sábado, 4 de setembro de 2010

abc.med.br - quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
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Pneumonia em adultos. Parte I.

Pneumonia1 em adultos – Parte I


Conheça a doença, os sintomas2, o diagnóstico3 e o tratamento


O que é pneumonia1?

Pneumonia1 é uma inflamação4 nos pulmões5 geralmente causada por uma infecção6 por bactérias, vírus7, fungos ou outros parasitas. Esta doença representa uma preocupação particular em pessoas com mais de 65 anos, crianças pequenas, portadores de doença crônica ou deficiência no sistema imunológico. Ela também pode ocorrer em jovens e em pessoas saudáveis.

Frequentemente a pneumonia1 é uma complicação de uma outra condição, como por exemplo de um resfriado comum. Os antibióticos podem tratar a maioria das formas de pneumonias bacterianas, mas a resistência das bactérias aos antimicrobianos tem aumentado principalmente pelo uso incorreto de medicamentos.

Pacientes com pneunomia são muitas vezes internados e, dos internados, de 5 a 10% são encaminhados para tratamento em unidade de tratamento intensivo (UTI).


Quais são os sintomas2?

Os sintomas2 podem variar bastante, dependendo das condições de saúde da pessoa e do tipo de microorganismo que está causando a infecção6. Muitas vezes, a pneumonia1 mimetiza um resfriado comum no seu início, começando com febre8 e tosse, e pode não ser reconhecida como uma condição mais séria.

Os sintomas2 mais frequentes são:

  • Febre8
  • Tosse inicialmente seca que evolui para tosse produtiva
  • Respiração rápida (taquipneia)
  • Dor no peito ou dor torácica, que torna-se mais forte com os movimentos respiratórios e com a tosse
  • Sudorese9
  • Calafrios
  • Dor muscular
  • Dor de cabeça
  • Perda de apetite
  • Fraqueza
  • Náuseas10
  • Vômitos11

Pessoas que fazem parte dos grupos de risco para pneumonia1, como idosos, crianças abaixo de um ano de idade, doentes crônicos ou pessoas com déficits imunológicos podem apresentar poucos sintomas2. Os idosos, ao invés de ter a febre8 alta que muitas vezes está presente na pneumonia1, apresentam queda da temperatura e alteração do sensório na ausência de sintomas2 respiratórios.


Como a pneumonia1 acontece?

Estamos frequentemente expostos a bactérias e vírus7 que causam pneumonia1, mas nosso corpo possui defesas (tosse, espirro, flora de microorganismos que vive em nosso organismo sem causar doenças e nos protegendo, células do sistema imune, etc.) para evitar invasão e danos ao sistema respiratório12.

A pneumonia1 ocorre quando estas defesas falham e microorganismos chegam aos pulmões5, causando inflamação4 e infecção6.

A pneumonia1 bacteriana é a mais frequente, ocorrendo em aproximadamente 50% dos casos. A causa mais comum é uma bactéria13 chamada pneumococo. As pneumonias virais podem ser causadas por muitos tipos diferentes de vírus7. Ocorrem mais comumente no outono e no inverno. Elas podem ser complicadas por pneumonias bacterianas.


Como os microorganismos que causam a pneumonia1 chegam ao organismo?

Os microorganismos podem chegar ao pulmão14 por:

  • Aspiração de secreções da orofaringe
  • Inalação de aerossóis
  • Disseminação hematogênica (através da corrente sanguínea)
  • Disseminação a partir de um foco infeccioso na parede torácica, no mediastino15 ou no andar superior do abdome
  • Reativação local


Como o diagnóstico3 é feito?

O diagnóstico3 de pneumonia1 é feito com a história clínica do paciente, um exame físico detalhado e a realização de uma radiografia do tórax16.

A radiografia é importante para confirmar ou excluir o diagnóstico3 de pneumonia1, determinar sua extensão e localização, avaliar a gravidade ou a ocorrência de complicações e auxiliar no diagnóstico3 diferencial com outras patologias.

Nos casos mais graves, alguns exames complementares podem ser solicitados para definir melhor as condições do paciente. Geralmente são realizados hemograma, glicemia17, ureia e creatinina18, eletrólitos, proteínas19 totais, pH, gasometria arterial, sorologia para HIV20 ou exames da secreção.

Estes exames são realizados para verificar a contagem das células de defesa (leucócitos21) e localizar informações que identifiquem infecção6 por vírus7, bactérias ou outros microorganismos específicos, além de estabelecer a gravidade do quadro clínico.

Para o diagnóstico3 do agente etiológico da pneumonia1 (o que nem sempre é possível determinar) estão disponíveis alguns exames como hemocultura, estudo microbiológico do escarro, toracocentese (quando há derrame22 pleural), aspirado transtraqueal, lavado broncoalveolar, punção transtorácica, exames sorológicos e pesquisa de antígenos urinários.


