Atalho: 6Z7U4J7
Gostou do artigo? Compartilhe!

Adenocarcinoma: o que é? Quais são as causas? E os sintomas? Como são feitos o diagnóstico e o tratamento?

A+ A- Alterar tamanho da letra
Avalie este artigo

O que é adenocarcinoma1?

O adenocarcinoma1 é um tumor2 maligno, derivado de células3 glandulares epiteliais secretoras, que pode afetar quase todos os órgãos do corpo (pulmões4, intestinos5, pâncreas6, fígado7, colo do útero8, etc.). Estas células3 podem também originar um tumor2 benigno, o adenoma9, o qual guarda a potencialidade de transformar-se em adenocarcinoma1. Embora a prefixo “adeno” queira dizer “junto a uma glândula”, não é necessário que as células3 desse tumor2 pertençam a uma glândula10, desde que sejam secretoras.

Em geral, os adenocarcinomas são um tipo de câncer11 bastante agressivo e de difícil remoção cirúrgica e têm, por isso, um prognóstico12 desfavorável. O adenoma9, embora benigno, pode causar sérios problemas ao funcionamento orgânico em virtude de compressões ou destruição de órgãos.

Adenocarcinoma

Quais são as causas do adenocarcinoma1?

Não se conhece precisamente as causas dos adenocarcinomas, como de nenhum câncer11, no entanto sabe-se de fatores gerais que contribuem para ele, os quais também valem aqui, como hereditariedade13, poluição ou idade avançada. Alguns outros fatores parecem contribuir para o aparecimento de tumores em certos órgãos: uso de fumo (tumores de pulmão14), reposição hormonal (tumores de mama15), qualidade da alimentação (tumores de estômago16 ou intestino), etc.

Quais são os principais sintomas17 dos adenocarcinomas?

Os sintomas17 dos adenocarcinomas dependem do órgão que eles afetam ou comprimem. Conforme seja sua localização, os adenocarcinomas podem evoluir durante muito tempo sem dar sintomas17. Como podem afetar quase todos os órgãos, a sintomatologia gerada por eles é extremamente variável, pelo que só se pode abranger uma amostragem deles, aqui mencionada a título de exemplos:

  • Adenocarcinoma1 de pulmão14: é uma das mais frequentes formas de câncer11 do pulmão14, comum também em não fumantes. Às vezes evolui durante muito tempo sem dar sintomas17 e seu primeiro achado costuma ser feito num exame de imagem do tórax18 realizado por outro motivo. Seus sintomas17 podem incluir tosse, às vezes com escarro sanguinolento19; dor torácica; dispneia20; chiado no peito21; perda de peso, etc.
  • Adenocarcinoma1 de intestino (geralmente de cólon22): como o câncer11 do cólon22 pode evoluir sem sintomas17, numa fase inicial, ele frequentemente é detectado durante um exame de rotina ou feito em razão de outro motivo diagnóstico23. Quando os sintomas17 começam, eles costumam ser: dor abdominal, sangramento retal aparente ou não (sangue24 oculto nas fezes), mudanças nos hábitos intestinais, anemia25 e, nos casos mais avançados, percepção de massa abdominal; hepatomegalia26 (crescimento do fígado7) e ascite27 (“água na barriga”).
  • Adenocarcinoma1 de colo28 de útero29: inicialmente, o adenocarcinoma1 de colo28 de útero29 pode não dar sintomas17, mas quando eles começam a aparecer, costumam ser um sangramento vaginal intermitente30; secreção vaginal de odor fétido; dor abdominal e, nos casos mais avançados, distúrbios urinários e/ou intestinais.
  • Adenocarcinoma1 de pâncreas6: cerca de 95% dos tumores de pâncreas6 são adenocarcinomas. Geralmente crescem também sem dar sintomas17 e por isso só são descobertos num estágio tardio da doença, às vezes já como consequência de metástases31 ou de compressão de órgãos vizinhos, como o colédoco (canal que drena a bile32 da vesícula33 para o intestino), por exemplo, impedindo sua função. Os sintomas17 mais precoces costumam ser dor, icterícia34 e perda de peso.
  • Adenocarcinoma1 de estômago16: numa fase inicial pode não haver sintomas17 ou eles são muito poucos e inespecíficos. Quando começam a aparecer os sintomas17 mais característicos, eles costumam ser: anorexia35; enjoos e sensação precoce de estômago16 cheio; intolerância à carne (de mais difícil digestão36); dor abdominal; dificuldade de engolir (se o tumor2 comprometer a cárdia, que é um esfíncter37 entre o esôfago38 e o estômago16); digestão36 imperfeita (caso o tumor2 invada o corpo do estômago16) e emagrecimento. Num estágio mais avançado pode haver massa tumoral palpável, no epigástrio39, ou seja, na região onde fica o estômago16, sangramento intestinal alto, caquexia40 e anemia25 severa.
  • Adenocarcinoma1 de mama15: a grande maioria dos tumores da mama15 são adenocarcinomas e se iniciam nos tecidos glandulares, sejam lobulares ou ductais (na maioria dos casos). Geralmente se manifestam como um nódulo41 duro, único, indolor e sem mobilidade. Sem outros sintomas17, de início, podem mais tarde gerar deformidade e aumento de volume da mama15, retração do mamilo, crescimento dos gânglios42 axilares, vermelhidão, edema43, dor e secreção de líquido pelos mamilos44.

