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Depressão em mulheres

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O que é depressão?

A depressão é um distúrbio de alteração do humor sério e por vezes incapacitante. Causa sentimentos de tristeza, desespero, desamparo e inutilidade.

Ela pode ser leve a moderada com sintomas1 de apatia2, falta de apetite, dificuldade para dormir, baixa auto-estima e fadiga3. Ou pode ser uma depressão maior com sintomas1 de humor depressivo na maioria dos dias, falta de interesse nas atividades rotineiras que antes eram realizadas com satisfação, perda ou ganho de peso, insônia ou hipersonia, fadiga3, sentimentos de culpa na maioria dos dias e pensamentos recorrentes de morte ou suicídio.


Quais os sintomas1 de depressão na mulher?

De início insidioso, a depressão evolui continuamente para quadros que variam de intensidade e duração se não for tratada. Geralmente, os sintomas1 duram pelo menos duas semanas provocando prejuízos na vida social, familiar e ocupacional.

Os sintomas1 de depressão nas mulheres incluem:

  • Sentimentos de tristeza persistente, ansiedade e “vazio”
  • Perda de interesse ou prazer em atividades comuns
  • Nervosismo, inquietação, irritabilidade, choro fácil
  • Sentimentos de culpa, inutilidade, falta de esperança, pessimismo
  • Excesso de sono ou ausência de sono
  • Perda de energia, fadiga3
  • Baixa auto-estima
  • Perda da libido4
  • Pensamentos recorrentes em morte ou suicídio ou tentativas de suicídio
  • Dificuldade de concentração, de memorização ou para tomar decisões
  • Sintomas1 físicos persistentes que não respondem ao tratamento, como dores de cabeça5, desordens digestivas, dores crônicas


Por que a depressão é mais comum em mulheres do que nos homens?

Antes da adolescência, a prevalência6 de depressão é a mesma em meninas e meninos. Entretanto, com a chegada desta fase da vida, o risco das garotas desenvolverem depressão aumenta duas vezes mais que o dos garotos.

Alguns especialistas acreditam que mudanças hormonais estão relacionadas a este risco aumentado. Estas mudanças são evidentes durante a puberdade, gravidez7 e menopausa8 assim como no pós-parto, histerectomia9 ou aborto. Além disso, as flutuações hormonais que ocorrem a cada ciclo menstrual provavelmente contribuem para a síndrome10 pré-menstrual ou TPM. Há também a doença disfórica pré-menstrual ou DDPM, um tipo severo de TPM especialmente reconhecido por depressão, ansiedade, mudanças de humor cíclicas e letargia11.


O que aumenta as chances de uma mulher ter depressão?

De acordo com o National Institutes of Health os fatores que aumentam o risco de uma mulher ter depressão incluem fatores genéticos, biológicos, reprodutivos, interpessoais e características psicológicas e de personalidade.

Além disso, as mulheres que intercalam o trabalho com o cuidado com seus filhos ou as mães solteiras sofrem mais de estresse que pode desencadear a depressão.

Outros fatores incluem:

  • História familiar de alterações do humor
  • História de desordens do humor na adolescência
  • Perda de um dos pais antes dos 10 anos de idade
  • Perda de apoio social ou ameaça de tal perda
  • Estresse psicológico ou social, como perda de emprego, relacionamento estressante, separação ou divórcio
  • Abuso sexual ou físico durante a infância
  • Uso de certos tratamentos para infertilidade12
  • Uso de alguns contraceptivos orais
  • Mulheres podem apresentar depressão logo após terem um bebê, a chamada depressão pós-parto
  • Certas alterações afetivas sazonais, mais comuns no inverno
  • Transtorno bipolar, pois a depressão é uma parte da doença bipolar


A depressão pode ser familiar?

Sim. A depressão pode estar presente nas famílias. Quando isso acontece, ela geralmente começa nas idades entre 15 e 30 anos. Um traço familiar de depressão é muito mais comum em mulheres do que nos homens.


Qual a diferença da depressão em mulheres e homens?

A depressão feminina difere da masculina de várias maneiras:

  • Depressão em mulheres pode ocorrer cedo, durar mais tempo, apresentar mais recorrência13, ser mais associada a eventos estressantes da vida e ser mais sensível a mudanças sazonais.
  • As mulheres experimentam mais os sentimentos de culpa e têm mais tendência ao suicídio, embora atualmente elas cometam menos suicídio que os homens.
  • A depressão feminina é mais associada a desordens de ansiedade, como sintomas1 de pânico ou fobias14 e desordens alimentares.
  • Mulheres deprimidas tem maior tendência a abusar do álcool e outras drogas.


