domingo, 5 de fevereiro de 2012

Tireoide - quarta-feira, 13 de janeiro de 2010 - Atualizado em terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
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Hipotireoidismo. Diagnóstico e tratamento.

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Como é feito o diagnóstico1?

Além do quadro clínico, alguns exames complementares auxiliam o diagnóstico1 através da avaliação dos níveis hormonais.

O diagnóstico1 de hipotireoidismo2 é estabelecido com a combinação de níveis séricos baixos de T4 livre e elevadas concentrações de TSH. Isto acontece pois a glândula3 pituitária (hipófise4) aumenta a produção de hormônio5 tireoestimulante (TSH) para tentar estimular a tireoide6 a produzir mais hormônio5 tireoidiano (T3 e T4).

A dosagem do TSH ajuda ao médico a definir qual dose de hormônio5 tireoideo sintético deve ser usada, tanto inicialmente quanto ao longo do tempo de evolução desta condição.

O TSH também ajuda a diagnosticar uma condição conhecida como “hipotireoidismo2 subclínico”, a qual geralmente não causa sinais7 ou sintomas8, mas nas dosagens hormonais encontram-se níveis normais de T3 e T4 livre e taxas aumentadas de TSH.

Estes exames fazem o diagnóstico1 de hipotireoidismo2. Para estabelecer a sua causa, muitas vezes é necessário associar a clínica a outros exames complementares conforme indicação médica

A positividade do teste para auto-anticorpos9 tireoideos sugere a presença de tireoidite de Hashimoto como causa do hipotireoidismo2.

 


Como é o tratamento?

É feito com o uso diário de hormônio5 tireoideo sintético ou levotiroxina (T4), em preparação pura e de baixo custo. Esta medicação de uso oral restabelece níveis hormonais adequados e o funcionamento normal do organismo, mas precisa ser usada por longo período.

Duas a três semanas após o início do tratamento nota-se a melhora da fadiga. Gradualmente os níveis de colesterol10 alterados pelo hipotireoidismo2 voltam às medições anteriores à doença e o ganho de peso adquirido pode ser revertido.

O tratamento é de longo prazo, mas como a dose necessária pode variar com o tempo, o acompanhamento médico periódico deve ser rigorosamente seguido. O médico deve solicitar dosagens de TSH pelo menos a cada ano.

Para determinar a dose correta de levotiroxina inicialmente, o médico geralmente checa os níveis de TSH depois de seis semanas a dois meses do início do tratamento.

Se você tem doença coronariana11 ou hipotireoidismo2 severo, o médico pode iniciar o tratamento com pequenas doses da medicação e gradualmente ir aumentando a dose. Este aumento progressivo permite a adaptação do coração12 ao retorno do ritmo das atividades metabólicas.

Você não deve suspender a medicação ou “pular” doses, caso esteja se sentindo melhor, pois se fizer isto os sintomas8 do hipotireoidismo2 retornarão gradualmente.

 

A medicação tem efeitos colaterais?

A levotiroxina geralmente não causa efeitos colaterais em doses adequadas. Quantidades excessivas do hormônio5 podem resultar em:

  • Aumento do apetite
  • Insônia
  • Palpitações13
  • Agitação

A dose diária média é de 100 a 150 microgramas de levotiroxina. As crianças e os pacientes cujo hipotireoidismo2 é resultante de tireoidectomia total ou tireoidite crônica auto-imune podem necessitar de doses mais altas.

Existem alguns efeitos tóxicos do tratamento com levotiroxina como:

  • Sintomas8 cardíacos: arritmias, taquicardia14 e fibrilação atrial.
  • Osteoporose15 em mulheres pós-menopausa16.
  • Tremores e calor excessivo.

É um quadro parecido com os sinais7 e sintomas8 do hipertireoidismo17.

 

A levotiroxina sofre interferência de outras medicações?

A levotiroxina age melhor se ingerida com o estômago18 vazio (de preferência pela manhã, 30 minutos antes do desjejum) e uma hora antes de ingerir qualquer outro medicamento.

