Embora os termos (tireotoxicose e hipertireoidismo1) sejam usados como sinônimos para descrever a síndrome2 de excesso de hormônios tireoidianos, isto não corresponde ao fenômeno fisiopatológico.
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O hipotireoidismo1 subclínico refere-se a um estado em que os pacientes não exibem sintomas2 de hipotireoidismo1. Estes pacientes também tem níveis normais de hormônios tireoideos circulando no organismo. A única anormalidade é um aumento de TSH no sangue3. Isto mostra que a glândula4 hipófise5 está trabalhando muito para manter a produção de hormônios tireoidianos e que a tireoide6 requer estímulo extra da hipófise5 para manter a produção normal de hormônios.
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O diagnóstico1 de hipotireoidismo2 é estabelecido com a combinação de níveis séricos baixos de T4 livre e elevadas concentrações de TSH. Isto acontece pois a glândula3 pituitária (hipófise4) aumenta a produção de hormônio5 tireoestimulante (TSH) para tentar estimular a tireoide6 a produzir mais hormônio5 tireoidiano (T3 e T4).
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É uma síndrome1 que resulta da deficiência da produção de hormônios tireoidianos. Estima-se que 3 a 5% da população tenha alguma forma de hipotireoidismo2. É mais comum em mulheres e a incidência3 aumenta com a idade. Quando não tratado, o hipotireoidismo2 causa, nas crianças, atraso grave do crescimento e retardo mental. Na vida adulta, leva à depressão generalizada das funções orgânicas.
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A cirurgia de tireoide1 compreende procedimentos para ressecção de um nódulo2 separadamente, ressecção parcial (tireoidectomia parcial) ou retirada completa da glândula3 (tireoidectomia total). A tireoidectomia total geralmente é realizada nos casos em que há nódulos tireoideanos com suspeita de malignidade, sinais4 de compressão ou desconforto no pescoço, e quando há um problema estético gerado pelo aumento da glândula3 (bócio5).
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Os nódulos da tireóide são protuberâncias do tecido1 tireoideano palpáveis ou identificáveis por exames complementares. Constituem a principal manifestação clínica de uma série de doenças da tireóide, com uma prevalência2 de aproximadamente 10% na população adulta.
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