Quando visitar um médico?

Já que a pneumonia1 pode trazer riscos à saúde, o ideal é procurar um médico no início dos sintomas2. Ou seja, quando apresentar tosse persistente, dificuldade para respirar, dor torácica que piora com os movimentos respitratórios, febre8 (principalmente acima de 38,9°C, com calafrios ou sudorese9) e sempre que após um resfriado a pessoa observar uma piora dos sintomas2.

Você deve estar alerta principalmente se for idoso, fumante, ingerir bebidas alcóolicas em excesso, ter uma doença de base, estar fazendo quimioterapia23 ou usando medicação por longo período como, por exemplo, prednisona que pode prejudicar a atividade do sistema imune.

Para idosos e pessoas com doenças cardíacas a pneumonia1 pode ser uma ameaça à saúde. O médico deve ser procurado precocemente.


Quais os fatores de risco?

Fatores associados ao aumento do risco para pneumonia1 incluem:

  • Idade. Pessoas com mais de 65 anos, principalmente aquelas com patologias associadas e crianças muito pequenas que não tem ainda o sistema imunológico totalmente desenvolvido têm maior risco de desenvolver pneumonia1.
  • Certas doenças. Doenças que geram deficiências imunológicas com HIV20/AIDS, doenças cardiovasculares24, enfisema25 e outras doenças pulmonares e diabetes26. Uso de drogas imunossupressoras por longo período de tempo e quimioterapia23 podem também aumentar o risco.
  • Abuso de álcool e cigarro. O epitélio respiratório é responsável pela filtração, aquecimento e umidificação do ar inspirado. A filtração é possível graças à presença de muco secretado pelas células caliciformes e dos cílios que orientam seus batimentos em direção à faringe27, impedindo a entrada de partículas estranhas no pulmão14. Irritantes como o tabaco paralizam os cílios, causando acúmulo de secreção nas vias aéreas. Estas secreções tem bactérias que podem causar pneumonia1. O álcool interfere no reflexo faríngeo e na função das células brancas de defesa.
  • Internação em unidade de tratamento intensivo. As pneumonias adquiridas em hospital tendem a ser mais graves do que os outros tipos de pneumonia1.
  • Portadores de doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) e uso de corticoide por mais de 24 semanas. Estas condições podem aumentar o risco de ter penumonia, possivelmente pneumonias graves.
  • Exposição a certos químicos e poluentes. O risco de desenvolver alguns tipos incomuns de pneumonia1 pode estar aumentado para aqueles que trabalham com agricultura, construção civil, em certas indústrias químicas ou com animais. Exposição à poluição do ar ou ao fumo pode contribuir para a inflamação4 do pulmão14, o que torna mais difícil o papel de filtração pulmonar.
  • Cirurgias ou danos traumáticos. Pessoas que passaram por cirurgias ou traumas e estão imobilizadas podem apresentar pneumonia1, pois estas condições dificultam a tosse – que funciona como mecanismo de defesa para limpar os pulmões5 – acumulando secreções nos pulmões5 e promovendo o crescimento de bactérias.


Como é o tratamento?

O tratamento da pneumonia1 varia de acordo com sua extensão, severidade dos sintomas2, imunidade28 do indivíduo acometido e tipo de agente que está causando a doença.

  • Bacteriana. Tratada com antibióticos. Mesmo que você se sinta melhor logo após o início da medicação, o tratamento não deve ser abandonado, mas continuado durante todo o tempo prescrito pelo médico. Parar com a medicação fora de hora pode fazer com que a pneumonia1 volte de forma mais grave.
  • Viral. Os antibióticos não tratam pneumonias virais. Algumas delas podem responder aos antivirais, mas o tratamento geralmente recomendado é repouso e hidratação adequada, além do uso de medicações para febre8.
  • Mycoplasma. O Mycoplasma pneumoniae é tratado com antibiótico. Mas a recuperação pode não ser imediata. Em alguns casos a fadiga pode continuar mesmo após o tratamento da infecção6. Os sintomas2 simulam um resfriado forte e muitas pessoas não procuram ajuda médica, não são diagnosticadas, nem recebem tratamento adequado.
  • Fungos. Antifúngicos tratam as pneumonias causadas por fungos.

Muitas pneumonias podem ser tratadas em casa, mas algumas precisam de hospitalização e medicações intravenosas para ajudar na recuperação. Após um período de cerca de 3 ou 4 dias, na maioria das vezes, o tratamento pode ser completado em casa com antibióticos de uso oral.


Devo consultar um médico depois de um tratamento para pneumonia1?