Algumas medicações e alimentos influenciam a habilidade do organismo em absorver a levotiroxina. Fale com o seu endocrinologista19 se você está usando muitos alimentos a base de soja, se tem uma dieta rica em fibras ou se usa outras medicações como:

  • Suplementos de ferro
  • Colestiramina (sequestrador de ácidos biliares)
  • Hidróxido de alumínio (encontrado em alguns medicamentos antiácidos20)
  • Suplementos de cálcio


Quais são as complicações do hipotireoidismo2?

Quando o hipotireoidismo2 não é tratado, ele pode resultar em vários danos à saúde.

  • Bócio21 ou aumento da tireoide6. O estímulo constante para fazer com que a glândula3 tireoide6 produza hormônios pode resultar na formação de bócio21. Tireoidite de Hashimoto é a causa mais comum de formação de bócio21. Embora na maioria das vezes o bócio21 não cause desconforto, uma glândula3 aumentada pode afetar a estética, a deglutição22 e a respiração.
  • Doenças cardíacas. O hipotireoidismo2 pode ser associado ao aumento do risco para doenças cardíacas, primeiramente porque níveis mais altos de LDL colesterol23 podem estar presentes. Ele pode estar associado à cardiomiopatia e à insuficiência cardíaca24. Mesmo no hipotireoidismo2 subclínico, pode haver um aumento do colesterol10 total e prejuízos da bomba cardíaca.
  • Alterações mentais. Depressão pode ocorrer precocemente e se tornar mais severa ao longo da doença. O hipotireoidismo2 não tratado também pode lentificar funções mentais.
  • Mixedema. Esta condição rara é resultado de um longo período de hipotireoidismo2 não diagnosticado. Os sintomas8 incluem grande intolerância ao frio, sonolência, letargia podendo levar ao coma25. O coma25 mixedematoso pode ser provocado pelo uso de sedativos, infecções ou por outros estresses sofridos pelo organismo. Caso apresente sintomas8 de mixedema, você precisa de tratamento médico imediato.
  • Infertilidade26. Baixos níveis de hormônios tireoidianos podem interferir na ovulação27 e algumas causas de hipotireoidismo2 – como doenças auto-imunes – podem prejudicar a fertilidade. O tratamento com hormônios tireoidianos pode não restabelecer totalmente a fertilidade. Outras intervenções podem ser necessárias.
  • Malformações congênitas. Bebês28 nascidos de mães com hipotireoidismo2 não tratado têm um risco maior de apresentar malformações ao nascimento, estão mais susceptíveis a apresentar problemas intelectuais e de desenvolvimento.

Crianças com hipotireoidismo2 presente ao nascimento e não tratado podem apresentar sérios problemas tanto físicos como no desenvolvimento mental. Mas se o hipotireoidismo2 é diagnosticado nos primeiros meses de vida e corretamente tratado, as chances de desenvolvimento normal são excelentes.

ABC.MED.BR, 2010. Hipotireoidismo. Diagnóstico e tratamento.. Disponível em: <http://www.abc.med.br/p/tireoide/53795/hipotireoidismo+diagnostico+e+trata.htm>. Acesso em: 5 fev. 2012.

Comentários

02/02/2012 - Comentário feito por Luciana R Vieira
Re: Hipotireoidismo. Diagnóstico e tratamento.
Tenho 40 anos, sou portadora de hipotiroidismo de Hashimoto, diagnosticado em outubro de 2011. Antes eu tomava PURAN 25mcg receitado pela anterior Endo, passei para outra médica em outubro que alterou para 50 mcg, pediu novos exames, alterou novamente para 75 mcg. Relatei a médica que depois de mais ou menos um mês que a dosagem foi alterada de 25 para 50 mcg comecei a sentir um bolo na garganta que não para. Gostaria de saber se a dosagem tem alguma relação com está sensação, ou pode ser um conjunto de fatores associados como estresse. O que posso fazer. Desde já agradeço pela atenção e colaboração.
Luciana Vieira - Rio de Janeiro