Como a tensão pré-menstrual (TPM) e a desordem disfórica pré-menstrual (DDPM) se relacionam com a depressão?

Três em cada quatro mulheres que menstruam têm TPM. Ela é caracterizada por sintomas1 emocionais e físicos que variam de intensidade de um ciclo menstrual para o outro. Mulheres com 20 a 30 anos são usualmente afetadas pela TPM.

Cerca de 3 a 5% das mulheres que menstruam têm DDPM, um tipo severo de TPM, marcada por sintomas1 emocionais e físicos muito fortes que antecedem em cerca de 10 dias o início da menstruação15.

Na última década, estas condições foram reconhecidas como importante causa de desconforto e mudanças de comportamento em mulheres. Enquanto a relação entre TPM, DDPM e depressão permanece sem ser esclarecida, acredita-se que mudanças químicas no cérebro16 e flutuação dos níveis hormonais sejam fatores que contribuem para tal associação.

Muitas mulheres que sofrem de depressão associada à TPM ou DDPM melhoram com exercícios físicos e meditação. Para aquelas com sintomas1 severos, psicoterapia individual ou de grupo, medicamentos e manejo do estresse podem ajudar.


A prevalência6 de depressão aumenta na meia-idade?

A perimenopausa é o estágio da vida reprodutiva da mulher que começa oito a dez anos antes da menopausa8 e dura até o início desta. Neste período, os ovários17 começam a produzir gradualmente menos estrogênio e, na menopausa8, param de produzir óvulos.

A menopausa8 é o período que a mulher para de menstruar e aparecem os sintomas1 decorrentes da queda de estrogênio. Por definição, uma mulher está na menopausa8 quando para de menstruar por um ano. Isto é uma parte normal da vida e marca o fim da vida reprodutiva da mulher. Tipicamente ela ocorre em mulheres na 4° ou 5° década de vida. Entretanto, aquelas mulheres que tiveram os ovários17 removidos cirurgicamente passam por uma menopausa8 repentina.

Esta queda de estrogênio desencadeia mudanças físicas e emocionais – como depressão, ansiedade e alterações de memória. Como em qualquer outra fase da vida da mulher, há uma relação entre os níveis hormonais e os sintomas1 físicos e emocionais. Algumas mudanças físicas incluem ciclos menstruais irregulares, ciclos mais intensos ou mais leves e ondas de calor.


Como lidar melhor com os sintomas1 da depressão?

  • Evite tranquilizantes. Use-os se for extremamente necessário e somente com a prescrição de um médico.
  • Mantenha uma dieta saudável.
  • Faça exercícios regularmente.
  • Engaje-se em algum projeto ou hobby que promova um sentido de realização à sua vida.
  • Encontre uma prática de auto-controle – como ioga, meditação, técnicas de relaxamento por respiração lenta e profunda.
  • Tenha boas noites de sono, mantenha seu quarto arejado e confortável.
  • Procure apoio emocional com familiares, amigos ou profissionais.
  • Mantenha-se conectado com sua família.
  • Consolide seus laços de amizade.
  • Participe de algum trabalho comunitário.
  • Tome medicamentos, vitaminas e minerais como prescritos pelo seu médico.

Caso você não consiga fazer isto sozinha, procure a ajuda de familiares, amigos ou profissionais especializados nos cuidados de saúde18 mental.


Como a depressão é tratada em mulheres?

Há uma variedade de métodos usados para tratar a depressão, incluindo medicações como antidepressivos e psicoterapia. A terapia familiar pode ajudar caso o estresse vivenciado na família contribua para a depressão. O seu psicólogo, psiquiatra ou psicanalista pode determinar qual é o melhor tratamento a ser seguido.


Qual profissional pode me ajudar no manejo da minha depressão?

Os mais procurados são os especialistas em saúde18 mental como psiquiatras, psicólogos, assistentes sociais e psicanalistas. Mas outros profissionais podem orientá-la como clínicos gerais ou médicos de família.

Existem centros comunitários que auxiliam pessoas com depressão, serviços universitários, programas de saúde18 mental em escolas médicas e clínicas particulares que podem ajudar pessoas deprimidas ou seus familiares.


Fontes consultadas:
National Institute of Mental Health

National Institutes of Health

ABCMED, 2009. Depressão em mulheres. Disponível em: <https://www.abc.med.br/p/saude-da-mulher/52548/depressao+em+mulheres.htm>. Acesso em: 17 jul. 2019.
Nota ao leitor:
As notas acima são dirigidas principalmente aos leigos em medicina e têm por objetivo destacar os aspectos mais relevantes desse assunto e não visam substituir as orientações do médico, que devem ser tidas como superiores a elas. Sendo assim, elas não devem ser utilizadas para autodiagnóstico ou automedicação nem para subsidiar trabalhos que requeiram rigor científico.