O médico deve agendar um retorno após o término do tratamento para ver se você está passando bem. Esta consulta de retorno é especialmente importante para fumantes e portadores de DPOC.

Nas formas não graves de pneumonias adquiridas na comunidade e com boa evolução clínica não há necessidade de controle radiológico após o tratamento.

Caso você não esteja se sentindo melhor, este retorno é uma oportunidade para falar com seu médico e pode ser antecipado quando necessário. O médico pode mudar o curso do tratamento e solicitar outros exames para esclarecer o diagnóstico3.


Além do tratamento medicamentoso, o que eu posso fazer para ajudar na recuperação de uma pneumonia1?

Se você está com pneumonia1, as medidas abaixo podem ajudar na recuperação mais rápida e diminuir as chances de complicações:

  • Descanse. Descansar bastante pode fazer você se sentir melhor.
  • Fique em casa, não vá à escola ou ao trabalho até que a temperatura volte ao normal (igual ou abaixo a 37,5°C) e você pare de expelir muco/secreções. Esta recomendação depende do quanto você está doente. Em caso de dúvida, pergunte ao seu médico.
  • Hidrate-se bem, especialmente com água. A ingestão de líquidos vai ajudar na eliminação de secreções e prevenir a desidratação29.
  • Tome a medicação conforme prescrição médica. Parar a medicação antes da hora pode fazer com que sua pneumonia1 volte e contribuir para o aumento da resistência bacteriana aos antibióticos disponíveis.
  • Compareça à consulta de retorno. Mesmo que você esteja se sentindo bem, seus pulmões5 podem não estar completamente recuperados, por isso é importante que seu médico verifique sua evolução clínica.


Quais são as complicações de uma pneumonia1?

A evolução de uma pneumonia1 depende do estado de saúde da pessoa, de quão extensa a pneumonia1 se apresenta e do agente causador da infecção6.

Podem ser complicações de uma pneumonia1:

  • Infecção6 generalizada ou septicemia. A bactéria13 causadora da pneumonia1 invade a corrente sanguínea e se espalha para outros órgãos.
  • Derrame22 pleural. É o acúmulo de líquido entre as pleuras parietal e visceral, o que pode tornar a respiração difícil.
  • Abscesso30 pulmonar. Cavidade contendo pus31 que se forma em área pulmonar afetada pela pneumonia1.
  • Síndrome32 da angústia respiratória aguda. A pneumonia1 envolve grandes áreas dos pulmões5, tornando a respiração difícil e privando o organismo de oxigênio.

 

Comentários

29/06/2010 - Comentário feito por rosane duarte pinto machado
Re: Pneumonia em adultos. Parte I.
muito bom essa página, pois além de acessar as bulas, temos uma orientação geral sobre a pneumonia. dra. Rosane Duarte. FISIOTERAPEUTA.

