o desenvolvimento e manutenção de um indivíduo normal.
36 Fibroses: 1. Aumento das fibras de um tecido. 2. Formação ou desenvolvimento de tecido conjuntivo em determinado órgão ou tecido como parte de um processo de cicatrização ou de degenerescência fibroide.
37 Prognóstico: 1. Juízo médico, baseado no diagnóstico e nas possibilidades terapêuticas, em relação à duração, à evolução e ao termo de uma doença. Em medicina, predição do curso ou do resultado provável de uma doença; prognose. 2. Predição, presságio, profecia relativos a qualquer assunto. 3. Relativo a prognose. 4. Que traça o provável desenvolvimento futuro ou o resultado de um processo. 5. Que pode indicar acontecimentos futuros (diz-se de sinal, sintoma, indício, etc.). 6. No uso pejorativo, pernóstico, doutoral, professoral; prognóstico.
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Comentários

18/05/2014 - Comentário feito por Fládia
Li toda a matéria, inclusive os coment&a...
Li toda a matéria, inclusive os comentários. Sou fisioterapeuta e trato alguns pacientes/clientes com Fibrose Pulmonar. Além do tratamento medicamentoso a fisioterapia tem sido muito importante em casos de doenças pulmonares. Auxilia e ameniza as atividades de vida diária. E inclusive a remoção de secreção,assim aliviando os cansaços e dando maior conforto perspiratório. Com o auxilio de aparelhos e técnicas desobstrutivas e de expansão pulmonar.

05/04/2014 - Comentário feito por servio
Re: Fibrose pulmonar ou Doença Intersticial Pulmonar: causas, sintomas, diagnóstico e tratamento
Doença horrorosa e pega logo quem nunca fumou. Muito pior do que cancer. Minha vida acabou. Nesse caso a medicina acabou..Vc paga 400,00 por uma consulta e ouve do médico: " Essa doença não tem cura. É progressiva e letal." Ganhar dinheiro assim é muito facil. Vai morrer na porta de um hospital SEM base. Para melhorar esse terrível desconfôrto só mesmo o cilindro de oxigênio..que passa a ser o nosso melhor amigo.

27/03/2014 - Comentário feito por Gesilda
Re: Fibrose pulmonar ou Doença Intersticial Pulmonar: causas, sintomas, diagnóstico e tratamento
MINHA MÃE SOBREVIVEU A APENAS 5 MESES APÓS O DIAGNÓSTICO POR TOMOGRAFIA, NA MINHA OPINIÃO ESSA DOENÇA É PIOR DO QUE UM CÂNCER, ELA FICOU INTERNADA POR 4X FALECENDO DIA 20 DE FEVEREIRO DE 2014, MEU DEUS AJUDE OS MÉDICOS ENCONTRAR A CURA PARA ISSO. EU CUIDEI DELA VI TODO SOFRIMENTO .QUE DEUS POSSA CURAR A TODOS QUE SOFREM DESSA MALDITA FIBROSE PULMONAR QUE VITIMOU MINHA MÃE E DESTRUIU A MINHA VIDA E DOS MEUS IRMÃOS. OS MÉDICOS OLHAVA PARA O RX E DIZIAM " D. MARIA A SENHORA FUMOU MUITO"? ELA RESPONDIA "NÃO NUNCA FUMEI"! É E ELA NUNCA FUMOU E MORREU SEM OXIGÊNIO !DESCULPA GENTE TO ME SENTINDO PERDIDA NO MOMENTO...

14/03/2014 - Comentário feito por MARIA
Re: Fibrose pulmonar ou Doença Intersticial Pulmonar: causas, sintomas, diagnóstico e tratamento
Bom Dia,
Neste mês de março 2014, fui diagnosticada com Fibrose Pulmonar, fiz vários exames e biopsia, resultado "Fibrose Pulmonar irreversível com Focos de Foveolizaçãol..." . As explicações estão clara de forma que um leigo entende legal. Hoje tenho muita canseira de pequenos esforço ate em pentear os cabelos e tomar banho. Medicamentos Pantoprazol 40, Predsin, Azatioprine entre outrs que ainda vou comprar.