06/12/2011 - Comentário feito por Neide
Re: Hipotireoidismo. Diagnóstico e tratamento.
Tenho uma filha que hoje tem 13 anos, pesa 43 kg mede 1 57 cm quando fizemos o teste do pezinho ( com 29 dias de vida ) os resultados foram todos normais porém, quando ela fez 1 aninho por medir 69 cm e pesar 7, 300 kg sua pediatra me aconselho a procurar um endocrinologista foi feito os exames e constatado que ela tinha hipotireoidismo adquirido começou então o tratamento tratamento esse que ela fará toda vida tenho curiosidade em saber... o que causa, O HIPOTIREOIDISMO ADQUIRIDO?
14/10/2011 - Comentário feito por Natalina Prado
Re: Hipotireoidismo. Diagnóstico e tratamento.
Constatei ser portadora de Hipotireoidismo em 1999, após uma crise prolongada de enxaqueca, que quase me deixou maluca. Hoje, ingiro diariamente 100 mcg de Levotiroxina, mas as doses variaram entre 75 à 150 durante este período. Atualmente sofro de um coceira noturna em braços, pernas e corpo. Já fui em vários especialistas e nenhum conseguiu descobrir o que seja... suspeito da medicação, embora os nívies de T3 e T4, bem como o TSH estejam nos padrões da normalidade. Busco mais informações sobre os efeitos colaterais deste medicamento... Parabéns pela iniciativa!
29/09/2011 - Comentário feito por marli de l a souza
Re: Hipotireoidismo. Diagnóstico e tratamento.
descobri que tinha ipotireidismo aos 28 anos comecei a tamar puran 12 mlg, hj tomo 150 mlg ao dia nao posso ficar um so dia sem tomar . tenho 41 anos e essas informacoes foi muito valioza para meu conhecimento.
tangara da serra mt.

26/09/2011 - Comentário feito por Franciele
Re: Hipotireoidismo. Diagnóstico e tratamento.
Olá, sou portadora de hipotireodismo, desde que nasci, faço o acompanhamento, sempre estive em dia com as consultas e medicamento, concordo plenamente com a questão do desenvolvimento de quem tem o hipo, ser totalmente normal, pois não possuo defeito fisico algum, e tive otimo desenvolvimento mental.
Estou montanto um blog, para falar sobre hipo e hiper, e estou buscando opnioes, se puder me mande algumas ficarei feliz em postar.
Obrigada boa noite.

05/08/2011 - Comentário feito por alessandra
Re: Hipotireoidismo. Diagnóstico e tratamento.
A minha mãe tem e eu gostei muito do materia pois tirou muitas duvidas.
04/03/2011 - Comentário feito por Beth
Re: Hipotireoidismo. Diagnóstico e tratamento.
Adorei o site estou com tsh um pouco alto e vou procurar um médico, minha filha tem hipo de hashimoto e tem se tratado diáriamente com medicações.
Parabéns, gostei muito dos detalhes colocados no artigo.
Abraço fraternal!!

21/11/2010 - Comentário feito por ronalda teixeira
Re: Hipotireoidismo. Diagnóstico e tratamento.
eu tenho tireoidite de hashimoto, desde 2003, e tomo diariamente euthyrox de 25 mg, tenho 66 anos, sou muito ativa, faço reposiçao hormonal, mas ultimamente tenho tido dores de cabeça, minha pressao e 12,por 6 ou 13,por 7. meu grave defeito é que nao gosto de fazer exames e ir a medicos, minha mae morreu por erro medico aos 83 anos, e minha avo de velhice aos 95 anos e nao faziam exames nenhum
eram super ativas, lucidas, meu pai é que morreu aos 50 anos mais fumava e bebia, teve cancer no duodeno. mas gostei muito destes esclarecimentos . um abraço a toda a equipe.