Como o médico diagnostica um adenocarcinoma1?

O diagnóstico23 por imagem do adenocarcinoma1 é feito como o de outros tipos de câncer11. Histologicamente, eles geralmente são detectados por meio do exame de material colhido em uma biópsia45 e examinado ao microscópio. Se tal tumor2 é descoberto, ele requer tratamento imediato, porque os adenocarcinomas são de rápida progressão e tendem a dar metástases31 com facilidade, permitindo ao câncer11 espalhar-se para outros órgãos que não o original.

Como o médico trata o adenocarcinoma1?

O tratamento do adenocarcinoma1 inclui a remoção cirúrgica do tumor2 e cuidados com as possíveis complicações que ele tenha causado. Após a cirurgia, o paciente deve passar por uma quimioterapia46 e/ou radioterapia47, para evitar que o tumor2 possa recidivar.

Como é a evolução de um adenocarcinoma1?

Diagnosticado em fase inicial e adequadamente tratado, a maioria dos adenocarcinomas tem cura. No entanto, é um tipo de câncer11 de crescimento rápido e de caráter bastante agressivo, pelo que exigem um tratamento eficaz e rápido.

Os adenocarcinomas facilmente dão metástases31 em tecidos não glandulares normais.

Referências:

As informações veiculadas neste texto foram extraídas em parte dos sites da Cancer Treatment Centers of America, American Cancer Society, National Cancer Institute e American Society of Clinical Oncology.

ABCMED, 2013. Adenocarcinoma: o que é? Quais são as causas? E os sintomas? Como são feitos o diagnóstico e o tratamento?. Disponível em: <https://www.abc.med.br/p/cancer/353604/adenocarcinoma-o-que-e-quais-sao-as-causas-e-os-sintomas-como-sao-feitos-o-diagnostico-e-o-tratamento.htm>. Acesso em: 20 fev. 2020.
Nota ao leitor:
As notas acima são dirigidas principalmente aos leigos em medicina e têm por objetivo destacar os aspectos mais relevantes desse assunto e não visam substituir as orientações do médico, que devem ser tidas como superiores a elas. Sendo assim, elas não devem ser utilizadas para autodiagnóstico ou automedicação nem para subsidiar trabalhos que requeiram rigor científico.