Complementos

1 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
2 Apatia: 1. Em filosofia, para os céticos e os estoicos, é um estado de insensibilidade emocional ou esmaecimento de todos os sentimentos, alcançado mediante o alargamento da compreensão filosófica. 2. Estado de alma não suscetível de comoção ou interesse; insensibilidade, indiferença. 3. Em psicopatologia, é o estado caracterizado por indiferença, ausência de sentimentos, falta de atividade e de interesse. 4. Por extensão de sentido, é a falta de energia (física e moral), falta de ânimo; abatimento, indolência, moleza.
3 Fadiga: 1. Sensação de enfraquecimento resultante de esforço físico. 2. Trabalho cansativo. 3. Redução gradual da resistência de um material ou da sensibilidade de um equipamento devido ao uso continuado.
4 Libido: Desejo. Procura instintiva do prazer sexual.
5 Cabeça:
6 Prevalência: Número de pessoas em determinado grupo ou população que são portadores de uma doença. Número de casos novos e antigos desta doença.
7 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
8 Menopausa: Estado fisiológico caracterizado pela interrupção dos ciclos menstruais normais, acompanhada de alterações hormonais em mulheres após os 45 anos.
9 Histerectomia: Cirurgia através da qual se extrai o útero. Pode ser realizada mediante a presença de tumores ou hemorragias incontroláveis por outras formas. Quando se acrescenta à retirada dos ovários e trompas de Falópio (tubas uterinas) a esta cirurgia, denomina-se anexo-histerectomia.
10 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
11 Letargia: Em psicopatologia, é o estado de profunda e prolongada inconsciência, semelhante ao sono profundo, do qual a pessoa pode ser despertada, mas ao qual retorna logo a seguir. Por extensão de sentido, é a incapacidade de reagir e de expressar emoções; apatia, inércia e/ou desinteresse.
12 Infertilidade: Capacidade diminuída ou ausente de gerar uma prole. O termo não implica a completa inabilidade para ter filhos e não deve ser confundido com esterilidade. Os clínicos introduziram elementos físicos e temporais na definição. Infertilidade é, portanto, freqüentemente diagnosticada quando, após um ano de relações sexuais não protegidas, não ocorre a concepção.
13 Recorrência: 1. Retorno, repetição. 2. Em medicina, é o reaparecimento dos sintomas característicos de uma doença, após a sua completa remissão. 3. Em informática, é a repetição continuada da mesma operação ou grupo de operações. 4. Em psicologia, é a volta à memória.
14 Fobias: Medo exagerado, falta de tolerância, aversão.
15 Menstruação: Sangramento cíclico através da vagina, que é produzido após um ciclo ovulatório normal e que corresponde à perda da camada mais superficial do endométrio uterino.
16 Cérebro: Derivado do TELENCÉFALO, o cérebro é composto dos hemisférios direito e esquerdo. Cada hemisfério contém um córtex cerebral exterior e gânglios basais subcorticais. O cérebro inclui todas as partes dentro do crânio exceto MEDULA OBLONGA, PONTE e CEREBELO. As funções cerebrais incluem as atividades sensório-motora, emocional e intelectual.
17 Ovários: São órgãos pares com aproximadamente 3cm de comprimento, 2cm de largura e 1,5cm de espessura cada um. Eles estão presos ao útero e à cavidade pelvina por meio de ligamentos. Na puberdade, os ovários começam a secretar os hormônios sexuais, estrógeno e progesterona. As células dos folículos maduros secretam estrógeno, enquanto o corpo lúteo produz grandes quantidades de progesterona e pouco estrógeno.
18 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
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Comentários

21/07/2015 - Comentário feito por Luzia
Adorei o artigo, muito esclarecedor - tenho mui...
Adorei o artigo, muito esclarecedor - tenho muitos sintomas, mas quando a cabeça fica uma bagunça eu tenho ficar calma e pensar em algo produtivo. Parabéns mesmo!

Vou completar 49 em outubro tudo está loucura, loucura com a chegada da menopausa.

13/07/2015 - Comentário feito por Márcio
Muito esclarecedor. Mas gostaria de saber o que...
Muito esclarecedor. Mas gostaria de saber o que a família pode fazer além de ter compreensão e paciência. Como podemos conscientizar a mulher com depressão para que procure ajuda mais efetiva.