Glossário

1 Pneumonia: Inflamação do parênquima pulmonar. Sua causa mais freqüente é a infecção bacteriana, apesar de que pode ser produzida por outros microorganismos. Manifesta-se por febre, tosse, expectoração e dor torácica. Em pacientes idosos ou imunodeprimidos pode ser uma doença fatal.
2 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
3 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
4 Inflamação: Conjunto de processos que se desenvolvem em um tecido em resposta a uma agressão externa. Incluem fenômenos vasculares como vasodilatação, edema, desencadeamento da resposta imunológica, ativação do sistema de coagulação, etc.Quando se produz em um tecido superficial (pele, tecido celular subcutâneo) pode apresentar tumefação, aumento da temperatura local, coloração avermelhada e dor (tétrade de Celso, o cientista que primeiro descreveu as características clínicas da inflamação).
5 Pulmões: Órgãos do sistema respiratório situados na cavidade torácica e responsáveis pelas trocas gasosas entre o ambiente e o sangue. São em número de dois, possuem forma piramidal, têm consistência esponjosa e medem cerca de 25 cm de comprimento. Os pulmões humanos são divididos em segmentos denominados lobos. O pulmão esquerdo possui dois lobos e o direito possui três. Os pulmões são compostos de brônquios que se dividem em bronquíolos e alvéolos pulmonares. Nos alvéolos se dão as trocas gasosas ou hematose pulmonar entre o meio ambiente e o corpo, com a entrada de oxigênio na hemoglobina do sangue (formando a oxiemoglobina) e saída do gás carbônico ou dióxido de carbono (que vem da célula como carboemoglobina) dos capilares para o alvéolo.
6 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
7 Vírus: Pequeno microorganismo capaz de infectar uma célula de um organismo superior e replicar-se utilizando os elementos celulares do hospedeiro. São capazes de causar múltiplas doenças, desde um resfriado comum até a AIDS.
8 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
9 Sudorese: Suor excessivo
10 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
11 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial.
Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
12 Sistema respiratório: O sistema respiratório transporta o ar do meio externo aos pulmões e vice-versa e promove a troca de gases entre o sangue e o ar.
13 Bactéria: Organismo unicelular, capaz de auto-reproduzir-se. Existem diferentes tipos de bactérias, classificadas segundo suas características de crescimento (aeróbicas ou anaeróbicas, etc.), sua capacidade de absorver corantes especiais (Gram positivas, Gram negativas), segundo sua forma (bacilos, cocos, espiroquetas, etc.). Algumas produzem infecções no ser humano, que podem ser bastante graves.
Pulmão
14 Pulmão: Órgão do sistema respiratório situado na cavidade torácica e responsável pelas trocas gasosas entre o ambiente e o sangue. São em número de dois, possuem forma piramidal, têm consistência esponjosa e medem cerca de 25 cm de comprimento. Os pulmões humanos são divididos em segmentos denominados lobos. O pulmão esquerdo possui dois lobos e o direito possui três. Os pulmões são compostos de brônquios que se dividem em bronquíolos e alvéolos pulmonares. Nos alvéolos se dão as trocas gasosas ou hematose pulmonar entre o meio ambiente e o corpo, com a entrada de oxigênio na hemoglobina do sangue (formando a oxiemoglobina) e saída do gás carbônico ou dióxido de carbono (que vem da célula como carboemoglobina) dos capilares para o alvéolo.
15 Mediastino: Região anatômica do tórax onde se localizam diversas estruturas, dentre elas o coração.
17 Glicemia: Valor de concentração da glicose do sangue. Seus valores normais oscilam entre 80 e 110 miligramas por 100 mililitros.
18 Creatinina: Produto residual das proteínas da dieta e dos músculos do corpo. É excretada do organismo pelos rins. Uma vez que as doenças renais progridem, o nível de creatinina aumenta no sangue.
19 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
20 HIV: Abreviatura em inglês do vírus da imunodeficiência humana. É o agente causador da AIDS.
21 Leucócitos: Leucócitos ou glóbulos brancos são células produzidas na medula óssea, especializadas na defesa do organismo, auxiliando no combate a vírus, bactérias e outros agentes invasores que penetram o organismo.
22 Derrame: Conhecido popularmente como derrame cerebral, o acidente vascular cerebral (AVC) ou encefálico é uma doença que consiste na interrupção súbita do suprimento de sangue com oxigênio e nutrientes para o cérebro, lesando células nervosas, o que pode resultar em graves conseqüências, como inabilidade para falar ou mover partes do corpo. Há dois tipos de derrame, o isquêmico e o hemorrágico.
23 Quimioterapia: Método que utiliza compostos químicos, chamados quimioterápicos, no tratamento de doenças causadas por agentes biológicos. Quando aplicada ao câncer, a quimioterapia é chamada de quimioterapia antineoplásica ou quimioterapia antiblástica.
24 Doenças cardiovasculares: Doença do coração e vasos sangüíneos (artérias, veias e capilares).
25 Enfisema: Doença respiratória caracterizada por destruição das paredes que separam um alvéolo de outro, com conseqüente perda da retração pulmonar normal. É produzida pelo hábito de fumar e, em algumas pessoas, pela deficiência de uma proteína chamada Antitripsina.
26 Diabetes: Nome que designa um grupo de doenças caracterizadas por diurese excessiva. A mais freqüente é o Diabetes Mellitus, ainda que existam outras variantes (diabetes insipidus) de doença nas quais o transtorno primário é a incapacidade dos rins de concentrar a urina.
27 Faringe: Canal músculo-membranoso comum aos sistemas digestivo e respiratório. Comunica-se com a boca e com as fossas nasais. É dividida em três partes: faringe superior (nasofaringe ou rinofaringe), faringe bucal (orofaringe) e faringe inferior (hipofaringe, laringofaringe ou faringe esofagiana), sendo um órgão indispensável para a circulação do ar e dos alimentos.
28 Imunidade: Capacidade que um indivíduo tem de defender-se perante uma agressão bacteriana, viral ou perante qualquer tecido anormal (tumores, enxertos, etc.).
29 Desidratação: Perda de líquidos do organismo pelo aumento importante da freqüência urinária, sudorese excessiva, diarréia ou vômito.
30 Abscesso: Coleção de pus produzida em geral por uma infecção bacteriana. Pode se formar em diferentes regiões do organismo (cérebro, osso, pele, músculo). Pode causar febre, calafrios, tremores e vermelhidão e dor na área afetada.
31 Pus: Secreção amarelada, freqüentemente mal cheirosa, produzida como conseqüência de uma infecção bacteriana e formada por leucócitos em processo de degeneração, plasma, bactérias, proteínas, etc.
32 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
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