Complementos

1 Adenocarcinoma: É um câncer (neoplasia maligna) que se origina em tecido glandular. O termo adenocarcinoma é derivado de “adeno”, que significa “pertencente a uma glândula” e “carcinoma”, que descreve um câncer que se desenvolveu em células epiteliais.
2 Tumor: Termo que literalmente significa massa ou formação de tecido. É utilizado em geral para referir-se a uma formação neoplásica.
3 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
4 Pulmões: Órgãos do sistema respiratório situados na cavidade torácica e responsáveis pelas trocas gasosas entre o ambiente e o sangue. São em número de dois, possuem forma piramidal, têm consistência esponjosa e medem cerca de 25 cm de comprimento. Os pulmões humanos são divididos em segmentos denominados lobos. O pulmão esquerdo possui dois lobos e o direito possui três. Os pulmões são compostos de brônquios que se dividem em bronquíolos e alvéolos pulmonares. Nos alvéolos se dão as trocas gasosas ou hematose pulmonar entre o meio ambiente e o corpo, com a entrada de oxigênio na hemoglobina do sangue (formando a oxiemoglobina) e saída do gás carbônico ou dióxido de carbono (que vem da célula como carboemoglobina) dos capilares para o alvéolo.
5 Intestinos: Seção do canal alimentar que vai do ESTÔMAGO até o CANAL ANAL. Inclui o INTESTINO GROSSO e o INTESTINO DELGADO.
6 Pâncreas: Órgão nodular (no ABDOME) que abriga GLÂNDULAS ENDÓCRINAS e GLÂNDULAS EXÓCRINAS. A pequena porção endócrina é composta pelas ILHOTAS DE LANGERHANS, que secretam vários hormônios na corrente sangüínea. A grande porção exócrina (PÂNCREAS EXÓCRINO) é uma glândula acinar composta, que secreta várias enzimas digestivas no sistema de ductos pancreáticos (que desemboca no DUODENO).
7 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
8 Colo do útero: Porção compreendendo o pescoço do ÚTERO (entre o ístmo inferior e a VAGINA), que forma o canal cervical.
9 Adenoma: Tumor do epitélio glandular de características benignas.
10 Glândula: Estrutura do organismo especializada na produção de substâncias que podem ser lançadas na corrente sangüínea (glândulas endócrinas) ou em uma superfície mucosa ou cutânea (glândulas exócrinas). A saliva, o suor, o muco, são exemplos de produtos de glândulas exócrinas. Os hormônios da tireóide, a insulina e os estrógenos são de secreção endócrina.
11 Câncer: Crescimento anormal de um tecido celular capaz de invadir outros órgãos localmente ou à distância (metástases).
12 Prognóstico: 1. Juízo médico, baseado no diagnóstico e nas possibilidades terapêuticas, em relação à duração, à evolução e ao termo de uma doença. Em medicina, predição do curso ou do resultado provável de uma doença; prognose. 2. Predição, presságio, profecia relativos a qualquer assunto. 3. Relativo a prognose. 4. Que traça o provável desenvolvimento futuro ou o resultado de um processo. 5. Que pode indicar acontecimentos futuros (diz-se de sinal, sintoma, indício, etc.). 6. No uso pejorativo, pernóstico, doutoral, professoral; prognóstico.
13 Hereditariedade: Conjunto de eventos biológicos responsáveis pela transmissão de uma herança a seus descendentes através de seus genes. Existem dois tipos de hereditariedade: especifica e individual. A hereditariedade especifica é responsavel pela transmissão de agentes genéticos que determinam a herança de características comuns a uma determinada espécie. A hereditariedade individual designa o conjunto de agentes genéticos que atuam sobre os traços e características próprios do indivíduo que o tornam um ser diferente de todos os outros.
14 Pulmão: Cada um dos órgãos pareados que ocupam a cavidade torácica que tem como função a oxigenação do sangue.
15 Mama: Em humanos, uma das regiões pareadas na porção anterior do TÓRAX. As mamas consistem das GLÂNDULAS MAMÁRIAS, PELE, MÚSCULOS, TECIDO ADIPOSO e os TECIDOS CONJUNTIVOS.
16 Estômago: Órgão da digestão, localizado no quadrante superior esquerdo do abdome, entre o final do ESÔFAGO e o início do DUODENO.
17 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
18 Tórax: Parte superior do tronco entre o PESCOÇO e o ABDOME; contém os principais órgãos dos sistemas circulatório e respiratório. (Tradução livre do original Sinônimos: Peito; Caixa Torácica
19 Sanguinolento: 1. Em que há grande derramamento de sangue; sangrento. 2. Tinto ou misturado com sangue. 3. Que se compraz em ver ou derramar sangue; sanguinário.
20 Dispnéia: Falta de ar ou dificuldade para respirar caracterizada por respiração rápida e curta, geralmente está associada a alguma doença cardíaca ou pulmonar.
21 Peito: Parte superior do tronco entre o PESCOÇO e o ABDOME; contém os principais órgãos dos sistemas circulatório e respiratório. (Tradução livre do original