07/07/2013 - Comentário feito por Luis
Re: Depressão em mulheres
Eu e minha esposa sofremos com a depressão maior. Uso Venlafaxina e minha esposa Cymbalta. Fomos à vários psiquiatras e comprovei, com estudos, que a maioria deles é mercenária, omitindo outros tipos de tratamento (alimentação, esportes, entre outros) que podem diminuir a necessidade da medicação. Exemplo: Banho de sol pela manhã, caminhadas, ouvir música, assistir filmes, ler livros, caça-palavras, para exercitar sua mente, viajar e andar descalço para descarregar energias negativas.

09/05/2013 - Comentário feito por Anônimo
Re: Depressão em mulheres
Eu tenho uma amiga que sofre de depressão, porém ela não aceita este fato...
Ela nao gosta de conviver com pessoas, não se alimenta bem pois acha que é gorda feia que parece um monstro. pensa frequentemente em suicidio por causa de um rapaz que só pensa em si mesmo. Ela sofre também de um transtorno bipolar, uma hora ela está feliz rindo, e simplesmente do nada começa a chorar e fica com raiva sem motivo nenhum. ela vive sozinha em casa, ela nao sai, nao gosta de participar de projetos realizados pela escola ou comunidade em que vive, tem vergonha de si propria anda sempre cabisbaixa e tenta se esconder ao maximo, Teve um grande trauma em sua infancia pois antes de nascer sua mãe havia perdido sua irmã e nao a aceitava. Oque posso fazer para ajuda-lá?

06/04/2013 - Comentário feito por Camila
Re: Depressão em mulheres
Há mais ou menos uns 8 anos eu sofro de depressão, já fiz inúmeros tratamentos com todo tipo de profissional, mas infelizmente não saio da estaca 0, ate convivo bem em sociedade, tenho meus amigos, meus familiares, meu trabalho, mas minha vida tem sido uma tortura, nesses 8 anos nunca mais consegui um relacionamento amoroso que desse certo, acredito que seja esta a causa de meu estado crítico, pois a solidão só tem me feito mal, inúmeras pessoas dizem que preciso me amar e tal, conseguir ficar feliz sozinha, mas não existe isso, ninguém é feliz sozinho, ano que vem farei 30 anos e isso esta mexendo muito comigo, pois ainda vivo na casa de meus pais e me sinto uma inútil, muitos de meus amigos da época de escola e familiares da mesma idade ou ate mais jovens se concretizando na vida e eu ainda assim, eu peço a Deus todos os dias para que eu morra, pois sou covarde demais pra acabar com essa dor e me suicidar.

05/10/2011 - Comentário feito por Luiza
Re: Depressão em mulheres
Gostei muito desse assunto colocado na pagina, as vezes nós mulheres sentimos todos esses sintomas
porém não queremos adimitir que estamos depressivas, sinto todos esses sintomas, aconselho as amigas que procurem um CAPS (centro de atenção psicosocial) lá tem psicologas, terapeutas e pricipalmente psiquiatras, eles podem nos aconselhar nos medicar se preciso for, o caps não é lugar apenas pra quem tem problemas mentais, procurem amigas pra conversar dividir os problemas
A pessoa que conversei como se nada quizesse e querendo foi uma amiga psiquiatra, temos também que nos ajudar, nada melhor que levantar a auto estima. abços

18/07/2011 - Comentário feito por MONICA
Re: Depressão em mulheres
Adorei o artigo,muito esclarecedor,fui essses dias ao médico relatei o que estava acontecendo e fui diagnosticada com estresse e depressão, os sintomas são esses mesmos relatados no artigo o médico me indicou o tratamento com a fluoxetina,espero ficar logo boa ,pois não aguento mas os sintomas as pessoas acham que vc tá ficando louca,desenvolvi esse quadro na rotina do dia a dia,problemas familiares e para piorar estou desempregada,mas tenho FÉ e sei que isso é passageiro.

15/06/2011 - Comentário feito por Circe
Re: Depressão em mulheres
Hoje fui ao medico e assim que entrei na sala e começei a relatar o que estava sentindo, ele me disse que estou com depressão,o médico foi muito gentil comigo, conversou bastante, coisa rara para um médico do SUS,me emcaminhou para conversar com a assistente Social, que também foi muito solicita, e já me marcou uma consulta com a psicologa, mas este arigo, foi muito esclarecer, obrigado a quem o redigiu.

03/05/2011 - Comentário feito por sueli
Re: Depressão em mulheres
Estou vivendo este problema, e afirmo que todas estas informações são de fundamental
conhecimento para todas as mulheres é de grande importância que a sociedade venha
conhecer esta morte silenciosa que vem acometer entre as mulheres com o histórico de depressão.
Parabéns pela matéria.

17/03/2011 - Comentário feito por lillian
Re: Depressão em mulheres
tenho muito forte a tpm ,tenho 32 anos achei o maximo esses escharecimentos parabens continuem nos informando.

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