26/06/2010 - Comentário feito por Ana Luzia
Re: Hipotireoidismo. Diagnóstico e tratamento.
Sou portadora desta doença, que realmente causa um enorme desespero quando não se sabe o que é. Mas hoje trato com medicamentos a base de complexos vitaminicos, hormonios com T3 T4, Triac. Enfim, este depoimento estou deixando para que saibam que ter hipotireoidismo não é o fim existem tratamentos que possibilitam ter uma vida normal. Comecei meu tratamento com um dos melhores medicos do Brasil, Dr. Alexandre Hilel e estou neste tratamento até hoje indico a quem precisar os resultados são rápidos, e com o Dr Alexandre achei como o diferencial que ele trata todo organismo não só a doença especifica, e isto me ajudou bastante. Quem quiser saber mais informações sobre o Dr. o site é este.: http://www.dralexandresantana.com.br/ortomolecular/a-clinica
bjus

Glossário

1 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
2 Hipotireoidismo: Distúrbio caracterizado por uma diminuição da atividade ou concentração dos hormônios tireoidianos. Manifesta-se por engrossamento da voz, aumento de peso, diminuição da atividade, depressão.
3 Glândula: Estrutura do organismo especializada na produção de substâncias que podem ser lançadas na corrente sangüínea (glândulas endócrinas) ou em uma superfície mucosa ou cutânea (glândulas exócrinas). A saliva, o suor, o muco, são exemplos de produtos de glândulas exócrinas. Os hormônios da tireóide, a insulina e os estrógenos são de secreção endócrina.
5 Hormônio: Substância química produzida por uma parte do corpo e liberada no sangue para desencadear ou regular funções particulares do organismo. Por exemplo, a insulina é um hormônio produzido pelo pâncreas que diz a outras células quando usar a glicose para energia. Hormônios sintéticos, usados como medicamentos, podem ser semelhantes ou diferentes daqueles produzidos pelo organismo.
6 Tireoide: A tireoide é uma glândula localizada na base do pescoço, abaixo do "pomo de Adão". Sua função é produzir, armazenar e liberar hormônios tireoideanos (T3 e T4) na corrente sanguínea. Estes hormônios agem em quase todas as células do organismo e ajudam a controlar suas funções.
7 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
8 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
9 Anticorpos: Proteínas produzidas pelo organismo para se proteger de substâncias estranhas como bactérias ou vírus. As pessoas que têm diabetes tipo 1 produzem anticorpos que destroem as células beta produtoras de insulina do próprio organismo.
10 Colesterol: Tipo de gordura produzida pelo fígado e encontrada no sangue, músculos, fígado e outros tecidos. O colesterol é usado pelo corpo para a produção de hormônios esteróides (testosterona, estrógeno, cortisol e progesterona). O excesso de colesterol pode causar depósito de gordura nos vasos sangüíneos.
Seus componentes são:
HDL-Colesterol: tem efeito protetor para as artérias, é considerado o bom colesterol.
LDL-Colesterol: relacionado às doenças cardiovasculares, é o mau colesterol.
VLDL-Colesterol: representa os triglicérides (um quinto destes).
11 Doença coronariana: Doença do coração causada por estreitamento das artérias que fornecem sangue ao coração. Se o fluxo é cortado, o resultado é um ataque cardíaco.
12 Coração:

Órgão muscular, oco, que mantém a circulação sangüínea.