11/03/2014 - Comentário feito por Jadilson
Re: Fibrose pulmonar ou Doença Intersticial Pulmonar: causas, sintomas, diagnóstico e tratamento
A minha mãe, tem fibrose pulmonar, diagnosticado desde 2007, o tratamento vem sendo a base de corticoides e antibióticos. Gostaria de saber como importar estes medicamentos que citaram aqui, tipo: enzima SERRACOR NK, juntamente com a vitamina D3 em alta dosagem e um outro produto Serrapetase, bem como indicar um médico que possa receitar o produto.

07/03/2014 - Comentário feito por Nicola
Re: Fibrose pulmonar ou Doença Intersticial Pulmonar: causas, sintomas, diagnóstico e tratamento
Sobre os comentários da Sr(a) Juliana e Sr(a)Arudy, como vc´s conseguiram adquirir os medicamentos Americanos e Alemães, forma importados ou trouxeram por pessoa fisica.
tenho muito interesse , se alguem souber favor dar dicas de como adquirir.

26/02/2014 - Comentário feito por Nicola
Re: Fibrose pulmonar ou Doença Intersticial Pulmonar: causas, sintomas, diagnóstico e tratamento
Por enquanto TRANSPLANTE é a unica solução , quanto mais cedo melhor , é uma luta pra entrar na fila , uma guerra pra aguardar , e torcer para ganhar a batalha no final.
Aos familiares que sejam Fortes e Guerreiros.
Que DEUS proteja meu Pai!!!!!

18/02/2014 - Comentário feito por ana
Re: Fibrose pulmonar ou Doença Intersticial Pulmonar: causas, sintomas, diagnóstico e tratamento
olá, a minha mae foi diagnosticada com fibrose à 6 meses, os primeiros sintomas foi cansaço, neste momento já está a usar oxigénio quando está em esforço, só que ela não aceita a doença, quer fazer o mesmo que fazia e não o consegue, eu sinceramente não sei o que fazer porque também não sei como lidar com as doença, se pudesse colocava num redoma de vidro,depois a casa da minha mae é muito húmida as paredes e o teto ganham bolhas de agua, ando sempre a limpar e durante o dia deixo o desumidificador no quarto depois tiro umas horas antes de ela se deitar.. noto que ultimamente ela tem mais falta de ar, não sei se também se deve ao tempo. será que não à alguma formação para nos ajudar a lidar com doentes com fibrose?! são tantas as duvidas que tenho e não sei onde ir buscar as resposta.

10/02/2014 - Comentário feito por Fernando
Re: Fibrose pulmonar ou Doença Intersticial Pulmonar: causas, sintomas, diagnóstico e tratamento
Meu avô descobriu essa doença ano passado. De lá para cá muita coisa mudou na nossa vida. Uma rotina totalmente diferente para uma pessoa que sempre foi ativa. Hoje, faltando 6 dias para completar 81 anos, ele acaba de ser internado na UTI com uma grave infecção. Semana passada um médico já tinha detectado essa infecção e pediu para interná-lo imediatamente, mas outro médico falou que não era preciso pois as alterações nos exames eram por causa da medicação. Enfim, hoje ele esta nesse estado. Infelizmente sei que logo ele deve nos deixar. Sinto muito, pois fui criado por ele e é meu pai, além de avô! À todos que lutam contra essa doença e também as famílias dos mesmo, fiquem firmes e tenham muita força, pois é uma situação muito terrível. Que Deus esteja conosco.

14/01/2014 - Comentário feito por francieli
Re: Fibrose pulmonar ou Doença Intersticial Pulmonar: causas, sintomas, diagnóstico e tratamento
minha família já teve três casos diagnosticados dessa doença, um faleceu aos 49 anos, outro aos 65 e hoje temos um hospitalizado com 73 anos. Isso nos faz ficar receosos quanto a essa incidência. Somos da terceira geração e gostaríamos de nos prevenir. Mas como faze-lo?

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