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Como é a dieta que reduz a pressão arterial?

Wednesday, September 29, 2010
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Como é a dieta que reduz a pressão arterial?

A DASH Diet é baseada na pesquisa Dietary Approches to Stop Hypertension, a qual comprovou que este tipo de alimentação reduz a pressão arterial e o colesterol, além de melhorar a sensibilidade à insulina. A dieta vai além da redução de sal ou sódio na alimentação. Tem como base a maior ingestão de frutas, vegetais, laticínios desnatados ou semi-desnatados, grãos integrais e pouca carne.

Ela foi desenvolvida para ser flexível o bastante para se encaixar no estilo de vida e preferências alimentares da maioria das pessoas e inclui todos os alimentos saudáveis da dieta mediterrânea.

O planejamento para uma dieta que ajuda a reduzir a pressão arterial inclui principalmente os alimentos da tabela abaixo:

 

Tipo de alimento

Número de porções para uma dieta de 1600 a 3100 calorias

Número de porções para uma dieta de 2000 calorias

Grãos e produtos integrais (incluindo pelo menos 3 grãos integrais a cada dia)

6 - 12 por dia

7 - 8 por dia

Frutas

4 - 6 por dia

4 - 5 por dia

Vegetais

4 - 6 por dia

4 - 5 por dia

Laticínios desnatados ou semi-desnatados

2 - 4 por dia

2 - 3 por dia

Carne vermelha magra, frango ou peixe

1.5 – 2.5 por dia

2 ou menos por dia

Nozes, sementes e legumes

3 – 6 por semana

4 – 5 por semana

Gorduras e açúcares

2 - 4 por dia

Limitar a ingestão

 

Além da redução da pressão arterial, este plano alimentar traz benefícios para a saúde cardiovascular, redução do colesterol e da inflamação. Também ajuda na manutenção do peso corporal, funciona para adultos e crianças, e toda a família pode se beneficiar dos bons hábitos adquiridos.

Estes alimentos fornecem nutrientes importantes como cálcio, potássio e magnésio.

Quando associada à prática regular de atividades físicas, abandono do cigarro e ao consumo moderado de álcool, colabora para a construção de uma vida saudável.

 

Nota ao leitor:

As notas acima são dirigidas principalmente aos leigos em medicina e têm por objetivo destacar os aspectos mais relevantes desse assunto e não visam substituir as orientações do médico, que devem ser tidas como superiores a elas. Sendo assim, elas não devem ser utilizadas para autodiagnóstico ou automedicação nem para subsidiar trabalhos que requeiram rigor científico.

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