13 Palpitações: Designa a sensação de consciência do batimento do coração, que habitualmente não se sente. As palpitações são detectadas usualmente após um exercício violento, em situações de tensão ou depois de um grande susto, quando o coração bate com mais força e/ou mais rapidez que o normal.
14 Taquicardia: Aumento da freqüência cardíaca. Pode ser devido a causas fisiológicas (durante o exercício físico ou gravidez) ou por diversas doenças como sepse, hipertireoidismo e anemia. Pode ser assintomática ou provocar palpitações.
15 Osteoporose: Doença óssea caracterizada pela diminuição da formação de matriz óssea que predispõe a pessoa a sofrer fraturas com traumatismos mínimos ou mesmo na ausência deles. É influenciada por hormônios, sendo comum nas mulheres pós-menopausa. A terapia de reposição hormonal, que administra estrógenos a mulheres que não mais o produzem, tem como um dos seus objetivos minimizar esta doença.
16 Menopausa: Estado fisiológico caracterizado pela interrupção dos ciclos menstruais normais, acompanhada de alterações hormonais em mulheres após os 45 anos.
17 Hipertireoidismo: Doença caracterizada por um aumento anormal da atividade dos hormônios tireoidianos. Pode ser produzido pela administração externa de hormônios tireoidianos (hipertireoidismo iatrogênico) ou pelo aumento de uma produção destes nas glândulas tireóideas. Seus sintomas, entre outros, são taquicardia, tremores finos, perda de peso, hiperatividade, exoftalmia.
18 Estômago:

Órgão da digestão, localizado no quadrante superior esquerdo do abdome, entre o final do ESÔFAGO e o início do DUODENO.

19 Endocrinologista: Médico que trata pessoas que apresentam problemas nas glândulas endócrinas.
20 Antiácidos: É uma substância que neutraliza o excesso de ácido, contrariando o seu efeito. É uma base que aumenta os valores de pH de uma solução ácida.
21 Bócio: Aumento do tamanho da glândula tireóide, que produz um abaulamento na região anterior do pescoço. Em geral está associado ao hipotireoidismo. Quando a causa desta doença é a deficiência de ingestão de iodo, é denominado Bócio Regional Endêmico. Também pode estar associado a outras doenças glandulares como tumores, infecções ou inflamações.
22 Deglutição: Passagem dos alimentos desde a boca até o esôfago. É um mecanismo em parte voluntário e em parte automático (reflexo) que envolve a musculatura faríngea e o esfíncter esofágico superior.
23 LDL colesterol: Do inglês low-density lipoprotein cholesterol, colesterol de baixa densidade ou colesterol ruim.
24 Insuficiência Cardíaca: É uma condição na qual a quantidade de sangue bombeada pelo coração a cada minuto (débito cardíaco) é insuficiente para suprir as demandas normais de oxigênio e de nutrientes do organismo. Refere-se à diminuição da capacidade do coração suportar a carga de trabalho.
25 Coma: 1. Alteração do estado normal de consciência caracterizado pela falta de abertura ocular e diminuição ou ausência de resposta a estímulos externos. Pode ser reversível ou evoluir para a morte.

2. Presente do subjuntivo ou imperativo do verbo "comer."
26 Infertilidade: Capacidade diminuída ou ausente de gerar uma prole. O termo não implica a completa inabilidade para ter filhos e não deve ser confundido com esterilidade. Os clínicos introduziram elementos físicos e temporais na definição. Infertilidade é, portanto, freqüentemente diagnosticada quando, após um ano de relações sexuais não protegidas, não ocorre a concepção.
27 Ovulação: Ovocitação, oocitação ou ovulação nos seres humanos, bem como na maioria dos mamíferos, é o processo que libera o ovócito II em metáfase II do ovário. (Em outras espécies em vez desta célula é liberado o óvulo.)
Nos dias anteriores à ovocitação, o folículo secundário cresce rapidamente, sob a influência do FSH e do LH. Ao mesmo tempo que há o desenvolvimento final do folículo, há um aumento abrupto de LH, fazendo com que o ovócito I no seu interior complete a meiose I, e o folículo passe ao estágio de pré-ovocitação. A meiose II também é iniciada, mas é interrompida em metáfase II aproximadamente 3 horas antes da ovocitação, caracterizando a formação do ovócito II. A elevada concentração de LH provoca a digestão das fibras colágenas em torno do folículo, e os níveis mais altos de prostaglandinas causam contrações na parede ovariana, que provocam a extrusão do ovócito II.
28 Bebês: Lactentes. Inclui o período neonatal e se estende até 1 ano de idade (12 meses).
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