22 Cólon:
23 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
24 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
25 Anemia: Condição na qual o número de células vermelhas do sangue está abaixo do considerado normal para a idade, resultando em menor oxigenação para as células do organismo.
26 Hepatomegalia: Aumento anormal do tamanho do fígado.
27 Ascite: Acúmulo anormal de líquido na cavidade peritoneal. Pode estar associada a diferentes doenças como cirrose, insuficiência cardíaca, câncer de ovário, esquistossomose, etc.
28 Colo: O segmento do INTESTINO GROSSO entre o CECO e o RETO. Inclui o COLO ASCENDENTE; o COLO TRANSVERSO; o COLO DESCENDENTE e o COLO SIGMÓIDE.
29 Útero: Orgão muscular oco (de paredes espessas), na pelve feminina. Constituído pelo fundo (corpo), local de IMPLANTAÇÃO DO EMBRIÃO e DESENVOLVIMENTO FETAL. Além do istmo (na extremidade perineal do fundo), encontra-se o COLO DO ÚTERO (pescoço), que se abre para a VAGINA. Além dos istmos (na extremidade abdominal superior do fundo), encontram-se as TUBAS UTERINAS.
30 Intermitente: Nos quais ou em que ocorrem interrupções; que cessa e recomeça por intervalos; intervalado, descontínuo. Em medicina, diz-se de episódios de febre alta que se alternam com intervalos de temperatura normal ou cujas pulsações têm intervalos desiguais entre si.
31 Metástases: Formação de tecido tumoral, localizada em um lugar distante do sítio de origem. Por exemplo, pode se formar uma metástase no cérebro originário de um câncer no pulmão. Sua gravidade depende da localização e da resposta ao tratamento instaurado.
32 Bile: Agente emulsificador produzido no FÍGADO e secretado para dentro do DUODENO. Sua composição é formada por s ÁCIDOS E SAIS BILIARES, COLESTEROL e ELETRÓLITOS. A bile auxilia a DIGESTÃO das gorduras no duodeno.
33 Vesícula: Lesão papular preenchida com líquido claro.
34 Icterícia: Coloração amarelada da pele e mucosas devido a uma acumulação de bilirrubina no organismo. Existem dois tipos de icterícia que têm etiologias e sintomas distintos: icterícia por acumulação de bilirrubina conjugada ou direta e icterícia por acumulação de bilirrubina não conjugada ou indireta.
35 Anorexia: Perda do apetite ou do desejo de ingerir alimentos.
36 Digestão: Dá-se este nome a todo o conjunto de processos enzimáticos, motores e de transporte através dos quais os alimentos são degradados a compostos mais simples para permitir sua melhor absorção.
37 Esfíncter: Estrutura muscular que contorna um orifício ou canal natural, permitindo sua abertura ou fechamento, podendo ser constituído de fibras musculares lisas e/ou estriadas.
38 Esôfago: Segmento muscular membranoso (entre a FARINGE e o ESTÔMAGO), no TRATO GASTRINTESTINAL SUPERIOR.
39 Epigástrio: Região superior e mediana do abdome, que vai do apêndice xifoide até o umbigo.
40 Caquexia: Estado de involução geral caracterizado por perda de peso, astenia e incapacidade de desempenhar atividades mínimas. Pode acompanhar estados terminais das doenças crônicas (SIDA, insuficiência cardíaca, insuficiência respiratória). Também se pode aplicar este termo a um órgão determinado, quando o mesmo se encontra afetado por um transtorno incapacitante terminal (caquexia cardíaca).
41 Nódulo: Lesão de consistência sólida, maior do que 0,5cm de diâmetro, saliente na hipoderme. Em geral não produz alteração na epiderme que a recobre.
42 Gânglios: 1. Na anatomia geral, são corpos arredondados de tamanho e estrutura variáveis; nodos, nódulos. 2. Em patologia, são pequenos tumores císticos localizados em uma bainha tendinosa ou em uma cápsula articular, especialmente nas mãos, punhos e pés.
43 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
44 Mamilos: Órgãos cônicos os quais usualmente fornecem passagem ao leite proveniente das glândulas mamárias.
45 Biópsia: 1. Retirada de material celular ou de um fragmento de tecido de um ser vivo para determinação de um diagnóstico. 2. Exame histológico e histoquímico. 3. Por metonímia, é o próprio material retirado para exame.
46 Quimioterapia: Método que utiliza compostos químicos, chamados quimioterápicos, no tratamento de doenças causadas por agentes biológicos. Quando aplicada ao câncer, a quimioterapia é chamada de quimioterapia antineoplásica ou quimioterapia antiblástica.
47 Radioterapia: Método que utiliza diversos tipos de radiação ionizante para tratamento de doenças oncológicas.
Gostou do artigo? Compartilhe!

Tem alguma dúvida sobre Cancerologia?

Pergunte diretamente a um especialista

Sua pergunta será enviada aos especialistas do CatalogoMed, veja as dúvidas já respondidas.